Coluna Gustavo Almeida
  • 18 de junho 2018

    segunda, 18 de junho de 2018, às 12:40h

    Petista diz que processo de definição não terminou (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    O governador Wellington Dias (PT) disse nesta segunda-feira (18) que sua chapa majoritária ainda não está fechada. Após participar da entrega da nova sede da Secretaria Estadual da Pessoa com Deficiência (Seid), ele informou que as conversas estão avançando, mas que ainda não há uma definição de todas os espaços.

    "Não. Não há ainda uma chapa fechada. O que eu posso afirmar é que estamos avançando bem e dialogando com todos os partidos para uma finalização, caminhando para gente ter uma chapa que possa ser fruto de um entendimento" falou.

    Questionado sobre o interesse de alguns partidos já estar focado na sucessão estadual de 2022, Wellington sorriu e disse que é preciso colocar os interesses do Estado e do país acima dos interesses individuais. Ele lembra que em quatro anos muita coisa pode mudar.

    "Tratar de uma eleição já não é fácil. Tratar de duas ou de três é quase impossível. Eu quando fazia a organização da campanha em 2014, não imaginava, nem eu e nem ninguém, esse cenário de 2018 no Brasil. Então qualquer plano que alguém tenha feito lá atrás ele se alterou. É preciso colocar os interesses do país acima dos interesses individuais" encerrou.

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  • segunda, 18 de junho de 2018, às 12:03h

    PEC de Rejane será votada após intervenção no Rio (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de autoria da deputada federal Rejane Dias (PT) tenta abolir da Constituição Federal a expressão “portadores de deficiência” no tratamento a pessoas com algum tipo necessidade especial. A proposta tramita no Congresso Nacional e deve ser votada no plenário da Câmara tão logo termine a intervenção federal no Rio de Janeiro. Conforme a legislação brasileira, nenhuma alteração no texto constitucional pode acontecer enquanto vigorar uma intervenção federal.

    A deputada federal, conhecida pela atuação em defesa das pessoas com necessidades especiais, explica que muitas deficiências são permanentes. Ela também argumenta que boa parte das pessoas com deficiência não gosta da palavra "portadores". Se a proposta de Rejane for aprovada, pelo menos 10 artigos da Constituição Federal serão alterados. A proposta é que passe a ser utilizada apenas a expressão "pessoa com deficiência".

    "Essa PEC já começa a tramitar na Câmara Federal. Apresentei no sentido de tirar o termo pessoas portadoras de deficiência porque muitas das deficiências não são temporárias e sim permanentes. Também porque as pessoas com deficiência não gostam da utilização desse termo, acham pejorativo. Ficaria pessoa com deficiência, porque é o termo pacificado, termo em que há uma concordância de forma bem pacificada nesse meio", explicou.

    Nesta segunda-feira (18), Rejane participou da entrega da nova sede da Secretaria Estadual de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Seid), localizada na esquina das ruas Sete de Setembro e Álvaro Mendes, no Centro de Teresina. O governador Wellington Dias (PT) e a vice-governadora Margarete Coelho (Progressistas) também estiveram na solenidade.

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  • segunda, 18 de junho de 2018, às 11:12h

    Regina diz que segue pleiteando o Senado (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A senadora Regina Sousa negou nesta segunda-feira (18) a possibilidade de ser indicada pelo PT para a vaga de vice na chapa do governador Wellington Dias. De acordo com a petista, nunca houve essa discussão dentro da sigla. Ela participou nesta segunda da entrega da nova sede da Secretaria de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Seid), no Centro de Teresina. No mesmo evento, o governador não afastou a possibilidade do partido indicar a vice.

    Regina Sousa garante que as informações sobre uma possível indicação dela para a vaga seriam tentativas de desconstrução da candidatura dela ao Senado da República. "Nunca teve essa discussão no PT e nem ninguém propôs isso ao PT. O pessoal vai jogando as notícias para ver. Mas no partido nunca teve essa discussão", assegurou.

    GOVERNADOR NÃO DESCARTA
    Na quinta-feira (14), o governador Wellington Dias afirmou que é possível o PT indicar seu vice. Nesta segunda, ele voltou a ser questionado sobre o assunto e novamente não afastou essa possibilidade. O petista não respondeu diretamente a pergunta, no entanto não negou.

