Coluna Marcos Melo
  • 26 de setembro 2018

    terça ,25 de setembro de 2018, às 23:09h

    Não é à toa que o Paulo Martins (PT) quer ser deputado. O ex-prefeito de Campo Maior — que já se vê envolvido nas investigações da Operação Topique — continua sob os holofotes do Tribunal de Contas do Estado do Piauí. O motivo foi uma denúncia de obra iniciada pelo petista em 2016 sem que houvesse informações sobre origem do dinheiro. Ele está em busca de um cada vez mais distante foro privilegiado. 

    A revitalização e urbanização do Açude Grande de Campo Maior foi motivo de propaganda em televisão, jornal e todo tipo de mídia digital. Mas iniciada em janeiro de 2016, segundo o vereador Daniel Soares (PSB), a Prefeitura nunca informou o prazo de execução da obra

    A denúncia também aponta que não havia qualquer informação sobre o projeto de engenharia, estudo de impacto ambiental nem qualquer previsão orçamentária nas contas do Município. Agora a denúncia passa a ser objeto de uma investigação mais detalhada.

    Corrupção e má gestão parecem ter sido a marca do PT em Campo Maior. Não é de se admirar que para suceder sua gestão, Paulo Martins tenha escolhido o atual prefeito Ribinha, um professor que desviou dinheiro do transporte escolar e pagou conta de ônibus com nota fiscal de merenda.

    Acaba não, mundão!


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  • terça ,25 de setembro de 2018, às 22:09h

    Aproveitando a ausência de Rafael e o governo vazio por conta da campanha, Antônio Neto tem se movimentado para sabotar o retorno de Rafael Fonteles à SEFAZ (foto: Jailson Soares | PoliticaDInamica.com)

    No PT não há quem acredite na derrota de Wellington Dias. E dando a reeleição como certa, o atual secretário de Planejamento já busca mudar de pasta. Enquanto o governador está disputando a permanência no Karnak, Antônio Neto tem percorrido corredores dos Poderes fazendo sua própria campanha: quer voltar a ser secretário de Fazenda.

    Rafael Fonteles parece que será a próxima vítima de um balão do governador Wellington Dias. O refrão da mais nova música de campanha governista diz que “O Governo está de pé”, mas não dá o crédito a quem é de direito. Se na política Wellington tem que agradecer todos os dias ao senador Ciro Nogueira (PP), dentro de seu governo quem garantiu os recordes de arrecadação foi o agora ex-secretário de Fazenda.

    Em junho deste ano, Rafael pediu exoneração do cargo para tratar de sua saúde, um problema sério na coluna que precisava de cuidado total. Três meses depois, Fonteles já está recuperado, disponível para o trabalho há mais de 15 dias, mas não consegue retornar ao cargo.

    O perigo mora ao lado: Antônio Neto é um dos petistas que não gostou de ser preterido por um nome novo e gostou menos ainda de Rafael ter segurado as contas do Estado (foto: Jailson Soares | PoliticaDInamica.com)

    No tempo em que esteve afastado, Antônio Neto tratou de espalhar — com a “autoridade” de quem está dentro do governo — alguns boatos que já ganham as rodas de política. E a demora de Wellington em retornar Rafael pode terminar por confirmar as histórias que Antônio Neto faz questão de plantar.

    Antônio Neto já foi secretário de Fazenda no segundo mandato de Wellington Dias. Tão bom que Wellington não fez questão nenhuma de repetir a indicação no terceiro mandato.

    Segundo um conhecido auditor fiscal da SEFAZ, “sempre faltou a ele a firmeza que o cargo necessita”.

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  • terça ,25 de setembro de 2018, às 21:09h

    Coordenador de Comunicação de Wellington Dias, João foi acusado de pedir propina em troca de pagamentos ao jornal Diário do Povo (foto: Marcos Melo | PoliticaDInamica.com)

    Fortes emoções prometem as últimas semanas de campanha até o final do primeiro turno das eleições no Piauí. Nesta terça-feira (25), o candidato Fábio Sérvio acusou o João Rodrigues — petista coordenador de Comunicação de Wellington Dias — de lhe pedir propina para pagar verbas de publicidade ao Jornal Diário do Povo. A pasta sob comando petista torra mais de R$ 42 milhões por ano.

    A denúncia foi feita por Fábio ao ser indagado a respeito de atraso de salários em sua empresa. Sérvio alegou que as dificuldades pelas quais passa o Diário do Povo são decorrentes de perseguição do Governo do Estado e por ele ter negado “retornar” dinheiro de publicidade para João Rodrigues.

