Coluna Gustavo Almeida Política Dinâmica
2ª PARCELA DO FINISA VAI PAGAR MEDIÇÕES ANTIGAS

WELLINGTON COMEMORA LIBERAÇÃO DA SEGUNDA PARTE DO EMPRÉSTIMO COM A CAIXA E AVISA QUE DINHEIRO SERÁ USADO EM 158 OBRAS

25/06/2019 15:13 - Atualizado em 25/06/2019 15:25

Governador falou sobre recursos da 2ª parcela (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

O governador Wellington Dias (PT) informou nesta terça-feira (25) que o dinheiro da segunda parcela do Finisa I também vai ser usado para pagar obras com medições antigas. O montante, no valor de quase R$ 300 milhões, teve liberação autorizada por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). O tribunal derrubou uma liminar da Justiça Federal no Piauí que suspendia a liberação da segunda parcela desde abril do ano passado.

Ao todo, segundo Wellington Dias, serão 158 obras beneficiadas com o dinheiro da segunda parcela, algumas delas com medições já prontas e cujos pagamentos ficaram pendentes com o bloqueio do dinheiro. Outras obras, lembra o petista, ainda vão começar a ser feitas.

"É sim [algumas obras vão receber o dinheiro com medição antiga]. Para lembrar, essa é uma segunda parcela de um contrato de empréstimo. Uma parte foi feita com o contrato anterior, as empresas prosseguiram trabalhando e paralisaram em razão da não liberação [da segunda parcela]. Agora, com a liberação, será feito o pagamento dessas medições, para quem tinha medição a receber, e outras vão retomar para conclusão ou começar algumas obras que não foram iniciadas naquela época", explicou Wellington Dias.

RECURSO LIBERADO
A liberação da segunda parcela do Finisa I foi autorizada pelo desembargador federal Kássio Marques, do TRF da 1ª Região. Kássio, que é piauiense e esteve em solenidade do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) na semana passada, acatou pedido do Estado do Piauí para que a Caixa Econômica Federal libere o dinheiro, derrubando a liminar da Justiça Federal.

ANTERIOR

MAURO TAPETY LAMENTA MORTE DE ASSIS E DESTACA LEGADO

PRÓXIMA

"UMA ENORME PERDA", LAMENTA HADDAD SOBRE MORTE DE ASSIS