Coluna Marcos Melo
  • quinta ,15 de outubro de 2020, às 18:10h

    Em 2016, o major Ronald Moura se tornou tenente-coronel. Ele é um desses casos de oficiais que passaram a ser de confiança do governador Wellington Dias e da primeira-dama Rejane Dias e pularam na frente de muita gente com mais experiência.

    Durante muito tempo Ronald Moura era tido como uma das figuras mais próximas de Rejane e Wellington Dias no Governo do Estado (foto: Jailson Soares | PoliticaDinamica.com)

    Tanto que ele não foi promovido por antiguidade. O critério para Ronald Moura ascender na carreira foi o “merecimento”. Segundo a lei que define a regra, é a promoção que “se baseia no conjunto de qualidades e atributos que distinguem e realçam o valor da praça entre seus pares, avaliados no decurso da carreira”.

    Exatamente em 2016, quando ele ajudava no desvio de recursos do transporte escolar dentro da Secretaria de Educação que tinha Rejane como secretária à época.

    O comandante-geral da PMPI nesse tempo era o atual deputado estadual Coronel Carlos Augusto, do PL, mesmo partido do deputado federal Fábio Abreu, que hoje quer ser prefeito de Teresina. Nenhum deles comentou até o momento uma vírgula sobre a Topique.

    Será que o Piauí merece esse pessoal?

    • R&G Feet
  • quinta ,15 de outubro de 2020, às 16:10h

    O delator: Halysson era nome respeitado pela proximidade e influência junto a Wellington Dias e Rejane Dias no início do terceiro mandato do petista como governador do Piauí (foto: PoliticaDinamica.com)

    O ano é 2015 e na euforia da ocupação do novo governo de Wellington Dias (PT) de repente um nome começou a chamar atenção. Halysson Carvalho Silva estava mandando na Fundação Cultural do Piauí

    13 de março de 2015: Halysson ficou na primeira fila junto com os secretários Helder Jacobina (SEDUC) e Mauro Eduardo (SEID) e ao lado de Rejane e Wellington Dias durante as comemorações dos 192 anos da Batalha do Jenipapo, em Campo Maior (foto: PoliticaDinamica.com)

    Ninguém sabia ao certo de onde veio a indicação, mas o fato é que ele foi nomeado por Wellington Dias como diretor da Unidade Financeira da Fundac e chegou a acumular por várias semanas a interinidade da presidência do órgão.

    Halysson tinha fama de bem ser bem relacionado em Brasília desde os tempos da gestão do ex-presidente Lula, do PT (foto: redes sociais)

    Ele colaborou com a Polícia Federal para desmantelar o esquema de desvio de recursos federais do transporte escolar dentro da Secretaria de Estado da Educação. Sim, a denúncia do Ministério Público Federal que acusa o ex-secretário Helder Jacobina e Pauliana Amorim de cometerem os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro também revela: Halysson delatou o roubo na SEDUC

    O esqueleto saiu do armário espontaneamente.

    FORÇA E LIGAÇÕES

    Vale relembrar: a FUNDAC era um órgão subordinado à Secretaria de Estado da Educação. Halysson mandava e desmandava sem contestação, afinal, era, nos bastidores, tido como pessoa próxima tanto do governador quanto da primeira-dama Rejane Dias. Nomeou servidores, designou funções, redistribuiu pessoal, ordenou despesas.

    Halysson circulava com desenvoltura pelos mais diversos setores da SEDUC, principalmente onde despachavam os investigados pela Operação Topique; na foto de 2015, conversa com Francis Lopes (Fundac) e o ainda major Ronald Moura (UNAD/SEDUC) (foto: PoliticaDInamica.com)

    Era tão forte nos bastidores que não saiu da cadeira nem quando a FUNDAC foi oferecida ao suplente de deputado estadual Francis Lopes (à época no PRP). Foi assunto das editorias de política na TV e nos portais durante semanas. Halysson só sairia dali quando o próprio PT passou a tomar conta da pasta que iria se tornar a atual Secretaria de Estado da Cultura, tendo o deputado estadual Fábio Novo (PT) no comando.

    Em certo momento, chegou a ser constrangedor até para o governador Wellington Dias, como é possível notar nessa entrevista que fizemos em junho de 2015. Veja!

