Coluna Gustavo Almeida
  • 23 de outubro 2018

    segunda, 22 de outubro de 2018, às 20:37h

    Marden e Teresa farão oposição na Alepi (Foto: Divulgação/Assessoria Marden)

    O deputado estadual Marden Menezes (PSDB) se reuniu nesta segunda-feira (22) com a vereadora de Teresina e deputada estadual eleita Teresa Britto (PV). A dupla faz parte dos quatro parlamentares que, até aqui, são considerados oposição ao governador Wellington Dias (PT) na Assembleia Legislativa a partir de fevereiro de 2019.

    A reunião ocorreu no gabinete da vereadora, na Câmara Municipal de Teresina. Na pauta, a construção do bloco de oposição na Assembleia para a próxima legislatura. Conforme o deputado tucano, a conversa com a nova colega de parlamento foi bastante positiva.

    "A conversa foi muito boa, franca, tranquila. Ela [Teresa Britto] reafirmou sua intenção de estar na oposição e tem o mesmo pensamento que a gente. Ela afirmou que não tem como apoiar um governo que não tem trazido bons resultados para a sociedade", disse Marden.

    O parlamentar afirma que, apesar de pequena, a oposição ao governo estadual será forte e combativa, em favor da luta pelos direitos da população piauiense.

    "Iniciamos esse processo de construção de um bloco para fazer uma oposição de alto nível, com responsabilidade, com estudo, com contundência e determinação. Esse foi o primeiro passo para esse objetivo. A tendência é que a gente possa fortalecer esse convívio na Assembleia com o início da próxima legislatura", pontuou.

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  • segunda, 22 de outubro de 2018, às 19:13h

    Convite distribuído pelo governo fala em 16 (Foto: Divulgação/Governo do Piauí)

    O governador Wellington Dias (PT) não quer saber do número 17 lhe rodeando. O receio é tão grande que fez o governo estadual divulgar “para menos” o número de veículos entregues numa solenidade no Palácio de Karnak. Eram 17 carros para 17 municípios, mas a comunicação do governo divulgou que eram 16. Inclusive nos convites para a solenidade

    Os 17 carros para a Atenção Básica de Saúde nos municípios foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado federal Júlio César (PSD) e entregues na quinta-feira (18) numa solenidade no Palácio de Karnak. Eles fazem parte da primeira etapa que contempla 17 municípios. Até o fim do ano, a outra quantidade deve ser entregue.

    Júlio César, que destinou a emenda, diz que são 17 (Foto: Reprodução/Facebook)

    Só que a administração estadual não queria dar tanta divulgação a entrega de, justamente, 17 veículos. Então botaram que seriam 16 cidades contempladas. A matéria divulgada no site do governo diz que foram 16 cidades, mas quando relaciona cada uma delas, a conta dá 17. Na página do deputado federal Júlio César no Facebook, ele diz que são 17 municípios.

    Matéria oficial diz que são 16 cidades, mas lista contém 17 (Foto: Reprodução/Governo)

    Segundo informação obtida pelo Política Dinâmica, o governo optou por diminuir uma cidade na divulgação para não dar margem à nenhuma alusão ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), cujo número é 17. No entanto, teve um 17 que o governo ainda acabou divulgando. A matéria da comunicação oficial informa que cada veículo tem capacidade para até 17 passageiros.

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  • domingo, 21 de outubro de 2018, às 23:48h

    Assembleia já teve irmãos deputados (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A presença de famílias tradicionais se perpetuando na Assembleia Legislativa do Piauí não é de agora. Já teve época em que uma única família elegeu dois irmãos para o cargo de deputado estadual na mesma legislatura. Eles foram para a disputa e, ao final, saíram vitoriosos. Trata-se de Waldemar Macedo e Newton Macedo, de São Raimundo Nonato.

