Coluna Lídia Brito Política Dinâmica
BLOCO
WELLINGTON É OBSTÁCULO PARA UNIÃO DOS PARTIDOS PEQUENOS

LEGENDAS BUSCAM FORMAR UM GRUPO UNIDO, MAS A RESISTÊNCIA DE ALGUNS EM VOTAR NO PETISTA É OBSTÁCULO

28/12/2017 07:15

Os líderes do bloco formado por PPS, PSL, PHS, PRTB e PV estiveram reunidos nesta quarta-feira (28) em almoço de confraternização. O cardápio do encontro foi a eleição de 2018.  Eles tentam superar as desavenças e impedir que o voto na reeleição do governador Wellington Dias (PT) desfaça o grupo.

Nome de Wellington Dias pode dividir partidos pequenos (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

A tendência do bloco é votar unido na disputa majoritária pelo comando do Palácio de Karnak. O candidato natural seria o governador petista, mas legendas como o PV e o PPS possuem resistências ao nome de Wellington.  

A possibilidade da eleição majoritária dividir o grupo preocupa. A presidente estadual do PV, vereadora Teresa Britto, tem sido uma das principais críticas do governador na Câmara de Teresina. Ela faz discursos duros contra o petistas criticando áreas como saúde e segurança pública.

Na posição de oposição em que ela se encontra, poderia trazer prejuízos políticas de uma hora para outra mudar o discurso e passar a defender a reeleição do petista. A tendência do PV é votar em um nome da oposição. O ex-senador João Vicente Claudino (sem partido) seria uma opção.

Partidos pequenos tentam se manter unidos para 2018 (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

No caso do PPS, a resistência em apoiar Wellington tem mais razões nacionais do que locais. O partido nacionalmente é oposição ao PT. Foi um dos apoiadores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e faz duras críticas ao modelo de governar do PT.

O presidente da sigla no Piauí, Celso Henrique, busca liberação da direção da sigla para apoiar Wellington. É no mínimo estranho o PPS no palanque do PT no Piauí.

Eles sabem que será difícil manter a união majoritária do grupo e temem que ocorra o mesmo da eleição de 2014. Naquele ano, os partidos pequenos se uniram em bloco, mas as divergências em relação ao candidato ao governo enfraqueceu o bloco e eles não obtiveram o resultado esperado na disputa proporcional.

Enquanto as desavenças partidárias não são resolvidas, o bloco refez as contas e acredita que proporcionalmente terá bons resultados no próximo ano. De acordo com Sérgio Bandeira do PSL, juntos eles acreditam que são capazes de eleger três deputados estaduais.

 “Tivemos um almoço de confraternização do nosso grupo e  reafirmando o compromisso de manter a união para as eleições em 2018. Refizemos as contas e confirmamos que poderemos eleger de três deputados estaduais a um federal”, declarou.

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