    "Agora, nós vamos entrar nessa fase de finalização. Eu quero considerar o time que nós temos hoje e vamos ter um cuidado para, ao mesmo tempo, tratar do todo. Como vai ser a organização para estadual, para federal, senador, governador, para vice, para suplentes [...]. Cada um sabe as suas possibilidades e os seus limites e vamos fazer por entendimento. Quem venha a preencher vai saber que são muitos os que tem a condição de ser governador, vice ou senador. É com muita humildade que vamos ter que tomar essa decisão", falou.

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  • domingo, 17 de junho de 2018, às 21:31h

    Desde 2016, preocupação passou a ser a eleição de 2018 (Foto: Reprodução/Internet)

    Quem vai ser o vice na chapa majoritária? Vai ter chapão? A chapinha vai sair? Quais partidos terão vaga na chapa? Se você é minimamente ligado nos acontecimentos políticos do Piauí, certamente ouviu algum tipo de notícia ou discussão em torno dessas perguntas nos últimos meses. Na verdade, desde 2017 essa celeuma envolvendo composições político-partidárias para as eleições de outubro deste ano tem dominado a imprensa que cobre política e sido o assunto principal nas rodas de conversa dos próprios políticos do nosso Estado.

    Se tem uma inauguração, o assunto é a chapa. Se tem um aniversário de político, o assunto é a chapa. Nas entrevistas, o assunto é a chapa. Nós da imprensa [faço aqui a mea-culpa] também somos responsáveis por dar tanto espaço para esse arranca-rabo de partidos que buscam presença nas chapas. Mas, ainda que a imprensa não desse tanto espaço, todos nós sabemos que nos bastidores e nas reuniões internas dos políticos o tema é sempre esse. Passadas as eleições de 2016, essa busca sedenta por espaço visando 2018 logo começou.

    Essa pendenga, ressalte-se, acontece sobremaneira no lado governista, que detém a máquina capaz de atrair e segurar aqueles que não conseguem viver longe do poder. Vivemos num Estado que enfrenta uma infinidade de problemas e que nunca conseguiu superar de verdade o atraso histórico que nos coloca na condição de coitadinhos perante outras unidades da Federação. Quis o destino [na verdade nem foi o destino] que justamente em 2018, no ano eleitoral, o Piauí vivesse um dos momentos administrativos mais difíceis. Mas nem por isso a política, e principalmente a politicagem, foi colocada em segundo plano.

    A violência assusta do litoral ao sertão, os índices de analfabetismo nos envergonham Brasil afora, obras estruturantes estão paradas ou andam em ritmo de tartaruga, professores reclamam de condições precárias, alunos sem transporte escolar, policiais insatisfeitos, cofinanciamentos em atraso, terceirizados sem receber e trabalhadores substitutos há meses sem ver a cor dos seus salários. Mas diante de tudo isso, a pauta principal é a chapa, a chapinha, o chapão. E o mais grave: a maioria dos que brigam por estes espaços não o faz pensando um segundo sequer no povo. É meramente política e sede de poder.

    A essa altura, nenhum político analisa se o cidadão com quem ele está "negociando" a participação na chapa será o melhor para o Estado, se ele se mostra capaz de atender aos anseios da população. O importante é tão somente estar numa chapa que lhe garanta votos, não importando o que pensa ou deixa de pensar o povo que sofre com a omissão do poder público. Não interessa se o partido “A” tem integrantes fichas sujas ou de caráter duvidoso, o que importa é que esse partido puxe votos para garantir a vitória na eleição.

    No Piauí, a disputa pela vaga de vice-governador, para alguns, já mira a eleição de 2022, numa clara demonstração de que o que menos importa é o trabalho, a dedicação às causas do povo e a resolutividade dos problemas do Estado. Certas figuras que pleiteiam esse espaço ainda não deram uma entrevista falando sobre como será sua atuação como vice, como pretende contribuir com a gestão ou de que forma vai ajudar o titular a administrar caso venha a ficar com a vaga. Isso não é discutido! A quem cabe dar esse espaço, também não parece importar essas respostas. O que é importa são os dividendos eleitorais.