    O ano era 1986. Tanto Waldemar quanto Newton já haviam sido deputados estaduais, mas em legislaturas distintas. Naquele ano, rompidos politicamente, os dois irmãos partiram para a eleição e ambos venceram. Waldemar se elegeu pelo PFL e Newton pelo PDS. O primeiro apoiou Freitas Neto para o governo, o segundo era defensor de Alberto Silva.

    Waldemar tinha sido eleito deputado estadual nos pleitos de 1954, 1962, 1966, 1970 e 1974. Após cinco mandatos, ele se elegeu vice-governador de Lucídio Portela, por via indireta em 1978, sendo substituído na Assembleia pelo irmão Newton, que foi eleito deputado estadual em 1978 e manteve a presença da família no Parlamento estadual.

    Em 1982, Waldemar voltou a se eleger para a Assembleia e Newton disputou, sem sucesso, a prefeitura de São Raimundo. Até que chegou o ano de 1986 e, com o rompimento dos irmãos, que viraram arquirrivais, ambos disputaram uma vaga na Alepi e venceram a eleição. Era Newton Macedo e Waldemar Macedo deputados estaduais ao mesmo tempo.

    No pleito seguinte, em 1990, Waldemar ainda conseguiu seu último mandato na Assembleia, enquanto Newton não logrou êxito na reeleição. Cabe destacar que Newton Macedo foi prefeito de São Raimundo Nonato por duas vezes, nas décadas de 1960 e 1970. Atualmente, um sobrinho deles, Beto Macedo, é vice-prefeito do município.

    Homenagem a Waldemar Macedo na Alepi (Foto: Reprodução/Assembleia)

    HOMENAGEM A WALDEMAR
    A presença dos irmãos Macedo na cena política estadual, com mais destaque para Waldemar, foi tão forte que ele teve seu nome colocado no plenário principal da Assembleia Legislativa do Piauí. Ao todo, foram oito mandatos de Waldemar Macedo naquela Casa.

    CONTERRÂNEO
    Também foi em 1986 que um outro sãoraimundense se elegeu deputado estadual. Marcelo Castro (PMDB) conquistou, pela segunda vez, uma vaga na Alepi, sendo o mais votado da época com 26.708 votos. Assim, a cidade tinha três representantes. Além dos irmãos Macêdo, o até então jovem Marcelo Castro. Zé de Castro, pai de Marcelo e também sãoraimundense, foi deputado estadual três vezes nas décadas de 60 e 70.

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  • sábado, 20 de outubro de 2018, às 13:45h

    W.Dias mais uma vez mostrou força no sertão (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A força do governador Wellington Dias (PT) em algumas das pequenas cidades do semiárido piauiense continua inabalável mesmo após 12 anos de governo. O petista reeleito para o quarto mandato no último dia 7 de outubro massacrou seus adversários em vários municípios, como em Guaribas, onde ele teve 95,20% dos votos válidos.

    Outro exemplo é o pacato município de Fartura do Piauí, distante 568 km de Teresina. Lá, o petista teve 90,95% dos votos válidos, contra 4,33% do segundo colocado Dr. Pessoa (SD) e 3,05% de Luciano Nunes (PSDB), que ficou na terceira posição.

    Dos 2.982 eleitores de Fartura que votaram em algum dos candidatos a governador do Piauí, 2.712 escolheram Wellington. Dr. Pessoa teve somente 129 votos, enquanto Luciano Nunes obteve 91. Fábio Sérvio (PSL) conquistou 21 votos e ficou na quarta colocação.

    Localizada na região de São Raimundo Nonato, Fartura possui um dos piores PIBs per capitas do Piauí e do Brasil. Se depender de Fartura, Wellington Dias estará sempre farto de votos!

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  • sexta, 19 de outubro de 2018, às 22:27h

    As 15 mulheres que se elegeram para a Alepi (Foto: Montagem/PoliticaDinamica.com)

    Nesta sexta-feira (19), o Piauí completou 196 anos de história e ao longo desses quase dois séculos de existência, apenas 15 mulheres conseguiram se eleger deputadas estaduais em solo piauiense. O número representa somente a metade da composição do parlamento estadual do Piauí, que a cada quatro anos elege 30 deputados estaduais.