    DELAÇÃO

    Halysson foi preso em outubro de 2015 na Operação Zelotes, por conta do esquema de corrupção montado por lobistas para aprovar medidas provisórias com benefícios fiscais em prol da indústria automotiva no fim do governo Lula. Foi condenado em marco de 2016: seriam 4 anos e três meses em regime semiaberto. Talvez por isso já soubesse de uma coisa que Helder Jacobina, Ronald Moura e Pauliana Amorim talvez ainda não tenham entendido: quem delata primeiro, tem mais vantagem diante da Justiça.

    No início de 2018, antes da primeira fase da Operação Topique ser deflagrada, Halysson procurou a Polícia Federal para falar sobre esquemas de corrupção dentro da SEDUC e entregou seu celular. No aparelho, conversas datadas de 2014, ano da eleição de Wellington Dias. As mensagens foram trocadas entre ele e o advogado Helder Jacobina, que viria a ocupar interinamente a função de secretário de Educação até que a deputada federal Rejane Dias assumisse o posto de maneira definitiva.O esquema de desvio de recursos do transporte escolar começou antes mesmo do governo de Wellington Dias ter iniciado oficialmente (imagem: Trecho da denúncia do MPF)Os diálogos revelam que o esquema de desvio de recursos do transporte escolar já era premeditado e que Luiz Carlos Magno Silva, chefe do braço privado da organização criminosa, tinha influência suficiente para discutir uma indicação que, em tese, caberia ao governador Wellington Dias: quem seria o secretário antes de Rejane, sua esposa, num dos mais relevantes cargos do primeiro escalão do governo.

    Para alguém que Wellington Dias e Rejane Dias supostamente não conheciam, até que Halysson Carvalho se “mexeu” bem dentro do governo.

    • R&G Feet
  • sexta ,09 de outubro de 2020, às 22:10h

    Tá chegando perto...

    Agora, oficialmente, respondem na condição de réus na Operação Topique o advogado Helder Jacobina, o tenente-coronel Ronald Moura e Pauliana Amorim. É a trinca de ases que comandou a Secretaria de Educação com a primeira-dama do Estado Rejane Dias (PT) durante a gestão da deputada federal na pasta.

    Topique: os satélites se tornaram réus na operação que investiga o desvio de recursos do transporte escolar (fotos: Jailson Soares | PoliticaDinamica.com)

    Foi exatamente o período em que, segundo as investigações, ocorreu o maior desvio de recursos públicos da história do Piauí. São R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais!) surrupiados da educação de crianças e adolescentes. Frisando: o maior roubo que está sendo investigado e pode ser provado, pelo menos até o momento.

    Foram 4 novas denúncias recebidas pela Justiça Federal acusando ao todo 13 pessoas. Em todos eles figura o empresário ex-filiado do PT Luiz Carlos Magno Silva, que segundo as investigações é o chefe da organização criminosa.

    Helder Jacobina e Pauliana Amorim são acusados pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Sãos os mesmos crimes pelos quais vai responder Ronald Moura, em um processo diferente.

    A denúncia contra Helder Jacobina e Pauliana Amorim foi recebida no dia 26 de agosto de 2020 e a denúncia contra Rolnald Moura foi recebida no dia 03 de setembro de 2020. O sigilo de ambas foi mantido até a decisão que ordenou o sequestro de bens dos acusados: a casa de um milhão de reais de Pauliana na Zona Leste de Teresina e uma casa de praia num condomínio em Luís Correia-PI pertencente a Ronald Moura.

    Com os pedidos de sequestro de bens deferidos, as denúncias recebidas se tornaram públicas nesta sexta-feira (9).

    É um novo momento para a Operação Topique. 

    E você vai acompanhar os detalhes de cada denúncia no Política Dinâmica durante os próximos dias.

    • R&G Feet
  • quinta ,08 de outubro de 2020, às 20:10h

    Uma criança vítima de bala perdida. Um policial militar que levou um tiro na cabeça. Um caixa eletrônico explodido no Tribunal Regional Eleitoral. Pessoas feitas reféns num assalto a banco. Não é ficção nem conspiração. O pior adversário de Fábio Abreu na disputa pela Prefeitura de Teresina é o resultado de sua gestão à frente da Segurança Pública do Piauí.

    Nos bastidores a informação é de que na próxima reforma administrativa que Wellington Dias vai fazer após eleições, Abreu deverá perder a indicação da Secretaria de Segurança (foto: Jailson Soares | politicaDinamica.com)

    Nas últimas semanas ficou impossível de manter a blindagem midiática que protegia o deputado federal das críticas. Inclusive porque o próprio governador Wellington Dias (PT), tentando escapar pela tangente, entende que é melhor a pecha de culpado pela insegurança pública grudar em Fábio Abreu. Na política de Wellington, quando se trata de queimar o filme, "antes ele do que eu". 

