Coluna Gustavo Almeida
  • 18 de outubro 2017

    quarta, 18 de outubro de 2017, às 12:58h

    Secretário diz que 13º pode não ser pago (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O secretário estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, admitiu nesta quarta-feira (18) que o Piauí caminha seriamente para “quebrar” e disse que o risco de colapso nas finanças do Estado é real. Ele também falou que o governo pode não pagar o 13º salário dos servidores e deixar de honrar pagamentos com prestadores de serviço até o final do ano. As afirmações foram feitas a deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Piauí.

    De acordo com Rafael, atualmente o Piauí gasta mais de 95% da sua receita para pagar servidores ativos e inativos e manter despesas de custeio essenciais. Tudo o que resta para outras finalidades, como obras e investimentos, é pouco menos de 5%, percentual que segue caindo. Os gastos com inativos, por exemplo, são crescentes e a escassa margem que resta deverá facilmente ser comprometida. A estimativa do governo é que 10 mil servidores já têm o direito de se aposentar atualmente no Estado, o que vai agravar de vez a situação.

    Rafael expôs a situação para deputados (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    “O Estado não está quebrado, mas caminha seriamente para isso. Essa situação [de colapso] é o que nós queremos evitar. Se nada for feito e as reformas em âmbito nacional não foram feitas, essa vai ser a realidade de vários estados, inclusive do Piauí. O risco de atrasar salários e não pagar o 13º continua e estamos tomando medidas duras para evitar que haja o colapso das finanças, porém a prioridade é não haver atraso no calendário de pagamento. Continuamos vigilantes para o Piauí não colapsar como vários estados já colapsaram”, falou.

    Rafael Fonteles disse que o Piauí só não entrou em colapso ainda por conta do trabalho de arrecadação própria que tem aumentado nos últimos meses. Rafael foi questionado sobre a quantidade de servidores comissionados no governo estadual e disse que eles representam algo em torno de 2% das despesas do governo. O percentual, apesar de pequeno, representa mais de R$ 5 milhões por mês aos cofres da administração estadual.

    Rafael ouviu questionamentos na Alepi (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O secretário disse ainda que vai haver atraso no pagamento de fornecedores e/ou prestadores de serviço para o Estado. Ele admite que, nesses casos, sempre ocorrerá situações onde a dívida com essas pessoas será empurrada para os anos seguintes, aumentando ainda mais os chamados “restos a pagar”. Já existem atrasos com fornecedores.

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  • quarta, 18 de outubro de 2017, às 8:33h

    Bloco partidário se articula para a disputa proporcional nas eleições de 2018

    Dirigentes de sete partidos políticos se reuniram na terça-feira (17) em Teresina para discutirem uma coligação nas eleições estaduais do próximo do ano. O bloco deve ser composto por PV, PSL, PSC, PPS, PRP, PEN e PSDC.

    A coligação entre os partidos traça o objetivo de eleger três deputados estaduais e um deputado federal. O bloco se auto intitula como uma renovação da política piauiense, principalmente em razão do descrédito que atinge a classe política.

    O presidente estadual do PSL, Sérgio Bandeira, disse que o grupo de partidos está unido em prol do Estado. “Estamos unidos e compromissados com o desenvolvimento do Piauí", falou.

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  • terça, 17 de outubro de 2017, às 16:07h

    O prefeito do município de Várzea Branca, no Piauí (Foto: Reprodução/Facebook)

    Uma polêmica inusitada envolve o prefeito do município de Várzea Branca, a 574 km de Teresina, e um dos sanfoneiros mais conhecidos da região do Sul do Piauí. O motivo é o não pagamento pela apresentação do artista na festa da vitória do gestor no 3 de outubro de 2016. Na ocasião, o prefeito Idevaldo Ribeiro (PSB) foi reeleito.

    A comemoração foi animada por Maurinho do Acordeon, sanfoneiro consagrado na região. No entanto, ele alega nunca ter recebido pela apresentação. Nesta terça-feira (17), a filha do artista fez uma postagem no Facebook desabafando sobre o episódio e dizendo que Maurinho nunca recebeu pela festa que celebrou a vitória do prefeito.

    Maurinho chegou a ser cogitado para tocar nos festejos do município este ano e deveria ter animado uma festa no dia 1º deste mês na cidade, mas a apresentação, conforme o relato da filha, foi cancelada após o prefeito ter ficado ofendido com a cobrança referente à festa da vitória. Na publicação, ela diz que a contratação para as festividades não será mais possível.