    Nesse tempo, três mulheres que ficaram como suplentes foram convocadas e uma outra foi efetivada no cargo após a renúncia de um titular, fazendo com que o número total [entre eleitas ou não] das que assumiram um mandato chegue a 19. Em alguns casos, houve convocação numa legislatura e em pleitos seguintes a mulher conseguiu se eleger. No geral, 15 venceram eleições, uma foi efetivada e três exerceram apenas na condição de suplente.

    Dona Josefina fez 90 anos em 2018 e foi a primeira deputada estadual eleita na história do Piauí (Foto: Reprodução/Internet))

    PIONEIRA
    A primeira mulher eleita deputada estadual no Piauí foi Josefina Ferreira da Costa, em 1970. Naquela época, ela era filiada à Arena, teve 6.335 votos e se elegeu com a força do marido Raimundo Vaz da Costa Neto. Ele, que havia sido deputado estadual, é irmão do deputado federal Paes Landim (PTB), de quem Josefina é cunhada. A pioneira está viva e mora em São João do Piauí, no Sul do estado. No Brasil, foi a segunda deputada estadual eleita.

    Depois de Josefina, que deixou a política ao término do mandato a pedido do marido, passaram-se 24 anos para que novas mulheres conseguissem chegar a Assembleia Legislativa. Foram seis eleições consecutivas sem nenhuma representante feminina ser eleita, nos pleitos de 1974, 1978, 1982, 1986, 1990 e 1994. Somente em 1998, as mulheres voltam a ter assento na Alepi, com a vitória de Francisca Trindade (PT) e Margarida Bona (PDT).

    Após 24 anos sem mulheres na Assembleia, Trindade e Margarida Bona foram eleitas em 1998 (Foto: Montagem/PoliticaDinamica.com)

    Naquela legislatura, foi convocada a suplente Maria José Ribeiro de Carvalho (PFL), conhecida como Maria José Leão, de Floriano. Já em 2002, Maria José foi eleita, passando a ser titular do mandato. No mesmo ano, a petista Flora Izabel se elegeu, totalizando, até ali, o número de quatro mulheres eleitas. Marilene Aguiar (PSDB) chegou a ser convocada.

    Na eleição de 2006, Flora Izabel se reelegeu e outras duas novas mulheres chegaram à Alepi. Lílian Martins (PSB) e Ana Paula (PMDB) saíram das urnas vitoriosas.

    Em 2010, a maior bancada feminina foi eleita no Piauí (Fotos: PoliticaDinamica.com)

    Mas foi nas eleições de 2010 que o maior número de mulheres se elegeu para a Assembleia. Ao todo, foram sete, sendo cinco pela primeira vez, fazendo com que a quantidade mulheres eleitas em toda a história da Alepi chegasse, até então, a 11. Naquele ano, além da reeleição de Lílian e Ana Paula, foram eleitas Juliana Moraes Souza (PMDB), Tazmânia Medeiros - Belê (PSB), Rejane Dias (PT), Liziê (PTB) e Margarete Coelho (PP).

    Amparo Paes Landim (DEM) tomou posse como efetiva no meio da legislatura após a saída de Firmino Filho (PSDB) para tomar posse como prefeito de Teresina. Ainda naquela legislatura, seriam convocadas para rápida passagem as suplentes Elza Bucar (PDT) e Nize Rêgo (PSB).

    Em 2014, Juliana, Liziê e Flora foram eleitas mais uma vez, juntamente com uma estreante na Alepi, a deputada estadual Janaínna Marques (PTB). Belê Medeiros, que já havia passado pela Casa como titular, assumiu o mandato na condição de suplente ao longo da legislatura.

    Teresa Britto e Lucy foram eleitas este ano (Fotos: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Nas eleições de 2018, quatro mulheres foram eleitas, sendo duas delas reeleitas e outras duas novatas. Flora Izabel (PT) e Janaínna Marques (PTB) renovaram os mandatos, enquanto Lucy Soares (Progressistas) e Teresa Britto (PV) chegaram ao cargo pela primeira vez.