    Abreu ficou no meio do fogo cruzado. Tanto que, pela frente, o candidato do PT – o outro Fábio, o Novo – declarou que vai decretar estado de calamidade pública na segurança da capital. Como se o PT não tivesse responsabilidade, vejam só!

    Por trás, a campanha do Dr. Pessoa -- com aval e sob comando do deputado Themístocles Filho, presidente da Assembleia Legislativa -- já negocia com os insatisfeitos e desestimulados candidatos a vereador que restam ao lado de Abreu. Negociação prática, rápida, objetiva

    Quando a ficha cair, a campanha do Dr. Pessoa já terá lhe esvaziado até o comitê.

    Se Fábio Abreu confiou na amizade com Wellington Dias para se dar bem nessa campanha... coitado. Vai aprender como a maioria ao lado do petista: depois do tapete puxado. Com sorte, aprenderá de primeira. 

    Para entender mais um pouco veja o nosso comentário na TV Dinâmica!


    • R&G Feet
  • sexta ,25 de setembro de 2020, às 14:09h

    Baseados nos [“supostos”] crimes investigados pela Polícia Federal no âmbito da Operação Topique é possível falar muito sobre Pauliana Ribeiro de Amorim. O caráter de quem participa de uma organização criminosa que desviou recursos de transporte escolar é, claro, questionável. Sua ousadia e cara-de-pau, por outro lado, são inquestionáveis. Mas a memória dela já não parece ser mais tão “afiada”.

    A Operação Topique foi deflagrada em agosto de 2018, mas Pauliana é monitorada desde muito tempo antes disso. A foto aí é de 2017.

    Mesmo sendo um dos nomes mais envolvidos no esquema de roubo na Secretaria de Educação do Piauí, Pauliana não se escondeu: a prima e fiel escudeira de Rejane Dias (PT) resolveu ser candidata a vice-prefeita na terra berço político das duas. Destemida! E vai pra rua em busca do eleitor com verniz brilhante no rosto. Acontece que na hora de declarar os seus bens para o Tribunal Superior Eleitoral, ela afirmou possuir apenas a propriedade de apenas R$23.548,61, dinheiro em espécie.

    E mais nada. Só isso.  

    Pauliana deixou de fora da lista uma mansão de R$ 850 mil reais que ganhou do empresário Luiz Carlos Magno Silva como propina por ajudar a estabelecer a organização criminosa dentro da pasta comandada por sua prima e primeira-dama do estado Rejane Dias. Essa linda casa situada na Zona Leste de Teresina, tem uma ampla sala de estar e jantar, e quatro quartos, sendo três deles suítes. Foi até reformada. Não é algo que uma pessoa sem sérios problemas de saúde esqueceria.

    O imóvel da prima de Rejane Dias na Zona Leste de Teresina ficou de fora da relação de bens, apesar de um contrato em seu nome provar sua propriedade

    Não vamos arriscar diagnóstico, mas o problema de memória de Pauliana deve ser grave. Afinal, a mansão não foi a única coisa que ficou de fora da relação de bens. A prima de Rejane Dias também não lembrou de relacionar suas cotas como sócia-proprietária da AMORIM & SA CARVALHO EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA, uma empresa do ramo de lavagem de dinheiro hotéis, cujo capital social é de R$ 2.000.000,00 e na qual ela tem como sócio-administrador Starley Kennedy Vieira De Sa Carvalho, que coexistiu com ela também na SEDUC e tem tudo para se tornar um nome mais conhecido dos piauienses nos próximos dias.   

    Mal da cabeça também deve estar o senhor Dr. Alexandre Mendonça (PSB), que é o candidato a prefeito e aceitou esta cidadã em sua chapa. Pauliana pode ter omitido patrimônio, mas seu envolvimento com corrupção já não é segredo há muito tempo.

    • R&G Feet
  • sexta ,25 de setembro de 2020, às 12:09h

    Após a quarta pesquisa seguida (Opinar, Credibilidade, Amostragem, e GP1) frustrando expectativas de desempenho da campanha de Fábio Abreu (PL) para prefeito de Teresina, a desidratação já bate à porta.

    A clara tendência de queda do ex-capitão tem feito lideranças ligadas à sua campanha e candidatos a vereador de partidos coligados ao deputado federal iniciarem diálogo com a turma do candidato que hoje na liderança isolada na disputa.