    Não se trata aqui de condenar articulações, pois é óbvio que partidos e agentes políticos, sobretudo em ano eleitoral, têm que se movimentar visando composições para a eleição. Isso é inerente à política. O que se condena aqui é o exacerbamento de negociatas e conchavos eleitoreiros em total detrimento dos graves problemas que o povo enfrenta. Vivenciamos no Piauí um momento onde boa parte dos representantes do povo só se reúne nos gabinetes para tratar de política, como se os problemas do Estado estivessem de férias esperando a eleição passar. É um tempo de chapa, chapinha, chapão e, infelizmente, "chau povo".

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  • sábado, 16 de junho de 2018, às 12:06h

    Petista aposta na força de Wellington Dias (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O deputado estadual Fábio Novo (PT) acredita que a força do governador Wellington Dias vai ajudar o senador Ciro Nogueira (Progressistas) a crescer nas pesquisas e terminar vitorioso nas eleições deste ano. Preferindo fazer uma análise na condição de jornalista [ele é formado em comunicação social], Novo avalia que o governador petista será "o grande eleitor" deste pleito eleitoral, com potencial para conseguir eleger aqueles que vão estar na sua chapa.

    "A avaliação que faço aqui não é como deputado, é como jornalista especialista na área de política. Eu acho que a pesquisa revela que o grande eleitor dessa eleição é o governador Wellington Dias. Eu penso que o governador, montando uma chapa que tenha dois candidatos a senador, esses dois candidatos serão competitivos, a exemplo do que aconteceu na eleição anterior. Vamos lembrar a eleição passada. Com todo respeito, o grande eleitor também foi o governador. E o que aconteceu? Ele conseguiu trazer dentro da sua campanha o senador Elmano Férrer, que não era favorito, é bom que se diga. Estava bem atrás do ex-governador Wilson Martins. Então é preciso considerar esses cenários", analisou.

    Na última pesquisa eleitoral, realizada pelo instituto Opinar (nº 09989/2018) e encomendada pelo grupo de mídia Cidade Verde, o senador Ciro Nogueira apareceu na quarta colocação com 11,9% das intenções de voto, atrás de Wilson Martins (PSB) com 19,2%, Frank Aguiar (PRB) com 17,1% e Dr. Pessoa (SDD) com 15,3%. O governador, que Fábio Novo acredita ser o grande eleitor do pleito, apareceu liderando com folga a disputa pelo governo, com 50% das intenções de voto, ante 6,75% de Luciano Nunes (PSDB) e 5,73% de Elmano Férrer (Podemos).

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  • sexta, 15 de junho de 2018, às 17:29h

    Zé Lira promete campanha propositiva, mas dura (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    O ex-vereador de Teresina e pré-candidato a senador Antônio José Lira (PSL) conversou com a reportagem do Política Dinâmica nesta sexta-feira (15) e comentou o resultado da pesquisa do instituto Opinar encomendada pelo grupo Cidade Verde. O político apareceu com 2,8% das intenções de voto, na sétima colocação. São apenas nove pontos atrás de Ciro Nogueira (Progressistas), considerado o senador mais influente da República.

    Antônio José Lira celebrou o resultado lembrando que não possui o apoio de nenhum prefeito e que tem feito a pré-campanha com poucos recursos. O ex-vereador acredita que de dois a três nomes que aparecem na pesquisa talvez não concretizem as candidaturas, fato que, na visão dele, o fará subir. Lira ainda falou que tem pouco espaço na mídia se comparado aos nomes mais citados na pesquisa, no entanto promete ser firme nos debates. Com seu jeito peculiar, garante uma campanha propositiva, mas avisa que não vai alisar ninguém.

    "Estou em sétimo. Pelo que estou lendo dessas pré-candidaturas, dos que estão acima de mim, uns dois ou três não serão nem candidatos. E aí eu já passo pra quinto. E eu lhe garanto que no debate nós vamos saber quem é quem. Sou pré-candidato e não estou atrás de foro privilegiado e nem com medo de ser preso se perder a eleição. Minha vida é limpa. Sem ter dinheiro, sem ter um prefeito, eu estou pertinho de muita gente poderosa. Farei uma campanha propositiva, mas uma campanha dura. Não vou alisar seu ninguém", avisou.

    Zé Lira destaca história limpa na política (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O pré-candidato ainda mencionou que os índices de rejeição não foram divulgados e que esse dado é muito relevante para o decorrer da campanha. "Não apontaram o percentual de rejeição. A população clama por um perfil de senador que não tenha uma vida enlameada pela corrupção e que traga a esperança. Eu pontuei 2,8, mas não tenho nada que enlameia minha vida pública com corrupção. Se Deus e o povo do Piauí me der um mandato, meu mandato será de resultados. E não tem porque eu ter rejeição", ponderou.