    RELAÇÃO POR LEGISLATURA:

    RELAÇÃO DE TODAS MULHERES 

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  • quarta, 17 de outubro de 2018, às 21:58h

    O senador Ciro Nogueira, do Progressistas (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Uma matéria do site Poder 360, do jornalista Fernando Rodrigues, publicada na quarta-feira (17), diz que o nome do senador Ciro Nogueira (Progressistas) tem sido mencionado "na bolsa de apostas de Brasília" como provável candidato à Presidência do Senado Federal.

    A matéria trata principalmente da candidatura do senador reeleito Renan Calheiros (MDB-AL) ao posto. Renan tem dito a interlocutores que já tem 40 votos assegurados. No entanto, o texto informa que os nomes de Ciro Nogueira, Simone Tebet (MDB-MS) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) também são mencionados no meio político da capital federal.

    Apesar dos nomes serem mencionados em Brasília, a matéria do Poder360 lembra que Ciro Nogueira tem muitos processos ainda para derrubar na Justiça. A publicação ainda fala que Simone Tebet tem articulação limitada para uma campanha dessa envergadura e que Tasso Jereissati sofre por seu partido ter sido muito fragilizado no atual ciclo eleitoral.

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  • quarta, 17 de outubro de 2018, às 21:37h

    Bolsonaro grava vídeo ao lado de Elmano (Foto: Reprodução/Instagram)

    O senador Elmano Férrer (Podemos) foi ao encontro do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) nesta quarta-feira (17). Após se reunir com o político piauiense, Bolsonaro gravou um vídeo ao lado de Elmano e garantiu que, se eleito presidente da República no próximo dia 28, o senador será diretamente ligado com o Palácio de Planalto.

    "Olá amigos do Piauí! Estou tendo a satisfação de receber a visita aqui do senador Elmano, conhecido também como o veín trabalhador. Dizer a vocês que se essa for a vontade de Deus que eu venha me eleger presidente, Brasília terá um representante do Piauí diretamente ligado com o Palácio do Planalto: o nosso senador Elmano. Um forte abraço a todo o Piauí e estamos juntos para mudarmos o destino do Brasil. Valeu Piauí", diz Bolsonaro no vídeo.

    Na sequência da gravação, Elmano relata que ficou muito feliz com a conversa com Bolsonaro. O vídeo foi postado nas redes sociais do senador piauiense.

    "Fiquei feliz com essa conversa que acabo de manter com o nosso próximo presidente Bolsonaro. O que mais me impressionou foi a afirmativa dele em prestigiar o estado do Piauí, não tirar direitos ou benefícios de trabalhadores qualquer que seja e sim trazer mais investimentos para o desenvolvimento e o progresso do nosso estado", falou o senador.

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  • quarta, 17 de outubro de 2018, às 14:40h

    Haddad vai visitar cidade de Picos (Foto: Gustavo Almeida/PoliticaDinamica.com)

    O candidato do PT à presidência da República, Fernando Haddad, vai desembarcar no Piauí no próximo sábado (20). O petista cumprirá agenda na cidade de Picos, no semiárido do estado, onde deve chegar por volta das 15h para atos de campanha.

    Está prevista uma caminhada com o governador Wellington Dias (PT) e outras lideranças do partido. Ainda em Picos, Haddad deve se reunir com empresários.

    Será a última visita do candidato ao Piauí antes do segundo turno da eleição presidencial, que acontece no dia 28. Um dos objetivos da vinda do petista é ampliar a vantagem sobre Jair Bolsonaro (PSL) no estado, onde Haddad teve maioria no primeiro turno.

