Coluna Lídia Brito
  • 18 de junho 2018

    sexta, 09 de fevereiro de 2018, às 12:15h

    O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, iniciou o dia com um café da manhã com o governador Wellington Dias (PT). A pauta do encontro foi a definição do nome do vice que irá compor chapa com o petista.

    Wellington vai seguir proposta de Ciro de fazer pesquisas (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    Ciro afirma que o governador acatou a sugestão progressista do vice ser escolhido após pesquisa de opinião. “É um cargo muito importante. Não tem como se escolher um nome sem ouvir a opinião pública. O povo tem que ser ouvido. A Margarete é uma vice que já mostrou ser muito competente e que tem todas as condições de continuar no cargo”, declarou.

    Em entrevista ao Política Dinâmica, Ciro revelou que Wellington além de se basear nas pesquisas, vai iniciar um cronograma de conversas com outros partidos. “A opinião das outras siglas também é importante. O governador vai iniciar um cronograma de conversas para tomar a melhor decisão para o Piauí”, afirmou.

    Enquanto Ciro tomava café com o governador, o presidente da Assembleia Legislativa, Themístocles Filho (MDB), se reuniu com o secretário de Governo, Merlong Solano (PT). Em troca do apoio do petista para ser vice, Themístocles prometeu apoiar a pré-candidatura dele a deputado federal. O emedebista também já recebeu o apoio da primeira-dama e secretária de Educação, Rejane Dias (PT).

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  • sexta, 09 de fevereiro de 2018, às 8:42h

    Os partidos e blocos partidários começaram a indicar seus líderes na Assembleia Legislativa. Essa etapa é importante porque só depois de todas as indicações serem feitas, a Casa irá definir quem serão os presidentes das comissões técnicas.  

    Governo quer a formação de Comissões para aprovar viagem de Wellington (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    No MDB, partido com a maior bancada da Casa, o deputado Severo Eulálio assumirá o lugar de líder que foi do deputado João Madison. O partido quer o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Assembleia.

    Já o deputado Júlio Arcoverde (PP) anunciou a indicação do deputado B. Sá para o bloco composto pelo Progressistas (PP) e Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Compõe o bloco os deputados Júlio Arcoverde, Belê Medeiros (PP), B. Sá, Liziê Coelho (PTB) e José Hamilton (PTB). O PP deve indicar um nome para presidir a comissão de Finanças.

    O deputado Dr. Pessoa (PSD) continuará como líder do Partido Social Democrático. “Quero antecipar que eu devo continuar na liderança do partido”, disse.

    O presidente da Assembleia, deputado Themístocles Filho, afirma que as comissões já tem como primeira missão aprovar viagem internacional do governador Wellington Dias (PT). “É importante a formação das comissões. Hoje recebemos uma mensagem do governador solicitando autorização para uma viagem internacional. E esse documento precisa do parecer da Comissão para vir a Plenário e ser devidamente votado”, disse

    Wellington Dias deve ir a Portugal para conversar com empresa que pode assumir a lacuna deixada pela Suzano, que iria se instalar no Estado para a produção de celulose. 

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  • sexta, 09 de fevereiro de 2018, às 8:22h

    O presidente estadual do MDB, deputado Marcelo Castro, afirma que as vagas na chapa de reeleição do governador Wellington Dias (PT) devem ser distribuídas apenas entre os grandes partidos. Ele defende ainda que cada legenda deve ficar apenas com uma vaga majoritária.

    Na prática, isso significa que siglas como o Progressistas do senador Ciro Nogueira e o PP do governador não poderiam ter duas vagas. Se Ciro for candidato à reeleição, o partido não poderá indicar um nome para a vaga de vice. O mesmo ocorreria com o PT.  Como Wellington já é o cabeça da chapa, o partido deveria abrir mão da reeleição da senadora Regina Sousa.