    Voto útil: lideranças estão trocando a campanha de Fábio Abreu pela de Dr. Pessoa, que lidera a disputa até aqui (fotos: Jailson Soares | PolíticaDinamica.com)

    Com aval de Themístocles Filho – e uma estrutura que consegue abarcar a demanda --, o presidente da Câmara Jeová Alencar (MDB) já iniciou diálogo com essas lideranças, apontando a vantagem do voto útil: passar o Dr. Pessoa (MDB) com uma vantagem ampla pro segundo turno agora é considerado mais importante que dividir votos. A questão é que no cenário atual Fábio Abreu caindo já está em empate técnico com Kleber Montezuma (PSDB) subindo. E ninguém quer subestimar o candidato da Prefeitura.   

    João Henrique Souza também foi escalado para conversar com alguns empresários que ainda acreditavam em Abreu como uma possibilidade. Um do ramo de gêneros alimentícios já confirmou o interesse. 

    Daqui pra frente a conversa é pragmática.

    • R&G Feet
  • terça ,04 de agosto de 2020, às 21:08h

    Desde 2018, só não viu quem não quis ver: a Operação Topique chegaria inevitavelmente na casa da deputada federal Rejane Dias (PT), que foi secretária de Estado da Educação durante a terceira gestão de Wellington Dias (PT), seu marido, no Governo do Piauí.

    Lá atrás, uma delação certamente deixaria do lado de fora da cadeia quem operou o esquema sob o comando dela. 

    Mas um estranho sentimento de "isso não vai dar em nada" e a ingenuidade de se achar protegido impediu muita gente de abrir o bico. 

    Teriam devolvido algum dinheiro, o que para alguns dói mais que ver a reputação na lama. Porém, haveria chance de escapar de prisão.

    Resultado: mesmo com o acobertamento dos cúmplices dela, de todo jeito a PF chegou em Rejane. E também no irmão dela, Rogério Ribeiro, e na prima dela, Pauliana Amorim. 

    E sem ajuda de delatores. A notícia é de que não há mais benefícios na mesa. 

    Uma pena para Helder Jacobina, Ronald Moura e companhia. 

    • R&G Feet
  • segunda ,27 de julho de 2020, às 12:07h

    Carros da PF na casa do governador do Piauí (Foto: PoliticaDinamica.com)

    Os carros que levaram os agentes da Polícia Federal ao condomínio Mirante do Lago, onde fica a residência do governador do Piauí Wellington Dias (PT) e da primeira-dama Rejane Dias (PT), estão à paisana. São veículos não caracterizados, sem identificação da corporação.

    A casa de Rejane e Wellington Dias é um dos alvos da terceira fase da Operação Topique, que investiga um dos maiores esquemas de corrupção da história do Piauí. 

    Veículos da PF deixando o condomínio (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A Polícia Federal investiga um robusto esquema de corrupção no Governo do Piauí. São investigados crimes de organização criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e fraudes em licitação praticados na Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

    De acordo com a PF, a gestão do governador Wellington Dias continuou mantendo contratos com empresas investigadas mesmo após as primeiras duas fazes da operação.

    Agentes federais foram até a casa do governador (Foto: Marcos Melo/PoliticaDinamica.com)

    Além da casa de Wellington e Rejane no Mirante do Lago, também foram alvos desta terceira fase sede da Secretaria de Estado da Educação do Piauí (Seduc) e o gabinete de Rejane na Câmara Federal, em Brasília. Os mandados foram autorizados pela Justiça Federal. 

    VEJA VÍDEO

    • R&G Feet
  • sábado ,25 de julho de 2020, às 23:07h

    Às 9h00 deste domingo (26), o Política Dinâmica divulga o resultado da pesquisa do Instituto Opinar sobre intenções de voto para as eleições de 2020 em Piripiri.

    Com seus quase 65 mil habitantes, Piripiri é a quarta maior cidade do Piauí. E por isso mesmo, o cenário político local tem histórico de adiantar e influenciar tendências regionais.

    Mas você quer mesmo é saber dos números, né?

    Então espalhe a notícia: neste domingo só vai ter um assunto na cidade!

    A pesquisa está registrada do Tribunal Superior Eleitoral sob o número PI-0588/2020.

    • R&G Feet
  • quarta ,01 de julho de 2020, às 19:07h

    As eleições de 2020 estão sendo adiadas para novembro, mas tem gente que já pensa bem na frente, confiante no resultado das urnas. 

