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FLÁVIO NOGUEIRA VAI À JUSTIÇA PARA DEIXAR O PDT

DEPUTADO PIAUIENSE E OUTROS PARLAMENTARES SUSPENSOS PELO PDT E PELO PSB DECIDIRAM ENTRAR COM AÇÕES INDIVIDUAIS NA JUSTIÇA ELEITORAL

15/10/2019 16:03 - Atualizado em 15/10/2019 17:48

Flávio Nogueira durante coletiva em Brasília (Foto: Divulgação/Assessoria Flávio)

Os deputados federais do PDT que estão suspensos do partido desde que votaram a favor da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados vão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para poderem deixar o partido sem perder os mandatos. Serão ações individuais com o mesmo objetivo. Entre eles está o deputado piauiense Flávio Nogueira.

Os parlamentares suspensos concederam entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (15) na Câmara dos Deputados. Eles condenam a atitude da direção nacional do PDT de suspendê-los e tratá-los com indiferença. Desde a suspensão, eles cobram uma posição definitiva da legenda, mas a direção nacional não se manifestou mesmo após os apelos.

"Nós entramos com ação no Tribunal Superior Eleitoral para que resolva o nosso problema perante o partido. O PDT, há mais de dois meses nos suspendeu. E o prazo para definição no conselho de ética do partido, segundo os estatutos, encerrou. Mas até agora não houve manifestação. Então, nós sete, quatro do PDT e três do PSB, recorremos à Justiça Eleitoral para que possa nos dar o direito de sair do partido sem perder o mandato", explicou Flávio.

O deputado considera ser perseguição a atitude do PDT com os parlamentares que votaram a favor da reforma. Ele lembrou que é presidente do partido no Piauí, mas está impedido de exercer qualquer função como dirigente estadual da legenda. Nogueira destacou que recorre à Justiça sem nenhuma alegria e que se viu obrigado a tomar essa iniciativa.

"Essa medida é exatamente por essas perseguições, pelo fingimento e por estarmos impedidos de atuar na plenitude do mandato, principalmente dentro do partido. Nós não podemos usar a sigla. Sou presidente do partido no Piauí e estou sem função. Não posso criar diretórios justamente num ano importantíssimo que é o ano pré-eleitoral. Não tem outra saída, infelizmente. Ninguém faz isso com alegria, mas estamos recorrendo à Justiça", falou.

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