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Desembargador Oliveira é nomeado Diretor Regional da ANDES no Piauí

"Vamos convocar os colegas em prol da magistratura nacional e vamos muito em breve iniciar os trabalhos e os procedimentos na ANDES no estado", frisou o presidente do TJ-PI

12/03/2021 13:42 - Atualizado em 12/03/2021 13:51

O presidente do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) esteve reunido com o Presidente da Associação Nacional dos Desembargadores (ANDES), Des. Marcelo Buhatem . Na ocasião, o Chefe do Poder Judiciário Estadual foi nomeado Diretor Regional da entidade para o estado do Piauí.

Para o Desembargador Oliveira, a ANDES tem um papel fundamental na representatividade dos Desembargadores em todo o país e aqui no estado, estará empenhado em colaborar com estas ações de âmbito nacional.

“A ANDES congrega desembargadores estaduais como federais, de certo que estamos incumbido de desenvolver aqui os trabalhos daquela instituição, que é a única associação no país que representa exclusivamente os desembargadores brasileiros, de forma que recebi com muita honra e alegria esta missão. Vamos fazer jus a esta honrosa imcumbência do Desembargador Marcelo. Vamos convocar os colegas em prol da magistratura nacional e vamos muito em breve iniciar os trabalhos e os procedimentos, conforme já em andamento no Rio de Janeiro”, assinalou o Desembargador Oliveira.

Marcelo Buhatem destacou que o papel da ANDES é se somar, se ombrear às demais associações, mesmo neste momento difícil em que o país passa por inúmeras reformas.

“Temos acompanhado de perto as reformas administrativas, da previdência, além de várias leis que tramitam no Congresso Nacional, que mexem, de alguma forma, com a Magistratura. Neste sentido, temos que nos unir, juntar forças para que a nossa classe, que preserva a democracia, que ajuda o Estado brasileiro a crescer, não tenha mais percas”, afirmou o presidente da ANDES, Marcelo Buhatem.

Sobre a PEC 186, que tramita em Brasília e que trata sobre reequilíbrio fiscal, orçamentário e seguridade, o Desembargador Buhatem reforçou o pensamento da associação.

“Vemos com preocupação esta PEC, mas achamos que podemos diminuir os danos. O orçamento do judiciário é algo que está em lei, é 6% da receita corrente líquida e não podemos abrir mão. É uma receita que nos moldes atuais já está pequena, porque a magistratura precisa crescer, porque está presente em todas as Comarcas, municípios, em todos os lugares. Estamos atentos a todas essas reformas”, pontuou.


FONTE: TJ-PI

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