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  • quarta, 17 de outubro de 2018, às 14:09h

    Vereador diz que PL visa benefícios políticos (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Um projeto de lei de autoria da Prefeitura de Teresina encaminhado à Câmara Municipal provocou reação e dividiu opiniões. Conforme o PL, os cargos de diretor das escolas integrais construídas nos últimos três anos seriam feitos por meio de indicação e não de eleição, como tem sido desde 2012. Para o líder da oposição na Casa, vereador Dudu (PT), o projeto é um retrocesso e visa beneficiar aliados do prefeito Firmino (PSDB) na hora das indicações.

    "Teresina, que tem até um reconhecimento pela qualidade da educação, agora quer retroceder quando tira o direito dos professores, da comunidade, dos servidores e do alunado de escolher seus diretores para que se tenha indicação política. Eu não quero acreditar que no ano de 2018, véspera de uma eleição nacional, se dê um passo retrógrado dessa envergadura. Estou propondo que se faça pelo menos uma audiência pública para que se discuta com todos os envolvidos. Porque isso é uma famosa pauta bomba", reagiu.

    O parlamentar petista pediu vista do projeto, que já foi votado em primeira votação. Ele ainda lembrou que no âmbito estadual a eleição para diretores de escolas foi adotada na primeira gestão do governador Wellington Dias (PT), em 2004, e que a prefeitura da capital só passou a fazer o mesmo em 2012. No entanto, Dudu é categórico ao dizer que o Poder Executivo municipal enviar um projeto dessa natureza é um passo negativo na educação da cidade.

    Graça Amorim contesta e defende o projeto (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    LÍDER DO PREFEITO CONTESTA
    A vereadora Graça Amorim (PMB), líder do prefeito na Câmara Municipal, contestou as afirmações de Dudu e explicou os motivos do projeto. Segundo ela, a proposta abarca apenas as escolas de tempo integral construídas de três anos para cá, unidades que ainda estão sendo implantadas e não possuem um corpo docente formado para eleger os diretores.

    "O projeto de lei não acaba com eleição direta para diretor de escola. Ao contrário, ele apenas fala das escolas de tempo integral que estão sendo implantadas, com até três anos de construídas, e esse diretor vai poder ser escolhido de forma indireta, desde que atenda os requisitos dos que são escolhidos de forma direta. Essas escolas novas ainda estão sendo implantadas e não têm um corpo docente formado, que é quem faz a escolha dos diretores. Quem escolhe é o público escolar, as mães e todo o corpo do escola. Então se elas não existem ainda, como podem ser escolhidos por votação esses diretores?", questionou.

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  • terça, 16 de outubro de 2018, às 14:46h

    Ele será um dos dos poucos novatos na Alepi (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O deputado estadual eleito Oliveira Neto (PPS) falou nesta terça-feira (16) com a reportagem do Política Dinâmica e confirmou que será um parlamentar da base aliada do governador Wellington Dias (PT). A partir de fevereiro, ele vai ser um dos novatos na Assembleia e mesmo tendo sido eleito numa coligação fora da base governista, vai integrar o bloco da situação.

    "Nós sempre tivemos uma ligação muito forte com o governador Wellington Dias. Inclusive o meu pai é prefeito lá em Miguel Alves pelo PT. Na primeira eleição do governador Wellington Dias, antes mesmo do próprio PT lá no município levantar a bandeira dele, meu pai que era do PTB foi o primeiro a levantar a bandeira. Então a gente já vem caminhando junto há um bom tempo", explicou o jovem, eleito com 17.633 votos no último dia 7 de outubro.

    Com 24 anos, Oliveira será o deputado mais novo da Assembleia na próxima legislatura. Ele ainda aproveitou para agradecer os votos e disse que pautará sua atuação na Alepi sempre atuando em sintonia com a população piauiense. "Eu quero fazer uma política participativa com a sociedade, porque só assim nós vamos saber a real necessidade de um bairro, de uma cidade ou de uma região para podermos correr atrás junto ao governo do estado", prometeu.