    Maurinho é um dos artistas mais conhecidos da região Sul (Foto: Reprodução/Facebook)

    A filha do artista ainda pediu desculpas aos moradores de Várzea Branca que estavam na expectativa de Maurinho do Acordeon se apresentar nos festejos da cidade. A publicação encerra com a hashtag #paguemeucachê.

    O Política Dinâmica não conseguiu contato com o prefeito Idevaldo para comentar o episódio.

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  • terça, 17 de outubro de 2017, às 13:09h

    Gerente executivo da Caixa explica a situação (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O gerente executivo da Caixa Econômica Federal no Piauí, Marcelo Melo Diniz, disse que o governo do Piauí não pode usar o dinheiro dos empréstimos contraídos junto à instituição para pagar despesas com a previdência. Ele participou de uma audiência pública nesta terça-feira (17) na sala da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa.

    “Tanto o empréstimo já contratado como o que está em curso só podem ser executados, utilizado os recursos, para a finalidade que está pré-estabelecida na lei que foi aprovada nesta Casa. Não pode haver alteração para despesas correntes. São despesas capitais, inclusive já foi informado quais são as obras e constantes na Lei Orçamentária do Estado. Não pode haver essa alteração de forma alguma”, falou.

    No Projeto de Lei enviado à Assembleia, o governo prevê que dinheiro de operações de crédito pode ser utilizado no Fundo Previdenciário, ou seja, para pagamento de servidores inativos. O gerente, no entanto, não afirma que a proposta é ilegal, pois ela não especifica que trata-se dos dois contratos com a Caixa Econômica Federal.

    Apesar disso, os deputados da oposição entendem que trata-se de uma pegadinha intencional do governo para achar uma brecha e usar o dinheiro dos dois empréstimos com a Caixa, o que, nesse caso, seria ilegal, pois a finalidade deles é outra. Os dois contratos são o de R$ 600 milhões [já contratados] e outro de R$ 315 milhões que está em fase de contratação e deve sair, segundo o gerente, até o final do ano.

    “Os contratos de financiamento da Caixa só seguem após a aprovação de uma lei específica. Quando aprovado aqui ele determina quais são as obras ou que tipo de obras serão feitos os investimentos, não podendo haver alteração do objetivo. Especificamente para esses dois contratos da Caixa não pode ter alteração do objetivo”, reafirmou Marcelo Melo.

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  • terça, 17 de outubro de 2017, às 12:11h

    Presidente da OAB-PI engrossou o discurso (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Bastou um discurso contundente criticando o governo do Estado para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Piauí (OAB-PI), Chico Lucas, virar alvo dos governistas. Nesta terça-feira (17), ele criticou a falta de atitude do governador Wellington Dias (PT) em cortar gastos e cobrou o fim das nove coordenadorias criadas em março deste ano.

    Após o discurso, feito numa audiência pública na sala da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia, ele foi criticado pelos dois maiores defensores do governo do PT no Piauí: o líder João de Deus e o peemedebista João Mádison. O primeiro chamou Chico Lucas de desinformado e o segundo acusou a OAB-PI de omissão e insinuou interesses políticos.

    “O Chico Lucas está desinformado. Ele nem tem participado das discussões nessa Casa. Veio hoje para uma audiência e falou bonito dentro de um contexto. Os deputados da oposição fizeram coro que o governo criou coordenadorias e cargos, indo na linha [do discurso] do Chico Lucas. Mas ele não viu a matéria que nós votamos aqui na época. Não criamos nenhum cargo. Ele falou fazendo os conceitos dele a partir da imprensa”, disse João de Deus.

    João de Deus disse que Chico está desinformado (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    O líder do governo sustenta que Wellington Dias baixou decretos ordenando cortes no custeio da máquina administrativa, contestando as duras críticas de Chico Lucas de que o governador não corta gastos. João de Deus diz que vai levar todos os decretos e as portarias da Secretaria da Fazenda para comprovar que o governo tem adotado medidas de contenção de despesas, ao contrário do que afirmou o presidente da OAB-PI.