    “Não é lógico um único partido ocupar duas vagas na chapa majoritária. São apenas quatro vagas, então cada partido fica com uma. Como são muitos partidos e poucas vagas, os maiores partidos devem indicar nomes para os cargos majoritários.  O PT ocuparia a vaga de governador, o PP tem o senador Ciro, o MDB ficaria com a vice”, declarou.

    A outra vaga de senador, que hoje pertence a senadora Regina Sousa, seria negociada com legendas como o PSD e o PDT. O PT já avisou que não aceita perder a vaga do Senado. O partido já anunciou que Regina é pré-candidata à reeleição.

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  • quinta, 08 de fevereiro de 2018, às 12:07h

    O prefeito Firmino Filho se pronunciou sobre a mais nova polêmica envolvendo a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores. O PSL entrou com pedido de liminar na Justiça tentando anular a eleição. Como resposta, o presidente da Casa, Jeová Alencar (PSDB), disse que “forças externas” estariam por trás da decisão do presidente do PSL, Sérgio Bandeira.

    Prefeito evitar polemizar sobre declarações de Jeová Alencar (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    Para Firmino, a decisão do partido é legítima e caberia a Jeová Alencar apenas aceitar a decisão. Tentando evitar nova discussão sobre o assunto, Firmino disse que não iria mais se pronunciar sobre o assunto pois seria “chover no molhado”.

    “São vários partidos que estão com representantes na Câmara. Essa é uma questão interna da Câmara.  A presidência da Câmara e o conjunto de vereadores tem que respeitar a posição desse partido. Acho que é basicamente chover no molhado falar sobre isso”, disse.

    O PSL pede a realização de uma nova eleição. O presidente da sigla, Sérgio Bandeira, afirma que a eleição apresenta problemas como desrespeito à proporcionalidade. Segundo ele, o partido tem dois vereadores e nenhum representante na Mesa Diretora. A cota de mulheres também teria sido desrespeitada.

    O presidente Jeová Alencar disse sentir “pena” de Sérgio Bandeira. "Eu não tenho raiva do Sérgio. Eu tenho é pena. Ele tem sido usado por forças externas. É lamentável um partido ser usado dessa forma", declarou ao dizer que forças externas teriam influenciado na decisão do PSL.    

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  • quinta, 08 de fevereiro de 2018, às 9:59h

    É grande a possibilidade do PPS do Piauí apoiar a campanha de reeleição do governador Wellington Dias (PT). Nacionalmente, o partido é conhecido como um dos principais críticos do PT e acusa o partido do ex-presidente Lula de corrupção. Mas nos Estados, em busca da sobrevivência, o discurso deve ser outro.

    Para compor um grupo formado por partidos pequenos, o PPS do Piauí deve apoiar o PT e Wellington Dias. Em entrevista ao Política Dinâmica, o vereador Dr. Lázaro, que representa a sigla na Câmara de Teresina, afirma que as vezes é preciso escolher o “menos ruim”.

    PPS deve apoiar à reeleição do governador Wellington Dias no Piauí (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    “Não há definição. Nacionalmente já existe há muito tempo esse alinhamento de ser contra o PT. Isso desde o escândalo do mensalão no primeiro governo do ex-presidente Lula. O PPS saiu do governo e essa ideia não mudou. Mas é preciso respeitar a conjectura local. A política partidária é importante, mas muitas vezes na política você tem que escolher o menos ruim devido às questões locais. Não podemos nos omitir. Já existem conversações entre o nosso presidente estadual, Celso Henrique, e o presidente nacional no intuito de ocorrer essa liberação para que localmente possamos escolher o que for melhor”, declarou o vereador.

    O PPS deve compor um bloco com partidos como o PHS, PSL, PRTB e PV. A definição é que eles votem no mesmo candidato proporcional. O caminho é que esse candidato venha a ser o governador Wellington Dias (PT).