    O DANÇADOR, O MALINADOR E O CANTOR
    Ácido nas palavras, o ex-vereador também mencionou o desempenho do cantor Frank Aguiar (PRB), que apareceu em segundo lugar nas intenções de voto para o Senado com 17,1%. Zé Lira destacou que Frank preenche um dos perfis que o povo está querendo, o de novidade, mas aconselhou que essa não é uma eleição para se votar somente pelo fato de ser novo ou artista. Ele disse que o Piauí já tem um senador malinador e um dançador e por isso é preciso analisar com atenção a chegada de um cantor.

    Ele alerta para trio dançador, cantor e malinador (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    "Um senador pra cantar, outro pra dançar e outro pra fazer malinação. O Piauí já botou um senador pra dançar. Se botar um pra cantar e reeleger outro para fazer as mesmas malinações que já fez, aí meu amigo, o Piauí tá lascado mesmo. Porque serão oito anos. A gente tem que colocar alguém que vai trazer esperança diante dos problemas da nossa capital e do interior. Querem um artista pra cantar? Ora, já temos um pra dançar. Não acredito que é apenas isso que o povo quer", falou.

    Zé Lira também criticou o fato de no Piauí muitas pessoas acharem que só pode chegar ao Senado Federal figuras milionárias ou que já tenham governado o Estado. Para ele, é tempo de quebrar essa tradição e eleger nomes ficha limpa, com história de vida e de atuação política sem manchas. "Tem gente que é candidato e nós sabemos que no governo a principal bandeira era 'meu governo, minha família'", alfinetou.

    O ex-vereador vai disputar uma das vagas de senador na chapa encabeçada pro Fábio Sérvio (PSL), pré-candidato ao governo do Estado com o apoio de Jair Bolsonaro. O outro candidato a senador do grupo de Sérvio é o ex-deputado federal Elizeu Aguiar, também do PSL.


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  • sexta, 15 de junho de 2018, às 15:56h

    Margarete prestigiou evento da prefeitura (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O prefeito de Teresina Firmino Filho (PSDB) entregou nesta sexta-feira (15) o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Jorge Amado, no loteamento Árvores Verdes, na Zona Leste de Teresina. No evento estava a vice-governadora Margarete Coelho (Progressistas), cuja candidatura ao governo do Piauí foi defendida pela mulher de Firmino na segunda-feira (11).

    Durante o evento, o vereador e pré-candidato a deputado federal Joninha (Avante), um dos políticos mais ligados ao prefeito Firmino Filho, também fez referência à Margarete como governadora. Ao discursar, Joninha brincou na hora de saudar a vice-governadora.

    "Essa mulher aqui, vocês querem que eu chame ela de quê? De governadora? De vice?", falou o vereador em tom bem humorado e arrancando risos.

    Prefeito disse que Margarete é uma aliada (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Joninha elogiou bastante a nova estrutura entregue por Firmino na região e criticou duramente a falta de segurança, jogando a culpa na gestão estadual. "Só não estão no céu por causa da segurança, a segurança do estado. Teve gente aí que se elegeu prometendo melhorar a segurança e não fez nada", completou o vereador.

    O prefeito Firmino Filho negou que a presença de Margarete no evento tenha tido significado político-eleitoral. Ele ressaltou que o partido dela, o Progressistas, é aliado da gestão municipal e que a vice-governadora fez campanha junto com ele em 2016. Segundo Firmino, nessa época de pré-campanha tudo é interpretado "de acordo com gosto do freguês".

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  • sexta, 15 de junho de 2018, às 15:23h

    Prefeito em evento com presença de Margarete (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    O prefeito de Teresina Firmino Filho (PSDB) foi questionado a respeito da posição da primeira-dama Lucy Soares (Progressistas) defendendo candidatura de Margarete Coelho ao governo do Estado. Após a fala de Lucy, muitos avaliaram que a declaração teria a anuência do prefeito, que afirma votar em Luciano Nunes (PSDB) para o governo.