    Já o deputado João Mádison, que se elegeu na oposição e virou aliado do governador Wellington Dias no início de 2017, usou tom irônico para criticar o discurso de Chico Lucas. Ele disse que a OAB-PI é omissa em importantes discussões que acontecem no Estado e ainda insinuou um suposto interesse político na fala do presidente da entidade. Nesse momento, Chico Lucas já havia deixado a reunião.

    “Eu gostei muito do posicionamento da OAB-PI, mas acho que ela deveria participar de outras discussões importantes, porque a OAB se omite em muitas coisas. Ele devia estar presente em outras discussões, não só nessa aqui, mas também de outros acontecimentos do Estado. E espero também que não seja feito aqui um palanque político para alguns que queiram depois ser candidatos”, alfinetou o peemedebista que indicou um sobrinho para uma das coordenadorias criadas em março deste ano.

    João Mádison alfinetou críticas da OAB (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    AS CRÍTICAS
    Durante discurso, o presidente da OAB-PI lamentou o fato do governador Wellington Dias querer sair da crise apenas aumentando receitas [criando novos impostos], e não adotar nenhuma medida de contenção de gastos. Ele afirmou que as nove coordenadorias criadas em março deste ano têm finalidades repetidas, pois todas as secretarias de Estado já possuem a função delas. Chico cobrou o fim das nove pastas e disse que Wellington precisa reduzir o tamanho da máquina e não apenas jogar a conta da crise para a sociedade pagar.

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  • terça, 17 de outubro de 2017, às 10:38h

    João Mádison saiu em defesa do governo (Foto: Jailson Soares/Política Dinâmica.com)

    Em tom irônico, o deputado estadual João Mádison (PMDB) partiu para defender o governo de Wellington Dias (PT) após duras críticas feitas pelo presidente da OAB-PI, Chico Lucas, em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia nesta terça (17).

    O deputado peemedebista, que se aliou ao governo do Estado no início do ano e indicou um sobrinho para uma Coordenadoria, não gostou das críticas de Chico Lucas à criação das unidades administrativas. Mais cedo, o presidente da OAB-PI cobrou o fim das nove coordenadorias criadas em março.

    "Eu gostei muito do posicionamento da OAB-PI. Mas acho que ela deveria participar de outras discussões importantes. Porque a OAB se omite em muitas coisas. Espero que não seja feito aqui palanque político para alguém que queira se candidatar", alfinetou João Mádison.

    O nome de Chico Lucas tem sido ventilado para uma possível candidatura nas eleições de 2018. Ele nega a intenção e sustenta que não será candidato a nenhum cargo. Durante a fala de João Mádison, o presidente da OAB-PI já havia deixado a reunião.

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  • terça, 17 de outubro de 2017, às 10:15h

    APOSTA ERRADA

    Quando assumiu o governo do Piauí em 2015, o governador Wellington Dias (PT) prometeu enfrentar a violência com firmeza e disse, no discurso de posse, que quem apostasse na bandidagem iria perder. Se essa aposta valesse dinheiro, os piauienses que seguiram o conselho dele estariam todos lascados.

    SATISFEITO

    O secretário Hélio Isaías (PP) disse ontem (16) que a parte do Orçamento 2018 destinado para a Defesa Civil o contempla. Apesar do Piauí enfrentar a mais severa seca das últimas décadas e da população estar sofrendo no semiárido, ele garante que não vai faltar recursos para as ações de enfrentamento à seca e assistência aos sertanejos.

    INCOMUM

    Chama atenção o fato de Hélio Isaías dizer que os R$ 25 milhões para a Defesa Civil o contemplam enquanto secretário. A pasta que ele administra é essencial para socorrer sertanejos que sofrem para conseguir água no semiárido. Enquanto isso, a Coordenadoria de Comunicação Social, responsável pela propaganda do governo, terá quase R$ 35 milhões.

    PREOCUPAÇÃO

    Hélio tem outras preocupações mais urgentes que crescer o orçamento. Podemos citar, por exemplo, gastar melhor o orçamento que ele já tem. A Defesa Civil tem apurado fraudes em abastecimentos de água por meio de carros-pipa, em alguns casos, com a conivência da comissão municipal de defesa civil.

    COMEMOROU

    Na semana passada, o deputado federal Marcelo Castro (PMDB) postou vídeo nas redes sociais celebrando os bons números do governador Wellington Dias (PT) na última pesquisa Vox Populi. Certamente ele não postaria nada (e nem gostaria) se o seu colega de partido, João Henrique Sousa, tivesse bem nas pesquisas.