    “A ideia é que se forme um bloco e que todos os partidos votem no mesmo candidato majoritário. Já é um motivo até para não haver uma fragmentação. Se ocorrer essa divisão podemos não alcançar o nosso objetivo que é eleger o maior número de deputados estaduais e federais. Pelo menos é minha ideia”, declarou.

    Lázaro é pré-candidato a deputado e diz ter o apoio do partido. “É vontade do partido e vontade pessoal desse vereador de ser pré-candidato a deputado estadual. Essa é a primeira ideia no momento. Eu acho que essas eleições são emblemáticas. São um momento ímpar, não são eleições comuns. A situação nacional inspira cuidados no campo político e seria muita omissão da minha parte, muito egoísmo me acomodar e não participar desse processo”, disse.

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  • quinta, 08 de fevereiro de 2018, às 9:12h

    A presidente do PV no Piauí, vereadora Teresa Britto, critica a política de segurança do governo do Estado. Segundo ela, as pesquisas que mostram o Piauí como um Estado seguro, não são reais. A vereadora afirma que os dados apresentados fogem da realidade.

    Teresa Britto critica segurança pública do Piauí (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    Com uma postura de oposição ao Palácio de Karnak, a parlamentar afirma que a segurança é hoje um dos principais problemas enfrentados pela população da capital e do interior do Piauí. “Aparecem pesquisas que não são reais. Sabemos que a maioria da população não faz boletim de ocorrência porque não tem resultado. Muitas vezes a vítima chega na delegacia e não tem nem quem faça o registro da ocorrência. Esses índices apresentados que mostram tudo muito bem não são reais. É preciso que o Governo tenha um olhar diferente com a segurança”, destacou.

    Teresa nega que as críticas à segurança ocorram apenas pela fato dela ser oposição ao Palácio de Karnak. As minhas críticas são dentro de uma realidade. Se fosse aliada faria a mesma coisa, cobrando para que o poder público tenha um olhar especial para aquilo que a população sofre, como a segurança pública.  No caso do prefeito Firmino Filho (PSDB) cobro o que precisa melhor. Fui oposição ao Firmino na gestão passada, mas votei nos projetos importantes da cidade e cobrei o que era necessário. Hoje como aliada faça o mesmo. É dessa forma que me comporto”, declarou.

    Na eleição de outubro, Teresa deve ser candidata a deputada estadual pelo PV. Dificilmente o partido estará no palanque de Wellington. A sigla deve apoiar um nome de oposição. Ela explica que a decisão será tomada em conjunto com outros partidos que formam um bloco com o PV.

    “Estamos conversando com siglas como o PRTB, PSL, PSS e PHS na conjuntura proporcional. Decidimos que esses partidos devem adotar o mesmo candidato a governador. Nossa prioridade nesse momento é primeiro fortalecer o partido para depois se discutir o apoio a um candidato. Temos tempo para isso”, afirmou.  

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  • quinta, 08 de fevereiro de 2018, às 8:32h

    O Procurador-Geral de Justiça do Estado do Piauí, Cleandro Moura, expediu recomendação aos prefeitos municipais, para que não sejam utilizados recursos públicos na promoção de festas carnavalescas e shows. A medida vale para as cidades que estejam com  o pagamento dos servidores em atraso.

    Cleandro Moura quer evitar gastos com carnaval (Foto:JailsonSoaresqPoliticaDinamica.com)

    Cleandro Moura afirma que a prioridade deve ser o cumprimento das obrigações com o funcionalismo público. As orientações devem ser seguidas mesmo que o inadimplemento atinja apenas parcela dos servidores, incluindo comissionados, temporários e inativos.

     “Os munícipes de várias cidades do Estado do Piauí presenciam a utilização de recursos públicos para realização de festas e shows artísticos, em detrimento da falta do regular funcionamento dos serviços públicos, especialmente no que se refere ao atraso e inadimplemento de pagamento de servidores municipais”, frisa o chefe do Ministério Público.