    Nesta terça, ele visitou a Assembleia e conversou com outros deputados que já exercem mandato na Casa. Oliveira disse que, depois de eleito, teve uma conversa com o presidente Themístocles Filho (MDB) para saber mais sobre o parlamento estadual. Sobre a eleição para a Mesa Diretora da casa, ele garantiu que não tratou sobre o pleito e revelou que antes de tomar a decisão vai ouvir a opinião do governador Wellington Dias e do senador Ciro.

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  • terça, 16 de outubro de 2018, às 13:58h

    Parlamentar se coloca à disposição (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O deputado estadual Wilson Brandão (Progressistas) falou nesta terça-feira (16) sobre a possibilidade de concorrer ao cargo de presidente da Assembleia Legislativa do Piauí. O nome dele tem sido um dos mais comentados nos bastidores e possui o aval do Progressistas, partido que defende a renovação no comando da Alepi. O atual presidente Themístocles Filho (MDB) está no presidência há 14 anos, um recorde desde o fim do Estado Novo em 1945.

    Ao falar sobre o assunto, Wilson defendeu a necessidade de diálogo para se buscar o consenso, mas destacou que está preparado para assumir o posto. "Claro [estou preparado]. A nossa experiência no parlamento, no plenário, nas comissões técnicas, sou conhecedor do regimento e isso nos dá essa capacidade de apresentar o nosso nome para tal. Agora, precisamos primeiro tratar dentro do partido e depois tratar com os colegas", falou.

    Um dos mais experientes deputados da Assembleia, com mandato desde 1991, Wilson Brandão ressaltou que é preciso serenidade para dialogar sobre a eleição na Alepi. A intenção do deputado é fazer uma chapa de consenso e evitar confronto na disputa, como aconteceu em 2015, quando Fábio Novo (PT) tentou dar fim à hegemonia de Themístocles Filho e acabou derrotado numa das mais turbulentas eleições para o comando da Casa.

    "O melhor é o consenso, porque a Casa não sai dividida. Eu estou aqui há 28 anos, vou para 32, e vi aqui duas disputas. Uma para presidência em 2015 e uma em 1992 do deputado Tomaz Teixeira contra o deputado Batista Dias para a 1ª secretaria. Daí para cá sempre houve consenso. Então vamos buscar esse entendimento para evitar divisão na Casa", pontuou.

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  • segunda, 15 de outubro de 2018, às 20:07h

    Petista cobra empenho de aliados por Haddad (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Durante reunião com aliados na tarde desta segunda-feira (15) no Hotel Arrey o governador Wellington Dias (PT) fez um pedido. Ele quer que todos se engajem para combater o antipetismo. Outro apelo foi para que os aliados se engajem na campanha de Fernando Haddad e convençam o eleitor a votar neste segundo turno da eleição presidencial.

    No encontro, Wellington fez questão de parabenizar seu grupo político, a quem atribuiu nota 10 pelos resultados alcançados no último dia 7. Membros de partidos como PT, MDB, PDT, Progressistas, PC do B, PRTB e PR participaram da reunião.

    "A avaliação que faço é que existe o voto caracterizado como anti-PT, que somou-se a isso muitas informações que chamam de fake news, mas que gosto de chamar mesmo de mentiras”, declarou lamentando o grande número de informações falsas na internet.

    Wellington reconheceu que a campanha de 2º turno apenas para o cargo de presidente é menos empolgante para muitas lideranças do estado, mas cobrou esforço de cada um para convencer o eleitor a votar em Fernando Haddad e ampliar a vantagem dele no Nordeste.

    "Vamos trabalhar para aumentar o percentual de votos do Haddad aqui no Piauí e também no Nordeste. A nossa resposta maior é fazer uma campanha sem intolerância e sem agredir a honra de ninguém e mostrar que quando termina a eleição a vida continua", falou.

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  • segunda, 15 de outubro de 2018, às 14:03h

    Firmino não apoia nem Haddad e nem Jair (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), revelou nesta segunda-feira (15) que vai se manter neutro com relação à disputa presidencial no segundo turno. O tucano justifica dizendo que nem Jair Bolsonaro (PSL) e nem Fernando Haddad (PT) lhe atraem.