    Fábio Sérvio alegou que a dificuldade financeira do Diário do Povo é fruto de perseguição por ele ter se negado a pagar propina a João Rodrigues (foto: reprodução)

    Fábio também falou sobre a distribuição desigual dos recursos de Comunicação na gestão de Wellington Dias. E apontou que este é um dos motivos de a imprensa dar pouca -- ou quase nenhuma -- repercussão à operações que apuram corrupção na gestão de Wellington, citando as operações Topique (na Seduc de Rejane Dias), Natureza e Itaorna. 

    Veja o vídeo!


    Não é a primeira vez que João Rodrigues é acusado de participar de esquema de corrupção. Em novembro de 2017, durante uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça na Assembleia Legislativa do Piauí, o deputado Robert Rios (DEM) também acusou João Rodrigues de ser corrupto e chegou a dizer que ele deveria ser preso naquele mesmo dia.

    Os deputados estavam aprovando uma lei que permite ao governo, hoje, pagar funcionários de fornecedores diretamente sem pagar as empresas. Foi quando Robert relatou como foi o esquema de licitação que levou para o governo apenas as agências de publicidade escolhidas pelos petistas.

    Veja o vídeo!

    A Coordenadoria de Comunicação do Estado do Piauí distribuiu uma nota de repúdio à imprensa falando sobre a acusação. Porém, Fábio Sérvio não pareceu estar falando por falar. A denúncia é grave e João Rodrigues afirma que vai processar Fábio Sérvio por injúria e difamação.

    Da última vez que alguém fez isso, o governador Wellington Dias (PT) perdeu o processo contra o Diário do Povo, que o acusou de receber dinheiro da JBS em sua campanha de 2014.

    Segue abaixo a nota da CCOM.


    NOTA DE REPÚDIO

    O coordenador de Comunicação Social do Estado do Piauí, João Rodrigues, repudia totalmente as declarações dadas pelo candidato ao governo Fábio Sérvio em entrevista na TV Meio Norte, nessa terça (25). Informa que irá abrir um processo judicial contra o candidato por injuria e difamação e o desafia a informar o dia, nome e horário em que alguma pessoa, em seu nome, o tenha procurado para lhe oferecer qualquer tipo de propina.

    Enfatiza ainda que se houve alguma frustração de pagamento por parte da empresa dele, isso se deu pelo fato de todas as suas certidões da empresa estarem negativadas, não permitindo nenhum tipo de contrato ou serviço com o poder público.

    Ao tempo em que destaca que as acusações são sérias e precisam ser esclarecidas, lamenta o desequilíbrio e despreparo do candidato em gerir sua empresa e em guiar sua campanha eleitoral, sempre tentando jogar a culpa nos outros e difundindo inverdades por onde passa.



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  • segunda ,24 de setembro de 2018, às 20:09h

    Celso volta a disputar uma eleição de presidente após romper com o grupo de Chico Lucas, inoperante e submisso ao governo (fotoL Jailson Soares | PoliticaDInamica.com)

    A falta de firmeza institucional da ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Piauí afastou mais um conselheiro federal do grupo de Chico Lucas. Agora foi a vez de Celso Barros Neto se desligar do atual grupo submisso a Wellington Dias e Rafael Fonteles. E anunciou: também vai disputar a eleição de presidente da OAB-PI.

    “Amigas e amigos dessa jornada, é chegado o momento de nos posicionarmos com firmeza diante dos desafios que se apresentam. Diante de tantas indefinições, quero que todos aqui tenham certeza de uma coisa: nosso sentimento é irreversível”, assim Celso Barros deu o primeiro aviso aos amigos via WhatsApp.

    Celso acredit que é possível fazer a Ordem trabalhar mais pelos advogados e pela sociedade, o que, definitivamente, é uma verdade (foto: Jailson Soares | PoliticaDinamica.com)

    Também fez referência à falta de compromisso da Ordem nos últimos anos, já anunciando um slogan de campanha: “O certo é mais trabalho!”. Não se pode negar que a idéia foi boa, afinal, do jeito que está hoje, está errado. E Celso tem uma vantagem sobre o atual presidente e seu vice: os advogados confiam na palavra dele.

    Em 2015, quando disputou com o advogado Sigifroi Moreno, o atual presidente da OAB-PI Chico Lucas venceu por uma margem apertada: 50,89% contra 47,20%, uma diferença real de pouco mais de 200 votos.

    Em vídeo que circula nas redes sociais, Celso já aparece cercado de amigos advogados apontando o caminho irreversível da disputa (foto: reprodução)

    Chico Lucas soube conservar seus adversários nos últimos dois anos e meio. Some a este fato, a informação de que o grupo do atual presidente está diminuindo e o seu candidato à sucessão, o advogado Lucas Villa, não parece agregar em número que compense as perdas. 