     Segundo o procurador, não é aceitável a gastança de recurso público em festas carnavalescas, se existirem débitos salariais. Cleandro recomendou, ainda, que os Promotores de Justiça diligenciem no sentido de verificar o cumprimento das orientações por parte dos prefeitos, de forma a garantir a aplicação dos princípios da legalidade e da moralidade administrativa.

    Constatada a ocorrência de utilização de recursos públicos para realização de festas e shows artísticos em prejuízo do cumprimento da obrigação constitucional do devido pagamento aos servidores públicos, os promotores de Justiça procederão à análise da notícia no âmbito da improbidade administrativa. Os fatos apurados devem ser comunicados à PGJ, para que sejam adotadas medidas na seara criminal.

    “A realização de gastos com festividades na pendência de quitação – parcial ou integral – dos salários dos servidores públicos tem o potencial de violar o princípio constitucional da moralidade administrativa, caracterizando ato de improbidade administrativa, bem como crime de responsabilidade”, explica.

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  • quinta, 08 de fevereiro de 2018, às 8:22h

    O deputado estadual Luciano Nunes esteve reunido nesta quarta-feira (07) com o presidente nacional do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), o governador de São Paulo Geraldo Alckmin. Pré-candidato a presidente da República, Alckmin busca apoio nos estados para a construção de palanques sólidos.

    Geraldo Alckmin conversa com Luciano Nunes (Foto: Ascom)

    No Piauí, Luciano é pré-candidato do PSDB a governador, mas tem como empecilho o prefeito de Teresina Firmino Filho (PSDB), que ainda não se decidiu se será candidato ao Palácio de Karnak ou se apoiará o deputado. Luciano quer o apoio de Alckmin para ser o candidato tucano.

    De acordo com Luciano, os dois conversaram sobre os desafios enfrentados pelo Brasil e o Piauí. “Discutimos a conjuntura política, econômica e social do Brasil, e também do Piauí. Mas também falamos sobre o cenário político local, sobre as questões partidárias, estratégicas, e o governador manifestou apoio a este projeto de pré-candidatura no Piauí. Foi uma conversa animadora e bastante positiva”, pontuou

    Segundo pesquisa Datafolha realizada entre os dias 29 e 30 de janeiro de 2018 e divulgada no dia no dia 02 de fevereiro, Alckmin tem 7% das intenções de votos no cenário com Lula (34%) e Bolsonaro (17%). O governador de São Paulo deve começar a percorrer o Brasil para tentar melhorar o desempenho nas pesquisas. Uma visita dele ao Piauí é aguardada depois que o partido decidir se o candidato é Luciano ou Firmino.

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  • quarta, 07 de fevereiro de 2018, às 13:25h

    O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Robert Rios (PDT), se manifestou sobre o atraso no pagamento dos servidores terceirizados, que prestam serviços ao governo do Estado. Ele acusa o governo de manter gastos altos para acomodar aliados políticos, em prejuízo dos terceirizados.

    Robert Rios afirma que Governo paga servidores fantasmas (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    Robert afirma que existem 300 servidores fantasmas pagos pelo Karnak, que estariam com os salários em dia. “O governo sempre foi um perdulário. Criou vários órgãos, secretarias, coordenadorias e DAS a vontade. Só no Karnak tem 300 fantasmas sendo pagos pelo governo e em dias. Enquanto isso, pais e mães de família que trabalham como terceirizados não estão recebendo”, declarou.

    O parlamentar afirma que os terceirizados foram enganados com a promessa de que os débitos seriam normalizados em fevereiro. “Os terceirizados foram enganados mais uma vez. Eles agora vão começar a pagar apenas 15% do que devem aos terceirizados. É quase nada. O Governo disse que economizou R$ 21 milhões só tirando os servidores públicos da folha. Ele teria o dinheiro suficiente para pagar os terceirizados que em algumas repartições são inúteis, mas em outras como Agespisa, Detran e a Maternidade são extremamente importantes e prestam um relevante serviço ao Piauí. E é até um serviço barato”, comentou.