    "Nenhum dos dois projetos são atraentes para mim, então me manterei na neutralidade", falou o prefeito ao ser questionado sobre qual posição adotaria.

    No primeiro turno, o PSDB teve o candidato Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, na corrida pela presidência da República. No entanto, o partido optou por não declarar apoio a nenhum dos dois candidatos que avançaram para esta segunda etapa da disputa.

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  • segunda, 15 de outubro de 2018, às 12:38h

    Governador tem maioria suficiente para não ser "gentil" demais em sua quarta gestão no Karnak (Foto: Gustavo Almeida/PoliticaDinamica.com)

    Reeleito no primeiro turno com 55,65% dos votos válidos, elegendo dois senadores da sua chapa majoritária, fazendo oito deputados federais e uma bancada de 26 deputados estaduais na Assembleia [24 na sua coligação e dois em coligações diferentes], o governador Wellington Dias (PT) tem a chance de fazer uma gestão diferente. Só precisa ele querer!

    Será inadmissível que o petista repita no quarto mandato o inchaço e o "toma lá, dá cá" que protagonizou na sua terceira gestão. Ao contrário de 2014, quando seu grupo só elegeu 10 deputados estaduais e ele teve que usar o governo para formar maioria na Assembleia, Wellington não precisa acomodar ninguém que fez campanha fora da situação. Ele já sai da eleição "dominando" a Alepi, o que dispensa a aproximação com opositores.

    Ao longo da terceira gestão, o que se viu foi um estado abarrotado de cargos inócuos, coordenadorias criadas para fazer a mesma coisa, recorde de suplentes convocados na Assembleia e "aspones" inchando a máquina pública do sofrido Piauí. Além da necessidade de compor maioria na Alepi, Wellington vislumbrava a reeleição este ano e por isso deu sombra e água fresca a todo tipo de gente, fazendo do governo do Piauí uma barca lotada.

    Agora, ele precisa deixar o Piauí mais leve. Além de não precisar acomodar ninguém de fora em nome da tal "governabilidade", ele tem que diminuir as regalias de quem está ao seu lado [e não são poucos]. Se o time era mesmo "do povo", a hora de tirarmos a prova é agora. Quem fizer biquinho por não ter regalias atendidas, provará que de povo não tem nada e que não pensa no bem do pobre Piauí, um estado que amarga tantos indicadores negativos.

    Essa é a chance de diminuir a máquina (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Reeleito e sabendo que não pode disputar reeleição em 2022, não há porque Wellington dar uma secretaria para cada deputado chamar de sua. É necessário acabar com as ilhas no governo e diminuir a farra dos comissionados. E mais: na sua quarta gestão, o governador tem que parar com a moda de sair assinando autorizações em toda esquina apenas para agradar momentaneamente os aliados. É preciso choque de gestão e coragem para cortar excessos e fazer um governo eficiente, algo que passou longe nesse terceiro mandato.

    Quem se reelege, teoricamente, não pode falar muito em mudança, sob pena de, em certos aspectos, reconhecer o fracasso do que vinha fazendo. No entanto, se Wellington quiser deixar uma marca no quarto mandato e for consciente dos problemas que sua gestão enfrentou, ele precisa abrir mão de muitas práticas adotadas no terceiro governo. 

    Os próximos meses nos darão um norte de como será a quarta gestão. Se os aliados começarem a se engalfinhar por cargos e Wellington tentar resolver ao seu jeito "Calma jovens, tem espaço para todos", o Piauí também terá seu espaço reservado: no buraco.

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  • sábado, 13 de outubro de 2018, às 19:23h

    Famílias tradicionais se perpetuam na Alepi (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O percentual é grande! 73% dos deputados estaduais eleitos no Piauí este ano são filhos de ex-deputados ou membros de famílias tradicionais na política da capital e/ou de algum município do interior. Dos 30 parlamentares, 22 têm forte ascendência política na família e apenas oito conseguiram destaque na vida pública mesmo sem ter parentes políticos.