    As principais críticas de opositores no que diz respeito ao trabalho da Ordem também o afeta em cheio. Sendo hoje o vice-presidente, Lucas Villa deveria ser o responsável pela coordenação das atividades das comissões permanentes da OAB. Mas passou dois anos completamente ausente dessa responsabilidade, voltando, agora, para disputar a eleição. Contam até piada sobre Villa ter precisado usar o GPS do Google Maps para lembrar onde ficava a OAB depois de tanto tempo. 

    Já não faltam mais opções aos advogados.

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  • domingo ,23 de setembro de 2018, às 22:09h

    O voto em Haddad pode representar engajamento maior no voto pró-Bolsonaro segundo Ciro Gomes (foto: Fotos Públicas)

    Sempre instigado a falar de sua relação com o ex-presidente Lula, em discurso feito em Timon-MA, o presidenciável Ciro Gomes (PDT) se adiantou. Puxou o assunto, mostrou gratidão, mas fez um alerta: Lula não é o candidato do PT e Fernando Haddad pode ser o caminho mais curto da eleição de Jair  Bolsonaro (PSL).

    Após falar do risco para o Brasil que seria eleger Bolsonaro, Ciro Gomes fez outro alerta. Tentar impedir que Bolsonaro chegue à Presidência votando em Haddad pode ser um grande erro.

    Ciro acredita que uam alternativa firme no governo, mas menos radical na emoção pode conduzir o Brasil por um caminho mais seguro (foto: Marcos Melo | PoliticaDInamica.com)

    Primeiro Ciro falou de sua gratidão a Lula. Avaliou que o petista virou uma vítima de perseguição. “Muita gente lá pra baixo [se referindo ao Sul do País] odeia o Lula com todas as forças do mundo. Boa parte por preconceito”, observou.

    O pedetista, então, ponderou sobre a outra face a moeda. “Muita gente adora o Lula, a ponto de fazer o Lula uma pessoa que sendo ser humano não erra nada. Esse sentimento é justo. O Lula melhorou o salário mínimo como nenhum presidente antes dele. O Lula criou a rede de proteção social, que baniu a fome de muitos lares do Brasil. O Lula aumentou o crédito para o aposentado, para a agricultura familiar, e eu quero dizer a vocês que eu estava lá. Eu era ministro, eu estava nas reuniões que decidiram todas essas políticas. Mas o lula não é o candidato”, explicou.

    Haddad perdeu em todas as urnas sua reeleição para o tucano João Dória em 2016 em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país; como vencer para presidente? (foto: Fotos Públicas)

    Ciro Gomes afirmou que se Lula fosse o candidato, os dois iriam.certamente conversar sobre as eleições, sobre apoio. “Porque a minha história não tem radicalismo petista que mexa com a minha história. Eu ajudei o Lula 16 anos sem faltar nenhum dia. E eu nunca precisei usar o nome do Lula para garantir ao meu povo a vitória em todas as eleições. Mas o Lula, eu volto a dizer aqui a vocês, não é candidato. Ele está humilhado preso, sem poder falar lá num presídio em Curitiba, e nós queremos muito bem a ele. Mas o que é que nós vamos fazer com a nossa gratidão? Essa é a grande questão”, ponderou Ciro.

    Veja o discurso de Ciro:


    Ele criticou o fato de Fernando Haddad ter sido “ungido” pelo PT candidato a presidente, colocando mais lenha na fogueira do radicalismo. “O voto não é um prêmio que a gente dá a quem trabalhou conosco, é uma aposta no futuro, e o Brasil precisa olhar com todo o respeito ao Lula, olhar pro futuro, porque o que está em jogo é muito grave. É muita ameaça pro nosso Brasil. O Brasil não pode cair no risco de botar o ‘Coisa Ruim’ só por que nós temos gratidão”, argumentou, dando a entender que Haddad pode não ser capaz de derrotar Bolsonaro.

    Ciro é o único candidato que aparece vencendo todas as simulações de segundo turno nas pesquisas, inclusive contra Bolsonaro (foto: Marcos Melo | PoliticaDinamica.com)

    Um pouco mais adiante no discurso, foi mais direto. E explicou o motivo. “Não inteirou dois anos ainda, eu mais o Lula apoiamos o Haddad para ser reeleito prefeito de São Paulo. Tô falando pra vocês: eu mais o Lula apoiamos o Haddad para prefeito e ele já era prefeito de São Paulo, a buscar a reeleição. Eu não digo que seja defeito dele, mas o Haddad, com apoio do Lula e meu, na cidade que ele tava governando perdeu as eleições em todas as urnas”, expôs, dando tamanho ao risco.