    Robert afirma que têm terceirizados passando fome. “Agora estão com os alugueis atrasados. Com os filho fora da escola. Não puderam comprar o material escolar para os filhos. É uma dificuldade enorme. Tem pessoas passando fome e o governo fica brincando de pagar 15%”, destacou.

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  • quarta, 07 de fevereiro de 2018, às 13:00h

    O drama dos servidores terceirizados continua. Na manhã desta quarta-feira (07), o vereador R. Silva (PP), usou a tribuna da Câmara para cobrar do governador Wellington Dias (PT) a regularização dos pagamentos. O parlamentar irá apresentar um requerimento que será encaminhado ao Palácio de Karnak, cobrando a regularização dos repasses.

    O drama dos servidores terceirizados continua (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    R. Silva afirma que apesar do governo não pagar diretamente os terceirizados, ele é responsável pelos atrasos. “É uma necessidade urgente do Governo repassar o que está devendo para as empresas. Ao mesmo tempo, o Governo tem que acompanhar as empresas no pagamento dos terceirizados porque são trabalhadores que prestaram serviço ao Governo e estão há três meses sem receber o salário e o 13º. De forma que a nossa preocupação é no sentido de que o governo possa quitar esses débitos com as empresas. Só assim, as empresas repassarão aos servidores”, afirmou.

    O vereador relata que foi procurado por terceirizados que continuam com os serviços atrasados. “Conversei na noite desta terça-feira (06) e recebi várias ligações, tive contato pessoal com muitos terceirizados e, principalmente, da maternidade Dona Evangelina Rosa. Eles afirmam que não foi repassado nenhum centavo. Normalmente os contratos tanto do governo, como dos municípios com as terceirizadas, se coloca que a empresa pode suportar um atraso de até dois meses. Mas a partir do terceiro mês em diante, cabe ao governo ser responsabilizado por essa falta de pagamento”, comentou.

    R. Silva afirma que os terceirizados relatam que estão passando necessidade, com as contas em atraso. “São muitos os relatos de dificuldades. Entendemos que nesse caso tanto o governo do Estado, quanto as empresas estão devendo para o servidor porque são mais de 3 meses e tem o 13º salário também. Amanhã eu vou apresentar um requerimento e esperamos que o plenário aprove. Vamos encaminhar ao governador para que ele possa quitar os débitos que o estado tem com as empresas. Cobramos que ele repasse urgentemente o que o Estado está devendo para as terceirizadas cumprir o compromisso com os servidores”, disse.

    O governo informa que os pagamentos começarão a ser normalizados com a abertura do novo sistema financeiro, que ocorreu no dia 5 de fevereiro. 

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  • quarta, 07 de fevereiro de 2018, às 12:25h

    O presidente do PSL, Sérgio Bandeira, nega influência do prefeito Firmino Filho (PSDB) na decisão de entrar na Justiça contra a eleição da Mesa Diretora da Câmara. Segundo ele, o regimento interno da Casa foi desrespeitado. Sérgio defende que uma nova eleição tem que ser realizada, dentro da legalidade.

    Luís André não quis se manifestar sobre a decisão do partido (Foto: JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    "Eu sei que posso falar que o prefeito não interferiu, mas eles não vão acreditar. Mas não teve influência dele. Eu reuni os vereadores do partido e eles me falaram que não foram convidados a participar. Que não acompanharam as reuniões. Então fomos buscar o direito do partido. É uma decisão do PSL junto com os vereadores", afirmou.

    O vereador Luís André se negou a falar sobre o assunto. Ele diz que votou em Jeová e ficaria em uma situação delicada ter que falar contra a eleição.

    A vereadora Teresinha Medeiros diz que espera a decisão da Justiça. Ela afirma que a iniciativa foi do presidente Sérgio Bandeira.