    Além disso, no PSDB a declaração de Lucy foi vista como negativa para a pré-campanha de Luciano. Ao comentar o assunto, Firmino negou que tenha influência sobre a declaração da esposa e garantiu que ela tem personalidade própria e fortíssima. A justificativa do prefeito foi dada nesta sexta (15) em evento da prefeitura com a presença de Margarete.

    "Não é coisa minha. Acho que quem fala isso não conhece a Lucy. A Lucy tem personalidade própria e fortíssima. Ela mais do que se governa, ela se garante", disse o prefeito.

    CAMPANHA BONITA
    Firmino voltou a falar na sua ideia de que as oposições tivessem um único candidato, mas ressaltou que as coisas nem sempre acontecem do jeito que uma determinada pessoa quer. Ele destacou que a candidatura de Luciano Nunes está posta e que não tem dúvida de que irão fazer uma campanha bonita.

    "As as coisas não acontecem do jeito que a gente quer. Elas acontecem de um jeito que a gente tem que aceitar e trabalhar dentro da realidade. Eu acho que a candidatura do Luciano está começando a crescer, nesse primeiro momento ele se colocou à disposição, está falando de propostas que são dirigidas para pontos importantes da vida do estado e eu não tenho a menor dúvida que nós vamos fazer uma campanha bonita", concluiu.

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  • sexta, 15 de junho de 2018, às 12:53h

    Firmino comentou desempenho de Luciano (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O prefeito Firmino Filho (PSDB) comentou nesta sexta-feira (15) o desempenho do pré-candidato tucano ao governo do Piauí na última pesquisa eleitoral. Na avaliação dele, é natural que Luciano Nunes ainda esteja modesto, pois essa é a primeira vez que o deputado se coloca na disputa para um cargo majoritário. Firmino diz acreditar no crescimento.

    "É natural que um candidato que nunca disputou uma candidatura majoritária comece com um dígito e vai crescendo ao longo do tempo. Eu não tenho a menor dúvida que o Luciano vai crescer", afirmou o prefeito.

    Firmino, no entanto, contou que não viu a pesquisa do Instituto Opinar com cuidado e disse que a pré-campanha ainda está tendo muitas idas e vindas.

    "Eu não vi a pesquisa com cuidado, só vi a repercussão. Eu acho que o processo eleitoral ficou muito pequeno e concentrado nos meses de agosto e setembro. Mas enfim, essa pré-campanha ainda está cheia de idas e vindas e é necessário que a gente possa aguardar com carinho as convenções e obviamente a campanha propriamente dita", avaliou.

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  • quinta, 14 de junho de 2018, às 16:16h

    Fernando Collor [à esquerda] quer disputar presidência da República de novo e Evaldo não concorda (Fotos: Collor/Evaristo Sá | Evaldo/Jailson Soares)

    O deputado estadual Evaldo Gomes, presidente regional do PTC no Piauí, lidera um movimento para jogar por água abaixo a intenção do senador alagoano Fernando Collor de Melo de disputar a presidência da República pelo partido. Evaldo tem conversado e se articulado com outros presidentes regionais do PTC para apresentar uma tese contrária à candidatura de Collor e derrotar o ex-presidente na convenção nacional do partido.

    De acordo com Evaldo, a candidatura de Collor não tem nada a somar para o PTC. Além disso, ele lembra que o clamor atual de grande parte da população é por renovação, algo que não enxerga em Collor. O senador alagoano, pré-candidato à presidência da República, já foi eleito presidente em 1989, governou o país por mais de dois anos e renunciou em dezembro de 1992 às vésperas do Senado confirmar impeachment por crimes de corrupção, falsidade ideológica e peculato. O STF, 22 anos depois, inocentou Collor das acusações.

    "Nosso objetivo é apresentar uma tese contrária à candidatura do ex-presidente Collor. Compreendemos a importância do partido, nesse momento, focar numa eleição de deputados federais. A sigla precisa sobreviver à clausula de barreira imposta pelo Congresso Nacional. E eu acho que a candidatura do Collor não tem nada a somar para o partido. Ao contrário, o que nós estamos pregando nesse momento é a renovação na política, pessoas novas, pessoas ficha limpa, que possam colaborar e contribuir para engrandecer o PTC", falou.