    Se o cidadão não se reelegeu prefeito, como seria capaz de vencer para presidente? Ciro também não sabe. Continuou dando parâmetro à derrota sofrida pelo petista em 2016. “Ele perdeu nos bairros ricos, perdeu nos bairros de classe média, perdeu de esmagadora diferença nos bairros mais pobres. (…) Não inteirou dois anos ainda o cidadão foi rejeitado pela esmagadora maioria das pessoas que votaram nele antes. A minha pergunta é: tá na hora de fazer experiência com o Brasil? No meio da prior crise da história da nossa nação?”, questionou.

    Por fim, se apresentou como alternativa segura — as pesquisas mostram Ciro vencendo todos os adversários em simulações de segundo turno; Haddad perde para Bolsonaro — e pediu o voto de confiança dos nordestinos.

    “Por isso eu peço, nordestino meu irmão, se tu quer os valores, de compromisso com o pobre, é aqui. Se tu quer autoridade e tu quer decência, é aqui. E eu peço a todos, vamos mudar o Brasil. Vamos salvar o nosso país da violência”, finalizou.

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  • domingo ,23 de setembro de 2018, às 21:09h

    Ciro olha com cuidado para o atual cenário político do Brasil e diz que há muito risco em 2018 (foto: Marcos Melo | politicaDinamica.com)

    Em sua passagem pela cidade de Timon-MA, após ter feito caminhada em Teresina-PI, o presidenciável Ciro Gomes (PDT) alertou: ódio e paixão não são bons conselheiros nas eleições de 2018. O pedetista acredita que este ano vai representar a maior responsabilidade do eleitor em toda a história da democracia do país. E assegura: não está exagerando. Jair Bolsonaro (candidato do PSL à Presidência), em seu entendimento, tem se aproveitado do sentimento de revolta que impede o eleitor de enxergar outro risco que bate à porta: o fascismo.

    Primeiro Ciro pintou a crise com alguns números alarmantes Com mais de 13 milhões de brasileiros desempregados, com mais de 32 milhões e brasileiros vivendo de fazer bicos nas ruas do país, com mais de 63 milhões de brasileiros humilhados com nome sujo no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), a economia é incapaz de reagir à crise. Ainda mais tendo fechado mais de 200 mil pontos de comércio e mais de 13 mil indústria nos últimos 3 anos.

    Ciro Gomes fez o público bater palmas para suas propostas (foto: Marcos Melo | PoliticaDInamica.com)

    O candidato foi taxativo: a coisa, definitivamente não vai bem na economia desde o “desmantelo do governo Dilma, ao fundo do poço do governo Temer”. O que não é de se estranhar, afinal, os dois faziam parte de uma mesma chapa em 2014.

    Mas a violência está no radar do risco real e imediato sob o olhar de Ciro. Utilizando mais dados, lamentou uma tragédia: nos últimos 12 meses, foram mais de 63 mil assassinatos. “Quase todos jovens, negros, pobres e das periferias”, frisou. A selvageria também alcança as mulheres de maneira cruel: 60 mil mulheres estupradas no último ano.  

    “O povo não pode desacreditar e dar uma nova chance ao Brasil”, pediu.

    ANTIBOLSONARO

    Foi quando abordou o tema “Jair Bolsonaro”. Para ele, “diante do desmantelo, a revolta sem idéia, vira ódio, a revolta sem projeto, voar violência, a revolta sem plano, vira violência física”.

    Ciro apresentou suas credenciais de honestidade e firmeza em gestão ao povo aos amigos nordestinos (foto: Marcos Melo | PoliticaDInamica.com)

    Ciro explicou o fenômeno Bolsonaro e o comparou ao surgimento do fascismo e do nazismo. “Surgiu um político que sabendo da revolta do povo, compreendendo que é justa a revolta do povo — com a violência impune, com a ladroeira impune, com tudo enquanto de perverso que tem acontecido no nosso país e nos erros da própria esquerda —, aparece um Bolsonaro”.

    Seguiu apontando o o problema que Bolsonaro traria ao país, dividindo ainda mais o Brasil. “Com frase feita, ligeira demais, querendo resolver os problemas estigmatizando a mulher, estigmatizando o negro, estigmatizando pessoas que têm orientação sexual diferente, estigmatizando nordestino, porque essa é a lógica do fascismo. Foi assim que o [Adolf] Hitler levou a humanidade à maior convulsão da história: 70 milhões de pessoas morreram, por esse tipo de preconceito”, disse se referindo ao holocausto.

    Comparou, por fim, o próprio fascismo/nazismo a uma cobra, que deve ser morta antes que cresça e seja impossível de se controlar.