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  • terça, 17 de outubro de 2017, às 9:50h

    Chico Lucas fez duras críticas ao governo (Foto: Jailson Soares/PolíticaDinâmica.com)

    O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Piauí, Chico Lucas, fez duras críticas ao governador Wellington Dias (PT) nesta terça-feira (17) em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia. O encontro discute o projeto de lei do governo que tenta aumentar impostos sobre produtos e serviços no Estado. 

    Chico Lucas disse que o governador tenta sair da crise apenas querendo aumentar receitas, mas não faz nenhum esforço para cortar despesas. O presidente da OAB-PI foi duro no discurso e cobrou o fim das coordenadorias criadas em março pelo governador. Segundo ele, as pastas têm objetivos repetidos, já que as secretarias estaduais possuem estruturas com a mesma finalidade. Ele afirmou que as coordenadorias estão fazendo asfalto e calçamentos em vários lugares do Piauí. 

    "Fico ressentido de não ver uma proposta de redução de despesas. Como o governo vai enfrentar a crise com uma proposta transitória se o maior dilema é o tamanho do Estado? Eu não vejo aqui na proposta de aumento de receitas o fim das coordenadorias. O governo criou coordenadorias com objetos repetidos. Todas estão fazendo calçamento e asfalto. Nenhuma está cumprindo com seus objetivos", disse Chico Lucas. 

    O advogado afirmou que o governador só demonstra ter crise quando o preço dela é  pago pela sociedade, mas não faz o mesmo com relação à classe política. Segundo ele, é urgente a necessidade de se conter o tamanho da máquina administrativa estadual. 

    "O Estado precisa ser contido. O governo, ao mandar uma proposta que aumenta a carga tributária, mas todo o tempo aumentando as estruturas do Estado, passa uma mensagem dúbia de que só tem crise no que diz respeito aos empresários e a sociedade, mas não tem crise para o meio político", criticou. 

    Diversos representantes de outras entidades, sobretudo da classe empresarial, criticaram duramente o projeto do governo durante a reunião. A audiência pública para discutir o tema foi proposta pelo deputado estadual Rubem Martins (PSB).

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  • terça, 17 de outubro de 2017, às 9:09h

    Audiência pública na Assembleia Legislativa (Foto: Jailson Soares/PolíticaDinâmica.com)

    A Assembleia Legislativa do Piauí realiza na manhã desta terça-feira (17) uma audiência pública para discutir o Projeto de Lei do governo do Estado que trata sobre Refis, mas também trás em seu conteúdo artigos que preveem aumento de impostos. Representantes de diversas entidades participam do encontro na sala de reuniões da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). 

    A audiência foi proposta pelo deputado estadual Rubem Martins (PSB). O presidente da OAB-PI, advogado Chico Lucas, e o vice-presidente da Federação das Indústrias do Piauí (Fiepi), participam da reunião. Vários outros membros da classe empresarial também discutem o tema e condenam a tentativa do governo de elevar impostos sobre produtos e serviços.

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  • segunda, 16 de outubro de 2017, às 13:00h

    Deputados fazem questão de "ostentar lideranças" (Foto: Gustavo Almeida/PoliticaDinamica)

    A prática mais comum nas redes sociais dos políticos piauienses é a postagem de fotos com lideranças do interior em seus gabinetes. São prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, suplentes de vereador, etc. A praxe é: recebeu alguém no gabinete, posta a foto na rede social.

    As legendas nas postagens são as mais corriqueiras e clichês: “Recebemos hoje o vereador fulano de tal, oportunidade em que tratamos de demandas para o município”. “Com o nosso amigo beltrano, importante liderança da região Sul que deve marchar conosco”. E por aí vai.

    Poucos sabem, mas nem sempre a intenção dessas postagens é mostrar os encontros ao povo, ao eleitor comum. Na verdade, o objetivo do político, em boa parte dos casos, é mostrar aos outros deputados a sua força, fazer os colegas verem que ele tem muito apoio político.

    Pode ser a visita de um suplente de vereador que só teve 100 votos, mas é preciso postar a foto do encontro para mostrar aos colegas o leque de lideranças que o acompanha e/ou deseja acompanhá-lo. Por isso, sempre que você ver postagens desse tipo, saiba que aquela mensagem talvez não tenha você como destinatário principal.