    Deputado piauiense mobiliza outros líderes (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Evaldo conta que a ideia contrária à candidatura de Collor será apresentada na próxima semana na direção nacional da sigla em Brasília. O piauiense afirma que tem mobilizado líderes de outros estados e conseguido apoio. Ele se diz confiante no sucesso da articulação. Conforme Evaldo, a intenção é propor duas posições para caso haja êxito na tentativa de tirar Collor do páreo. A primeira é que o partido fique livre nos Estados para seus filiados votarem em qualquer um dos outros candidatos ou ainda a possibilidade de apoiar um nome.

    O deputado revela que sua preferência é pelo nome do ex-presidente Lula (PT), que está preso em Curitiba e tenta poder registrar a candidatura ao Planalto. Depois de Lula, as opções seguintes são, respectivamente, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) e Manuela D’Ávila (PC do B). No entanto, ele destaca que a ideia dos apoios ainda está sendo amadurecida. Certo mesmo é a operação para “melar” as pretensões de Fernando Collor.

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  • quinta, 14 de junho de 2018, às 15:22h

    Marcelo Castro comentou fala de W. Dias (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O deputado federal Marcelo Castro (MDB) se encontrou nesta quinta-feira (14) com o governador Wellington Dias (PT) em evento de entrega de viaturas no comando geral da PM-PI em Teresina. Minutos antes de cumprimentar o emedebista, Wellington admitiu a possibilidade do PT indicar seu candidato a vice-governador, saindo puro na disputa pela reeleição e preterindo nomes como o do deputado estadual Themístocles Filho (MDB).

    Um pouco surpreso em saber que o governador admitiu essa possibilidade, Marcelo afirmou que em política tudo é possível e disse que o partido segue aguardando uma resposta.

    "Em política tudo é possível. O impossível é Deus pecar. Fora de Deus pecar, tudo é possível. O MDB tem uma posição clara, conhecida, que nunca mudou, há mais de seis meses. São dois pleitos. Primeiro: participar da coligação proporcional única. Segundo: a vaga de vice. Se o governador conversar com os outros partidos e disser: ‘olha MDB, vocês vão participar da chapa única proporcional e a vaga de vice é de vocês', o MDB estará atendido 100%. Se não for, vamos sentar à mesa civilizadamente e vamos discutir e negociar", comentou.

    Deputado diz que MDB aguarda resposta (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Marcelo afirmou que o partido está aguardando o chamado do governador para dar uma definição sobre o tema. Ele voltou a minimizar a possibilidade de rompimento em caso dos pleitos do MDB não serem atendidos 100%, mas lembrou que a depender da resposta de Wellington Dias, a cúpula do partido vai analisar o contexto.

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  • quinta, 14 de junho de 2018, às 14:47h


    Governador promete tratar com carinho a possibilidade de ter Frank Aguiar em sua chapa; cantor apareceu em segundo lugar na última pesquisa (Foto: Facebook/Frank Aguiar)

    O governador Wellington Dias (PT) comentou o desempenho do cantor Frank Aguiar (PRB) na corrida para o Senado Federal. Conforme os números da pesquisa do Instituto Opinar divulgada na quarta-feira (13), o artista aparece em segundo lugar nas intenções de voto para senador, deixando nomes como Dr. Pessoa (SDD) e Ciro Nogueira (Progressistas) para trás.

    Após a pesquisa, Frank já declarou que sua candidatura não tem mais volta. Ao falar sobre a pesquisa nesta quinta-feira (14), Wellington Dias disse que ficou feliz com o desempenho do cantor piauiense e classificou Frank como um líder destacado. O governador prometeu tratar "com muito carinho" a possibilidade de colocar o artista em sua chapa majoritária.

    "Eu fiquei feliz. É um líder destacado, importante e eu fico muito feliz pelo bom destaque dele. Vamos estar dialogando [sobre tê-lo na chapa]. Ontem o PRB colocou essa opção para a gente tratar e vamos tratar com muito carinho", prometeu o petista.

    Conforme a pesquisa, encomendada pelo grupo Cidade Verde, a disputa para o Senado tem as seguintes intenções de voto: Wilson Martins (PSB) 19,2%, Frank Aguiar (PRB) 17,1%, Dr. Pessoa (SDD) 15,3%, Ciro Nogueira (PP) 11,9%, Robert Rios (DEM) 8,9%, Regina Sousa (PT) 6,7%, Antônio José Lira (PSL) 2,8% e Quem Quem (Avante) 1,8%. Os demais pré-candidatos não atingiram 1%.