    Veja o discurso de Ciro na íntegra:


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  • domingo ,23 de setembro de 2018, às 18:09h

    Ciro se apresenta como alternativa segura de desenvolvimento econômico e social para o Brasil (foto: Marcos Melo | PoliticaDinamica.com)

    Em visita ao Piauí, o presidenciável Ciro Gomes (PDT) não fugiu às suas raízes nordestinas. Visitou o Mercado do Dirceu I ao lado do candidato a deputado federal Flávio Nogueira e, depois, seguiu para evento em Timon, no Maranhão. Direto e sincero, apontou: Fernando Haddad (PT) não tem condições nem de ganhar as eleições, quanto mais de unificar o país no rumo do desenvolvimento.

    Em Timon, Ciro discursou sobre a importância de dar ao Brasil a chance de se livrar do ódio e da irresponsabilidade levando seu nome para o segundo turno (foto: Marcos Melo | PoliticaDInamica.com)

    Segundo Ciro, ele, nordestino, inclusive, pode avaliar melhor e induzir desenvolvimento ao povo do nordeste brasileiro. “Até o Haddad descobrir que o [Palácio de] Karnak não fica no Egito, a eleição já acabou”, exemplificou, mostrando que o petista — com quem disputa vaga no segundo turno das eleições, segundo as pesquisas — desconhece o Piauí.

    Ao lado de Flávio nogueira, Ciro visitou e fez caminhada pela região do Mercado do Dirceu I, zona sudeste de Teresina (foto: Marcos Melo | PoliticaDInamica.com)

    Ciro Gomes evitou criticar Fernando Haddad de modo pessoal, mas fez questão de estabelecer diferenças numa rápida comparação. Alegou que ele, Ciro, tem sido vitorioso em suas campanhas e aparece como o candidato que vence todos os adversários em segundo turno. Já Haddad, ele lembra, era prefeito de São Paulo até 2016 e perdeu a reeleição. 

    “Não faz dois anos, eu e Lula estávamos apoiando Haddad em São Paulo. E ele, prefeito, não venceu em nenhuma urna de São Paulo. Nem entre os ricos, nem entre os pobres”, concluiu. Ciro demonstrou claro receio de que Jair Bolsonaro (PSL) vença fácil Fernando Haddad num eventual segundo turno entre eles. 

    Veja a declaração de Ciro:

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  • sábado ,22 de setembro de 2018, às 14:09h

    SENADO

    A oposição lidera a disputa com o ex-governador Wilson Martins (PSB), segundo pesquisa DatamaX (foto: Jailson Soares | PoliticaDInamica.com)

    Wilson Martins (PSB) lidera a corrida segundo os dados da pesquisa DatamaX com 31,50% das intenções de voto. A pesquisa tem margem de erro de 2,83% e considerando essa margem, o senador Ciro Nogueira (PP) está empatado com o socialista, tendo obtido 26,92% das intenções de voto. Em terceiro lugar, o atual deputado estadual Robert Rios Magalhães (DEM), com 23, 17% das intenções de voto. Este é o grupo mais destacado na disputa para o senado.

    Buscando a reeleição, Ciro Nogueira já empata com Wilson na margem de erro e mostra ser o candidato mais forte do governo na disputa (foto: Jailson Soares | PoliticaDInamica.com)

    Num segundo pelotão, Marcelo Castro (MDB) tem 14,42% das intenções de voto, empatado tecnicamente com o cantor Frank Aguiar (PRB) que obteve 14,25%. Ambos tem menos intenção de voto que aqueles que dizem que vão votar branco e nulo, 15,83%. Marcelo é um dos senadores da chapa governista e Frank não chega nem perto de ter sua estrutura de campanha, o que já acende um sinal de alerta para o governista.  

    Outro da oposição: doido para conquistar uma vaga no Senado, Robert Rios surpreende colocando quase 10 pontos de diferença à frente do segundo candidato governista, Marcelo Castro e empatando na margem de erro com Ciro Nogueira (foto: Gustavo Almeida | PoliticaDInamica.com)

    Ainda é grande o número daqueles que ainda não sabem ou não quiseram opinar: 65,50%.

    Confira todos os números!

    CÂMARA FEDERAL

    Montado numa superestrutura que faz inveja aos investimentos da Secretaria de Segurança, o capitão Fábio Abreu lidera a pesquisa para deputado federal, segundo aferição do Instituto DatamaX (foto: Jailson Soares | PoliticaDInamica.com)

    O capitão Fábio Abreu (PR) lidera a pesquisa com 7,00%. É seguido pelo deputado Silas Freire (PRB), com 6,50%. Ambos se destacam dos demais.

    A primeira-dama e deputada federal Rejane Dias (PT) vem com sua topique em terceiro lugar tendo obtido 2,92%. O petista Assis Carvalho pontuou com 1,75%; o deputado Paes Landim (PTB), a deputada Iracema Portela e o advogado Marcos Aurélio Sampaio pontuam com 1,25% cada um; O ex-secretário de governo Merlong Solano (PT) e a vice-governadora Margarete Coelho (PP) somam 1,08% cada e fecham o grupo dos que foram citados por mais de 1% dos entrevistados.