    Contam alguns assessores que o ego de certos deputados precisa ser alimentado com essa demonstração de força. Por isso, é preciso mostrar ao inquilino do gabinete vizinho qualquer visita de alguma liderança política. Principalmente agora, em ano pré-eleitoral, alguns deputados fazem questão de "ostentar" suas lideranças para a concorrência.

     

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  • segunda, 16 de outubro de 2017, às 12:03h

    Secretário diz que não faltará assistência (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Enquanto muitos gestores querem mais dinheiro do orçamento para suas secretarias, o secretário de Defesa Civil Hélio Isaías (PP) se mostra satisfeito com o valor que foi destinado à pasta que ele administra. Mesmo com a maior seca das últimas décadas no semiárido piauiense e com o sofrimento dos sertanejos da região, ele garante que não faltará dinheiro para as ações desenvolvidas pela pasta.

    Conforme o projeto de lei orçamentária enviado pelo governo para a Assembleia Legislativa, a Defesa Civil terá direito a R$ 25 milhões em 2018, um aumento de R$ 4 milhões em relação ao orçamento de 2017. A secretaria, responsável por garantir o abastecimento de água em diversos municípios castigados pela seca, vai receber menos do que o Turismo e do que a Coordenadoria de Comunicação Social, responsável pela propaganda do governo.

    “O orçamento nunca bate com o realizado no final e sempre há suplementações. Isso não é problema para a gente. A Defesa Civil teve acréscimos em algumas áreas e contempla. Agora nós temos várias ações com recursos federais e dentro desses temos assegurados para o final deste ano e o próximo ano R$ 12 milhões na área da operação carro-pipa, adutoras de engate rápido e para melhoria do abastecimento em alguns municípios do Piauí”, disse.

    Hélio Isaías garante que o governo do Estado e o governo federal não têm deixado de dar assistência aos municípios que precisam da operação pipa. “Alguns municípios a gente ainda tem que dar aquela atenção diária tanto na zona rural, através do Exército, como na zona urbana através da Secretaria Estadual da Defesa Civil”, falou.

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  • segunda, 16 de outubro de 2017, às 11:47h

    Wellington diz que orçamento é um desafio (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O governador Wellington Dias (PT) falou nesta segunda-feira (16) sobre a divisão do orçamento do Estado para 2018 e disse que o governo fez o melhor que pode para contemplar cada órgão da melhor forma. Ele ressaltou que o orçamento é sempre o grande desafio enfrentado pela gestão estadual e que ele será adequado conforme as receitas.

    “Especialmente em momentos como esse que vivemos o dinheiro não dá para tudo e aí nós vamos ter que adequar a partir da receita. Em dados momentos onde a receita está mais forte nos permite até colocar projetos que estão na prateleira esperando há algum tempo. Mas nesse instante o cuidado é para que tenhamos um orçamento exequível e que possa caber as despesas dentro da receita do Estado”, falou.

    Wellington voltou a destacar que o grande gargalo do Piauí são os gastos com previdência, despesa que tem crescido descontroladamente nos últimos anos. “Esse é o grande problema. O Piauí hoje tem uma dívida controlada, uma folha controlada, uma despesa de custeio sob controle, mas o grande problema é esse [o da previdência], pois a medida que cresce uma despesa não planejada ela reduz a capacidade de investimento”, falou.

    O petista, que voltou a falar que reza todos os dias para a crise financeira não aumentar, disse que o governo do Estado trabalhou a divisão do orçamento de 2018 com base no que foi executado nos anos de 2016 e 2017. Para ele, o foco é fazer com que a despesa seja comportada dentro da receita.

    Conforme o Projeto de Lei Orçamentária enviada para a Assembleia, o orçamento de 2018 será R$ 12.956.787.305. O valor ficará em pouco mais de R$ 10,5 bilhões após a dedução de transferências constitucionais para os municípios e o repasse da contribuições do Estado para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

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  • segunda, 16 de outubro de 2017, às 11:27h

    Regina quer Aécio afastado do Senado (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A senadora Regina Sousa (PT) falou nesta segunda-feira (16) sobre a votação no Senado que vai decidir se mantém ou não o afastamento do cargo e o recolhimento noturno do senador Aécio Neves (PSDB). A petista defende que ele permaneça afastado, mas não mostrou muita confiança de que o político tucano terá essa punição.