    Teresinha afirma que só foi informada da decisão do partido na semana passada. "O Sérgio me disse que foi uma deliberação nacional para que o partido ocupe os espaços. O PSL tem dois vereadores e nenhum na Mesa. O partido tem o direito de participar. Não tenho nada contra o vereador Jeová Alencar, mas são vários os problemas na eleição", afirmou.

    Além de questionar a proporcionalidade, o PSL afirma que a eleição não respeitou o princípio da publicidade. O pleito foi realizado dia 16 de novembro. Os vereadores aprovaram a realização da eleição no dia 14, véspera do feriado de Proclamação da República. Segundo o partido, não houve tempo para que os demais vereadores participassem do processo.  

    O presidente da Casa, vereador Jeová Alencar, diz que não foi notificado ainda pela Justiça.

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  • quarta, 07 de fevereiro de 2018, às 10:41h

    Jeová lamentou que Sérgio Bandeira, filho de Ricardo Bandeira, esteja, no seu entendimento, se deixando usar por "forças externas" (foto: Jailson Soares | PoliticaDinamica.com)

    O presidente da Câmara Jeová Alencar (PSDB) se pronunciou sobre a decisão do PSL de entrar na Justiça para anular a eleição na Câmara. Ele disse ter pena pelo presidente da legenda, Sérgio Bandeira. Sem querer citar o nome do prefeito Firmino Filho, Jeová disse que Sérgio e o PSL são usados por "forças obscuras".

    Jeová afirmou ter "pena" de Sérgio Bandeira. "Eu não tenho raiva do Sérgio.  Eu tenho é pena. Ele tem sido usado por forças externas. É lamentável um partido ser usado dessa forma", declarou.

    O presidente questionou os argumentos do PSL para entrar com a liminar. "Ele citou a proporcionalidade. Disse que os vereadores do partido foram excluídos. Mas o Luis André disse que não queria. A vereadora Teresinha nem veio votar. Por que os vereadores não reivindicaram? Por que foi o Sérgio?  Lamento muito que ele se preste a esse papel", disse.

    Presentes na sessão, os vereadores do PSL não se pronunciaram até o momento da publicação desta matéria (foto: Jailson Soares | politicaDinamica.com)

    O vereador Dudu (PT) disse que a liminar é uma vergonha para o PSL. "A eleição não desrespeitou o regimento. Os vereadores votaram a favor do meu requerimento. O Luís André votou a favor do Jeová. É muito estranho", declarou.

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  • quarta, 07 de fevereiro de 2018, às 8:33h

    O presidente do PSL, Sérgio Bandeira, informou que o partido entrou com um mandato de Segurança com pedido de liminar para anular a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Teresina, realizada em novembro de 2017. Na ocasião, o presidente da Casa, vereador Jeová Alencar (PSDB), foi reeleito.

    PSL entra na Justiça contra eleição de Jeová Alencar (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    Amigo pessoal do prefeito Firmino Filho (PSDB), Sérgio afirma que a eleição da Casa descumpriu o regimento interno. A eleição foi antecipada e ocorreu um dia após os vereadores aprovarem a proposta de antecipação.

    Sérgio afirma que o PSL foi prejudicado com a votação. O partido ficou sem espaço na composição da Mesa Diretora. Os vereadores Luís André e Teresinha Medeiros ficaram de fora. O PSL quer a realização de uma nova eleição.

    Ele alega ainda que a eleição não respeitou a cota de 30% da participação das mulheres. Com a eleição, Jeová Alencar já garantiu o mandato no biênio de 2019/2020. Apesar de ser aliado de Firmino, Sérgio nega que a decisão de entrar na Justiça tenha sido orientado pelo tucano. Firmino foi contra à reeleição de Jeová e acusa o vereador de agir orientado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho (MDB).

