AH SE FOSSE O CEARÁ...

Henrique Pires lembra que em 2016 colocou R$ 16 milhões para um estudo de viabilidade técnica e econômica da tão falada adutora do Sertão. Passados 3 anos, ele diz que o estudo sequer foi licitado. “Se fosse no Ceará, isso já tinha sido estudado há muito tempo. Falta compromisso dos gestores. Está longe da gente chegar no nível do Ceará”.