    Levantamento feito pelo Política Dinâmica mostra que a maioria é composta de filhos de deputados e ex-deputados. No entanto, também existe mulher de prefeito, filho de ex-governador, irmão de ex-deputado, marido de ex-deputada, filhos de ex-secretários de Estado e alguns membros de famílias tradicionais na política de cidades do interior do Piauí.

    Entre os 30 eleitos, estão 11 filhos de atuais e/ou ex-deputados estaduais. Flávio Nogueira Júnior (PDT) e Georgiano Neto (PSD) foram reeleitos para a Assembleia e viram seus pais, Flávio Nogueira (PDT) e Júlio César Lima (PSD), se elegerem para a Câmara Federal. Com isso, temos pais e filhos nas casas legislativas estadual e federal ao mesmo tempo.

    São filhos de ex-parlamentares os deputados estaduais Themístocles Filho (MDB), Marden Menezes (PSDB), Nerinho (PTB), Pablo Santos (MDB), Severo Eulálio (MDB), Firmino Paulo (Progressistas), Wilson Brandão (Progressistas), Fábio Xavier (PR) e Fernando Monteiro (PRTB).

    Georgiano Neto e Flávio Nogueira Júnior exercem mandato na Alepi e têm os pais deputados federais (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Em alguns casos, os eleitos não tiveram pais deputados, mas são oriundos de famílias de tradição em cenários políticos nos municípios. É o caso de Janaínna Marques (PTB), filha de um ex-prefeito de Joca Marques e neta de um ex-prefeito de Luzilândia, na região Norte do Estado, cidades que a deputada estadual também já foi prefeita antes de chegar à Alepi.

    João Mádison também vem de uma família tradicional na política do interior. Um dos seus tios foi prefeito do município de Corrente, no extremo Sul, onde Mádison iniciou a carreira política como vereador no fim dos anos 80. O jovem Oliveira Neto (PPS), uma das novidades da eleição de 2018, é filho do prefeito de Miguel Alves, Oliveira Júnior (PT).

    O deputado estadual reeleito Júlio Arcoverde (Progressistas) é filho do ex-governador Dirceu Mendes Arcoverde, que governou o estado do Piauí de 1975 a 1978. Já Lucy Soares, eleita pela primeira vez, é mulher do prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB).

    Lucy é mulher do prefeito Firmino Filho (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Gustavo Neiva (PSB), reeleito para o terceiro mandato, é filho do ex-secretário de Transportes do Piauí e atual presidente da Codevasf Avelino Neiva. A deputada petista Flora Izabel é filha do ex-comandante geral da Polícia Militar do Piauí José Rodrigues Alves, que comandou a PM nos governos de Hugo Napoleão e Bona Medeiros. Henrique Pires (MDB), eleito pela primeira vez, é filho do ex-secretário de Governo da gestão Mão Santa, Magno Pires.

    Confira a relação completa dos "hereditários" da Alepi!

    ORIGEM SEM TRADIÇÃO NA POLÍTICA
    Os oito eleitos que não são oriundos de famílias tradicionais na política são Evaldo Gomes (PTC), Franzé Silva (PT), Pastor Gessivaldo (PRB), Teresa Britto (PV), Limma (PT), Francisco Costa (PT), Coronel Carlos Augusto (PR) e Dr. Hélio Oliveira (PR). 

    Evaldo Gomes e Franzé se destacaram na vida pública mesmo com origens familiares humildes (Fotos: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Reeleito para o terceiro mandato, Evaldo Gomes cresceu no bairro Vermelha, na Zona Sul de Teresina, e é filho de pais semianalfabetos. Já Franzé, que se destacou como técnico competente e se tornou secretário de estado, é filho de uma ex-lavadeira e de um ex-lavrador.

    Limma (PT), já conseguiu transformar dois irmãos em prefeitos na região Norte do Piauí, mas ele é o líder maior da família, que antes não possuía poder político na região.

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