    Na abertura do Ano Legislativo, Firmino disse que a casa virou um “puxadinho” de Themítocles. Em resposta, Jeová disse que os vereadores não são empregados de luxo do prefeito e possuem autonomia.

    A realização da eleição ocorreu um dia após o feriado do dia 15 de novembro. Na época, Firmino cumpria viagem administrativa na Espanha. O prefeito chegou a acusar de traidores os vereadores da base aliada que votaram com Jeová. O vereador Zé Nito (MDB), aliado de Themístocles Filho, foi expulso da base e passou para a oposição.

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  • terça, 06 de fevereiro de 2018, às 13:25h

    O vereador Joninha pode deixar o ninho tucano. Com o desejo de ser candidato a deputado federal, o parlamentar busca uma coligação para tornar o desejo em algo concreto. Joninha busca a melhor estratégia para não ser prejudicado.      O vereador espera a resposta de uma consulta à Justiça para saber se pode deixar o PSDB.

    vereador Joninha busca uma coligação para ser candidato (Foto:JailsonSoares/PoliticaDianmica.com)

    Na disputa por cargos na Assembleia Legislativa e na Câmara federal, os tucanos devem fazer aliança com siglas como PSB, PRB e DEM. Nessa coligação, já existem deputados como   Rodrigo Martins (a caminho do PRB), Heráclito Fortes (deve ir para o DEM) e Átila Lira (que ainda  conversa com o DEM e o PSDB).

    A disputa seria acirrada e o vereador busca uma coligação formada por partidos menores. O problema é que os grupos das legendas menores já estão fechados com o governador Wellington Dias (PT). Joninha diz ser mais fácil desistir da candidatura do que votar contra o prefeito Firmino Filho (PSDB).

    Se Firmino não for candidato, Joninha deve votar no deputa Luciano Nunes (PSDB), pré-candidato a governador, nunca em Wellington. Uma decisão final será tomada após conversa com o prefeito Firmino Filho. 

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  • terça, 06 de fevereiro de 2018, às 12:57h

    A Câmara de Teresina retornou os trabalhos oficialmente na manhã desta terça-feira (06). O clima na Casa ainda é tenso depois das declarações dadas pelo prefeito Firmino Filho (PSDB) na solenidade de abertura do Ano Legislativo. Na ocasião, o tucano afirmou que a Câmara estaria virando um “puxadinho” da Assembleia Legislativa, se referindo à relação entre Jeová e o deputado Themístocles Filho (MDB).

    Kleber Montezuma irritou vereadores da oposição (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

    As declarações do prefeito foram seguidas por secretários como Kleber Montezuma (Educação). O líder da oposição na Casa, vereador Dudu (PT), reagiu e apresentou um requerimento solicitando que o secretário apresente esclarecimentos sobre as acusações. O presidente da Câmara, Jeová Alencar (PSDB), apoiou a proposta de Dudu.

    O requerimento foi rejeitado. Dudu recebeu o apoio apenas dos vereadores Zé Nito (PMDB), Cida Santiago (PHS) e Deolindo (PT). Por ser presidente, Jeová não votou. “Ele (Kleber) faltou com respeito com a Câmara”, declarou.

    Dudu afirma que Kleber precisa se retratar pela forma com que falou sobre a Câmara. Segundo ele os vereadores foram desrespeitados. “Ele precisa entender que a Câmara tem vereadores livres. Nosso único patrão é o povo. O secretário precisa obedecer o prefeito que o colocou no cargo. Nós não precisamos. Só devemos explicações ao povo”, declarou.

    Na base do prefeito, os vereadores defenderam a necessidade de se passar uma borracha no episódio. “É melhor deixar essa história para lá, porque já passou. É melhor que fique para trás. O mais sensato é fazer com que os trabalhos da Casa possam seguir, ficando nos trabalhos que temos que desempenhar aqui na Casa”, declarou  a vereadora Teresinha Medeiros.

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