    Votariam branco ou nulo 2,42% dos entrevistados. E o dado mais interessante aqui: 61,25% ainda não escolheram ou não quiseram opinar sobre seu candidato a deputado federal.

    Veja a lista completa!

    ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

    Esposa do prefeito Firmino Filho, a progressista se destaca na campanha por uma das vagas na ALEPI (foto: Marcos Melo | PoliticaDinamica.com)

    A primeira-dama da Prefeitura de Teresina lidera a corrida por uma vaga na Assembleia Legislativa do Piauí. A progressista Lucy Soares aparece com 1,67% das intenções de voto. É seguida por Themístocles Filho (MDB) — atual presidente da ALEPI — com 1,58%. O ex-secretário de Defesa Civil Hélio Isaías (PP) tem 1,50%; o ex-secretário de Cultura Fábio Novo (PT) tem 1,33%, mesmo número de Wilson Brandão (PP).

    O tucano Marden Menezes (PSDB) pontua com 1,25%; o ex-secretário de Assistência Social Zé Santana (MDB) aparece com 1,17%, mesmo número de intenções de voto do deputado Nerinho (PTB), ex-secretário de Desenvolvimento Econômico.

    A deputada Flora Izabel (PT) e a ex-secretária de Infraestrutura Janaínna Marques (PTB) pontuam com o mesmo 1,00%.

    Veja os números completos!


    FICHA DA PESQUISA

    REGISTRO NO TSE No PI-03163/2018

    DATA DO REGISTRO: 13/09/2018

    DIVULGAÇÃO: 19/09/2018

    PERÍODO DE REALIZAÇÃO: 12 A 17 de setembro de 2018

    GRAU DE CONFIANÇA: 95%

    MARGEM DE ERRO ADMITIDA: 2,83% para mais ou para menos. ENTREVISTADOS: 1200.

    ABRANGÊNCIA: PIAUÍ

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  • sexta ,21 de setembro de 2018, às 20:09h

    Chico não é o único decepcionado com a atual direção da OAB-PI, mas foi o primeiro a sair de perto e lançar candidatura (foto: Facebook)

    É difícil defender quem não trabalha. O Política Dinâmica já apontou várias oportunidades em que a gestão Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Piauí se fez de morta. Mas a semana encerra com um dos conselheiros federais da OAB-PI confirmando a inércia.

    O advogado Chico Couto rompeu com a atual diretoria. Ao Política Dinâmica afirmou que é candidato a presidente da Ordem para fazer a instituição voltar a ser respeitada e trabalhar.

    Couto obteve destaque no meio jurídico trabalhando junto ao Conselho Federal da ordem enfrentando obstáculos para entregar melhorias na  condições de trabalho dos advogados previdenciaristas. Uma das ferramentas mais inovadoras da área, o INSS Digital é resultado de sua atitude junto ao Conselho Federal em parceria com a Previdência.

    Chico já está realizando reuniões para fortalecer seu nome para enfrentar a sucessão dos atuais presidente e vice da Ordem (foto: Facebook)

    Os advogados sabem que não é pouca coisa. Logo, o próprio Chico Couto alega que quem trabalha não pode fazer campanha para quem passou dois anos hibernando. Faz todo o sentido. Apesar de não ter dito o nome do adversário, é possível entender que ele fala do advogado Lucas Vila, candidato da atual gestão para a sucessão de Chico Lucas.

    A indignação de Chico Couto parece justa. Despertar de sono profundo apenas para concorrer ao cargo de presidente e usar a estrutura da Ordem para isso é subestimar a própria classe.

    Defender interesses de governo é coisa de político, deputado, secretário e procurador. O sono das comissões, o silêncio do presidente e a cumplicidade institucional da OAB-PI já desidratou demais a moral da Ordem.

    É preciso de uma direção que trabalhe pelos advogados e pela sociedade. Esse racha foi o primeiro. E não deve ser o último.


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  • sexta ,21 de setembro de 2018, às 19:09h

    O petista acha normal defunto assinar documento, o tucano quer acabar com a "corrupção generalizada" da atual gestão (foto: Marcos Melo | PoliticaDinamica.com)

    Não é qualquer um que tem coragem para gravar uma entrevista dizendo que não vê problema em um defunto ganhar uma licitação. É o caso de Wellington Dias (PT). Mesmo assim, segundo o Luciano Nunes — candidato ao governo pelo PSDB — qualquer um que pense assim não merece ser governador.

    “Um defunto ganhou uma licitação e assinou os papéis dentro de uma secretaria, mesmo estando morto”, alegou Luciano apontando o que acredita ser um dos exemplos mais absurdos da corrupção generalizada do governo de Wellington Dias.