    “Nós temos posição fechada. Agora, o governo tem muita força e está lá, uma mão lavando a outra. Ele [Aécio] ajuda o governo e quer ajuda no Senado. Vai ser uma votação apertada, mas eu espero que ele continue afastado, pois o que ele fez não é pouca coisa”, disse.

    Regina falou ainda sobre a decisão da Justiça Federal do Distrito Federal que proibiu o Senado de fazer votação secreta no caso. Ela disse que a decisão foi muito acertada e lembrou que na época do então senador petista Delcídio Amaral a votação foi aberta e houve discursos inflamados de vários senadores.

    “Se insistirem nessa tese [de votação secreta] eu vou ler alguns discursos. Eu já peguei todos os discursos da época do Delcídio e vou provar a incoerência para mostrar que não tem cabimento uma votação secreta”, finalizou.

    A votação secreta está proibida por meio de uma decisão liminar concedida pela Justiça na última sexta-feira (13), atendendo a uma ação popular movida pela União Nacional dos Juízes Federais. Mas, como se trata de decisão provisória, há o temor de que ela seja revertida.

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  • domingo, 15 de outubro de 2017, às 23:44h

    Rafael Fonteles (à esquerda) vai à Assembleia (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    EXPLICAÇÕES
    É bastante aguardada para a próxima quarta-feira (18) a ida do secretário estadual de Fazenda, Rafael Fonteles, à Assembleia Legislativa do Piauí. Ele vai prestar contas do segundo quadrimestre de 2017 aos deputado estaduais. É óbvio que muitos vão querer saber bem mais sobre os próximos meses do que sobre os meses que já se passaram.

    EXPLICAÇÕES 2
    Conforme manda a lei, o secretário tem mesmo que ir prestar contas ao Parlamento Estadual ao final de cada quadrimestre. Na semana passada, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recomendou a inclusão do Piauí nos cadastros de inadimplência do governo federal.

    Firmino Filho (PSDB) e Wellington Dias (PT) (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    DEU NA FOLHA
    O jornal Folha de S. Paulo trouxe no fim de semana matéria sobre políticos adversários na região Nordeste que ensaiam alianças para 2018. A publicação cita a união entre Firmino Filho (PSDB) e Ciro Nogueira (PP). A Folha diz que a ida da mulher de Firmino para o partido de Ciro visa uma aproximação do tucano com o governador Wellington Dias (PT).

    ÔH NOVIDADE!
    O vereador Dudu (PT) comentou sobre o encontro de ex-governadores que ocorreu na semana passada na Federação das Indústrias do Piauí (Fiepi). O petista se disse surpreso em ver quatro ex-gestores apresentado novas ideias para o Estado sair da atual situação e se colocando como novidades para o Piauí. “Ôh novidade nova”, disse usando o pleonasmo.

    Governador Wellington Dias apostou errado (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    APOSTA ERRADA
    Quando assumiu o governo do Piauí em 2015, o governador Wellington Dias (PT) prometeu enfrentar a violência com firmeza e disse, no discurso de posse, que quem apostasse na bandidagem ia perder. Se essa aposta valesse dinheiro, os piauienses que seguiram o conselho dele estariam todos lascados.

    ANFITRIÃO
    Já começaram a ser divulgadas as atrações do VII Festival da Uva de São João do Piauí, que vai acontecer em novembro. Nesse evento, o prefeito Gil Carlos (PT será anfitrião. Nos últimos meses ele tem “dado as caras” em tudo o quanto é canto nesse Piauí. Enfim vai ter uma agenda festiva no seu próprio município. E bem ideal para as pretensões dele!

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  • sexta, 13 de outubro de 2017, às 9:48h

    Secretário Nerinho está em viagem ao exterior (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico do Piauí (Sedet) terá um novo secretário até o dia 23 deste mês. A mudança ocorre em virtude de uma viagem internacional, em caráter particular, do titular da pasta, o deputado estadual licenciado Nerinho (PTB). Nesse período ele viaja para a Alemanha, Inglaterra e França.

    Com a ausência de Nerinho, o cargo fica sob o comando do diretor da Unidade de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Sedet, Raimundo José Reis de Castro. Na última quarta-feira (11), o governador Wellington Dias (PT) assinou decreto regulamentando a substituição do secretário pelo diretor da unidade no período de ausência de Nerinho.

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