    A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o Nº 09989/2018 e entrevistou eleitores entre os dias 8 a 10 de junho. Foram ouvidos 1.082 eleitores em 51 municípios do Piauí e a margem de erro é de 2,97% para mais ou para menos.

    LEIA TAMBÉM:
    O cãozinho dos teclados na cena política do Piauí

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  • quinta, 14 de junho de 2018, às 14:10h

    Wellington diz que Ciro é muito visado (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O governador Wellington Dias (PT) falou nesta quinta-feira (14) sobre os números da pesquisa do Instituo Opinar, encomendada pelo grupo Cidade Verde, que apontou o senador Ciro Nogueira (Progressistas) na quarta colocação para o Senado. Apesar do desempenho negativo, Wellington avalia que Ciro tem resistido “a tanta pauleira”.

    "Eu acho que ele tem um desempenho, para tanta pauleira que ele tem aguentado, bom. Eu vejo que a população o reconhece como alguém, pelo posto que ele está, alguém que é muito visado, muito atacado. Agora, também dentro do Piauí, há um reconhecimento que é um senador muito atuante, que busca cada vez mais investimentos para o Piauí", disse.

    Ciro Nogueira aparece na quarta colocação (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Conforme os números da pesquisa Opinar divulgados na quarta-feira (13), Ciro tem apenas 11,9% das intenções de voto. Na frente, estão Wilson Martins (PSB) com 19,2%, Frank Aguiar (PRB) com 17,1% e Dr. Pessoa (SDD) com 15,3%.

    A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o Nº 09989/2018 e entrevistou eleitores entre os dias 8 a 10 de junho. Foram ouvidos 1.082 eleitores em 51 municípios do Piauí e a margem de erro é de 2,97% para mais ou para menos.

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  • quinta, 14 de junho de 2018, às 13:28h

    Governador admite que vice pode ser do PT (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O Partido dos Trabalhadores (PT) recebeu com muito otimismo a última pesquisa que apontou o governador Wellington Dias liderando com folga a disputa pelo governo estadual. 

    Os números da pesquisa do Instituto Opinar, encomendada pelo grupo Cidade Verde e divulgados na quarta-feira (14), apontaram que o petista tem 50% das intenções de voto contra 6,75% de Luciano Nunes e 5,73% de Elmano Férrer (Podemos).

    Diante do conforto com que Wellington aparece, o partido já trabalha para que a vaga de vice-governador saia dos quadros petistas e não de um dos partidos aliados. Eles entendem que o governador tem "gordura" demais em termos de desempenho, o que torna viável ter os dois espaços. O nome preferido é o da senadora Regina Sousa.

    A avaliação é de que colocando uma vice da própria sigla, um problema futuro seria evitado, visto que a sucessão de 2022 já estaria encaminhada desde agora. Os petistas avaliam que a vantagem de Wellington é muito grande e que mesmo saindo puro [com governador e vice] a vitória não escaparia. O tema foi discutido em reunião restrita.

    Ao participar de evento no Comando Geral da PM-PI nesta quinta-feira (14), Wellington foi questionado pelo Política Dinâmica sobre o assunto e admitiu que seu vice pode mesmo ser do PT. Segundo ele, as conversas em torno da definição para o cargo estão em andamento.

    "É possível [o PT indicar a vice]. Nós estamos trabalhando agora para, por entendimento, chegar a essa equação. Está bem próximo", falou.

    Veja o vídeo!


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  • quarta, 13 de junho de 2018, às 13:56h

    Cida protagoniza momento de descontração (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A vereadora Cida Santiago (PHS) entrou no clima de São João. Aproveitando a ornamentação junina em um dos espaços da Câmara Municipal de Teresina, ela resolveu incorporar uma das figuras mais lembradas nesse período do ano na região Nordeste: o cangaceiro.

    Bem humorada, a parlamentar municipal colocou o chapéu de couro na cabeça, passou a cartucheira no ombro e empunhou a espingarda. Tudo não passou de um momento de brincadeira e descontração após o fim da sessão plenária da terça-feira (12).

    No campo político, Cida é da bancada de oposição ao prefeito Firmino. No entanto, o grupo de opositores não tem botado muito medo na Prefeitura. A situação derruba o que bem quer com a mesma facilidade que os cangaceiros de Lampião derrubavam volantes policiais.

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