    O petista entende que não tem problema se a obra for feita. E isso basta para se entender quem tem e não tem condições de gerir recursos públicos.

    Mas veja o veja o vídeo abaixo e observe mais detalhes!


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  • sexta ,21 de setembro de 2018, às 16:09h

    Atual governador caminha para um inédito segundo turno nas eleições de 2018 (foto: Jailson Soares | PoliticaDinamica.com)

    Mais uma pesquisa DatamaX realizada em todo o Piauí aponta segundo turno nas eleições de 2018 para governador do Piauí. Juntos, os candidatos de oposição ao petistas Wellington Dias estão somando 43,57% das intenções de voto. O atual governador Wellington Dias (PT) aparece com 42,75% das intenções de voto. A margem de erro é de 2,83%.

    Em segundo lugar aparece Dr. Pessoa (SD) com 27,08%. O tucano Luciano Nunes (PSDB) pontua com 10,83%. Em seguida aparecem Elmano Ferrer (PODEMOS), o Veín Trabalhador, com 3,00% e Valter Alencar (PSC) com 1,50%. O candidato de Bolsonaro no Piauí, Fábio Sérvio (PSL), obteve 0,50% na aferição.

    A Professora Sueli Rodrigues (PSOL) pontua com 0,33%; Lourdes Melo (PCO) 0,25%; e Romualdo Seno com 0,08%. A candidata Luciane Santos (PSTU) não foi citada pelos eleitores entrevistados.

    Votariam nulo ou em branco 7,92% dos entrevistados. Não souberam dizer em quem votariam ou não quiseram responder 5,75%.

    Considerando apenas os votos válidos aferição, o atual governador Wellington Dias teria 49,53% contra 50,47% da oposição, o que configuraria o segundo turno.

    O DatamaX foi o instituto que, contrariando todos os outros, apontou em 2016 a vitória de Mão Santa (SD) sobre Florentino Neto (PT) em Parnaíba. O petista era apoiado pelo atual governador Wellington Dias (PT) e pelo senador Ciro Nogueira (PP) e disputava a reeleição. 


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    DATA DO REGISTRO: 13/09/2018

    DIVULGAÇÃO: 19/09/2018

    PERÍODO DE REALIZAÇÃO: 12 A 17 de setembro de 2018

    GRAU DE CONFIANÇA: 95%

    MARGEM DE ERRO ADMITIDA: 2,83% para mais ou para menos. ENTREVISTADOS: 1200.

    ABRANGÊNCIA: PIAUÍ

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  • quinta ,20 de setembro de 2018, às 21:09h

    Mias duas barragens dando confusão na vida de Wellington Dias (foto: Jailson Soares | PoliticaDinamica.com)

    O Governo do Estado não informou, mas o Política Dinâmica foi atrás. O problema que está causando o bloqueio do FPE (Fundo de Participação dos Estados) do Piauí está em convênios da construção da barragem Poço de Marruá e da execução de projetos da barragem de Castelo.

    Barragem Poço de Marruá, Patos do Piauí (foto: Alan Kardek)

    Segundo o Site da Transparência do Governo Federal, o problema está no âmbito do Ministério da Integração Nacional.

    A conclusão da barragem Poço de Marruá — em Patos do Piauí — e obras complementares custaram ao Governo Federal mais de R$ 76 milhões. O Governo do Piauí deveria honrar com uma contrapartida de R$ 8,4 milhões. A gestão de Wellington Dias (PT) não soube informar quanto desse dinheiro já foi pago nem o valor que está atrasado. Também não informaram o valor mensal da parcela.

    A outra inadimplência se refere a irregularidade no uso de recursos destinados à elaboração de projetos complementares para a construção da barragem de Castelo, na bacia do Rio Poty. Um convênio de aproximadamente um milhão de reais. Mais da metade desse valor, algo tem torno de R$ 662 mil, já foram liberados.

    As duas “broncas” constam nos sistemas federais como ligadas à extinta Secretaria de Infraestrutura Hídrica do Piauí. Por aqui, elas são responsabilidade do polêmico Instituto de Desenvolvimento do Piauí, o IDEPI.

    Sim, o mesmo IDEPI que recebeu a visita do Ministério Público do Estado do Piauí há alguns dias durante a primeira fase da Operação Itaorna, que apura pagamentos a empresas de fachada com recursos do FINISA II.


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  • quinta ,20 de setembro de 2018, às 20:09h

    Saiu na coluna Radar assinada pelo jornalista Maurício Lima na VEJA: “Fazenda bloqueia repasses ao governo do Piauí”. A nota aponta uma falta de pagamento da gestão de Wellington Dias (PT) como motivo do congelamento da parte que cabe aos piauienses sobre o Fundo de Participação dos Estados.