    Nos corredores da Câmara Municipal de Teresina só se fala na disputa entre os vereadores Evandro Hidd (PDT) e Venâncio Cardoso (PSDB). Considerados "vereadores eleitos", já estão de olho na presidência do legislativo municipal. 

    Os dois garotos acumulam certa experiência no executivo -- até março deste ano, Hidd comandava a SDU Sudeste; Cardoso estava à frente da SEMDEC -- e vão disputar a segunda eleição de vereador. 

    Alguns vereadores acham que é cedo demais para tratar do assunto, mas avaliam que se depender de padrinho e estrutura, Evandro tem vantagem. Ampla vantagem. 

    • R&G Feet
  • quarta ,01 de julho de 2020, às 12:07h

    O deputado federal Fábio Abreu entrou em contado conosco para discordar da informação postada ontem -- terça (30) -- na nota "UM BALÃO PRA FÁBIO ABREU".

    Contestando o apontamento de que ele não teria conseguido juntar mais do que 25 candidatos a vereador no PL, ele disse: "Não meu caro, temos 44 candidatos".

    Já sobre o balão dado pelo governador Wellington Dias (PT) ao qual a nota se refere, não manifestou discordância.

    • R&G Feet
  • terça ,30 de junho de 2020, às 15:06h

    O deputado Gustavo Neiva (PSB) botou o dedo na ferida que ganhou contornos de realidade após a pandemia da Covid-19 se instalar no Piauí. 

    O que a propaganda oficial sempre se esforçou (só forçou, na verdade) pra mostar nunca passou de fake news

    Chega até faltar oxigênio nos hospitais regionais. Fruto, não se enganem, da partilha da saúde pública entre políticos da base de Wellington Dias (PT), afinal, essa teta é o próprio ar que alguns deles respiram.

    Veja o vídeo!

    • R&G Feet
  • terça ,30 de junho de 2020, às 15:06h

    Na condição de 1° secretário da Mesa Diretora da Alepi, o deputado estadual Fábio Novo (PT) criticou o retorno das atividades presenciais da Alepi nesta terça-feira, 30 de junho de 2020. 

    Para ele, o serviço dos deputados estaduais não é essencial neste momento e a decisão da Assembleia passa o recado errado para a população.

    Veja o vídeo.


    • R&G Feet
  • terça ,30 de junho de 2020, às 14:06h

    O governador Wellington Dias (PT) parece já ter decidido seu candidato a prefeito de Teresina: o apoio dele vai ser pra Fábio Novo, do mesmo partido. E o balão vai para outro Fábio, o Abreu (PL), ex-secretario de Segurança. 

    O capitão não conseguiu se articular nem pra fechar uma chapa de vereadores. Dos 44 possíveis, são listados até o momento não mais do que 25 -- a maioria ligados à área da segurança pública.  

    Abreu, que é deputado federal, saiu da confortável cadeira de secretário confiando que seria o candidato de Wellington.  

    Pois é...

    • R&G Feet
  • sábado ,13 de junho de 2020, às 20:06h

    Para JVC o cenário político agora permite mais de uma candidatura viável pela oposição em Teresina (foto: Marcos Melo | politicaDinamica.com)

    O ex-senador João Vicente Claudino (PTB) define nesta próxima semana se apresenta seu nome para disputar a Prefeitura de Teresina. Uma pesquisa para consumo interno do partido já está sendo feita e conversas com variados partidos já estariam adiantadas.

    Em 2018, JVC se dispôs a ser candidato ao governo, mas discordou da estratégia da oposição a Wellington Dias (PT). Ele entendia que naquele momento, deveria haver uma candidatura única, afinal, o petista liderava as pesquisas de intenção de voto. E retirou seu nome da pré-campanha.

    “Hoje o cenário é diferente. Todas as pesquisas, as publicadas e as não publicadas, mostram vários candidatos de oposição na frente de qualquer nome que o grupo do prefeito Firmino Filho [PSDB] apresenta”, argumenta João.

    Nesse cenário, em que opositores somam mais da metade das intenções de votos, JVC entende que pode haver mais de uma candidatura. “Aí o momento de se unir, de se agrupar é o segundo turno”, pondera.

    Uma virtual candidatura de JVC já ganha corpo entre empresários e lideranças de oposição à Firmino Filho que são menos alinhadas aos interesses do governador Wellington Dias.

    Ao que parece, então, uma candidatura só depende dele.

    • R&G Feet


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