    Na última quarta-feira (18), o secretário Antônio Luiz admitiu o bloqueio em entrevista ao Política Dinâmica, mas classificou a situação como “desnecessária”. Disse que não havia motivo nenhum para que o Piauí constasse como inadimplente na lista do Tesouro Nacional. Sem dar detalhes, o secretário apenas disse que foi um “problema de negociação de datas”, ou seja, continuou escondendo o motivo do bloqueio.

    Agora ao invés de um convênio inadimplente, são dois: falta de pagamento e irregularidade na execução financeira (imagem: Tesouro Nacional)

    Ainda segundo Antônio Luiz, o problema deveria ter sido resolvido pelo Tesouro Nacional ainda na sexta-feira dia 14 de setembro. O secretário de Fazenda do Piauí revelou ainda que o problema do recolhimento do FGTS dos servidores piauienses foi secundário e aconteceu depois.

    Antônio Luiz garantiu que não existe problema, mas admite que pode haver desconfiança (foto: Marcos Melo | PoliticaDInamica.com)

    Seja qual for o problema, parece ter aumentado ao invés de diminuir. Antes, no site do Tesouro Nacional, aparecia uma irregularidade por descumprimento de contrapartida num convênio de número 596526 da antiga Secretaria de Infraestrutura Hídrica (SIH). Agora, outro convênio da mesma pasta consta como inadimplente e o motivo é irregularidade na execução financeira.

    O prognóstico não é bom.

    Veja a entrevista com o secretário de Fazenda:


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  • quinta ,20 de setembro de 2018, às 11:09h

    Dr. Pessoa, Wellington e Luciano estão equilibrados em aferição do Credibilidade na capital (foto: Jailson Soares | PoliticaDinamica.com)

     O Instituto Credibilidade divulgou nesta quinta-feira (20) su mais nova pesquisa de intenção de votos para governador do Piauí com abrangência na capital, Teresina. Os números foram pesquisados de 14 a 17 de setembro de 2018. A margem de erro é de 3,7% para mais ou para menos.

    O atual governador Wellington Dias (PT) tem 29,43% das intenções de voto estimuladas. É seguido de perto pelo Dr. Pessoa (SD), com 23,71%, e pelo tucano Luciano Nunes (PSDB), com 15,71%, segundo o aferição.

    Num segundo grupo estão Elmano Ferrer (PODEMOS) com 5,29%; o advogado Valter Alencar (PSC) com 2,00%; e o empresário Fábio Sérvio (PSL) com 1,43%.

    Com menos de 1% estão Luciane Santos (PSTU) com 0,29%; Lourdes Melo (PCO) com 0,14%; Professora Sueli Rodrigues (PSOL) com 0,14%; e Romualdo Seno, que não pontuou.

    Votariam Branco ou nulo 5,14% dos entrevistados. Não souberam em quem votar ou não quiseram se manifestar 16,71%.


    FICHA DA PESQUISA:

    NÚMERO NO TSE: PI-07246/2018

    DATA DE REGISTRO: 13/09/2018

    DATA DE DIVULGAÇÃO: 19/09/2018

    ENTREVISTADOS: 700

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  • quinta ,20 de setembro de 2018, às 11:09h

    Dr. Pessoa, Wellington e Luciano estão equilibrados em aferição do Credibilidade na capital (foto: Jailson Soares | PoliticaDinamica.com)

     O Instituto Credibilidade divulgou nesta quinta-feira (20) su mais nova pesquisa de intenção de votos para governador do Piauí com abrangência na capital, Teresina. Os números foram pesquisados de 14 a 17 de setembro de 2018. A margem de erro é de 3,7% para mais ou para menos.

    O atual governador Wellington Dias (PT) tem 29,43% das intenções de voto estimuladas. É seguido de perto pelo Dr. Pessoa (SD), com 23,71%, e pelo tucano Luciano Nunes (PSDB), com 15,71%, segundo o aferição.

    Num segundo grupo estão Elmano Ferrer (PODEMOS) com 5,29%; o advogado Valter Alencar (PSC) com 2,00%; e o empresário Fábio Sérvio (PSL) com 1,43%.

    Com menos de 1% estão Luciane Santos (PSTU) com 0,29%; Lourdes Melo (PCO) com 0,14%; Professora Sueli Rodrigues (PSOL) com 0,14%; e Romualdo Seno, que não pontuou.

    Votariam Branco ou nulo 5,14% dos entrevistados. Não souberam em quem votar ou não quiseram se manifestar 16,71%.


    FICHA DA PESQUISA:

    NÚMERO NO TSE: PI-07246/2018

    DATA DE REGISTRO: 13/09/2018

    DATA DE DIVULGAÇÃO: 19/09/2018

    ENTREVISTADOS: 700

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