Coluna Gustavo Almeida Política Dinâmica
ELEIÇÕES 2018
“SOU SOLDADA DO PARTIDO”, AVISA MARGARETE

VICE-GOVERNADORA ADMITE INSATISFAÇÃO DE PREFEITOS DEVIDO À EXCLUSÃO DELA DA CHAPA, FALA EM SEGUIR O PARTIDO E NÃO NEGA ESPECULAÇÕES

29/05/2018 14:00 - Atualizado em 29/05/2018 14:28

Margarete admite movimento de prefeitos (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

A vice-governadora do Piauí, Margarete Coelho (Progressistas), falou nesta terça-feira (29) sobre as crescentes especulações de uma suposta composição de chapa com o pré-candidato a governador Luciano Nunes (PSDB). No fim de semana, notícias com esse viés circularam na imprensa e uma das irmãs de Margarete, Nailer Castro, chegou a compartilhar a matéria em grupos de WhatsApp na região de São Raimundo Nonato.

Além disso, prefeitos do Progressistas encampam movimento no mesmo sentido, em razão da iminente exclusão de Margarete da chapa majoritária de Wellington Dias (PT). Perguntada sobre essas informações, a vice-governadora preferiu falar que está à disposição do partido dela e não negou a possibilidade. Margarete avaliou que cabe a ela trabalhar, preservar seu bom nome e se manter com um capital político para colocá-lo à disposição do Progressistas. Em nenhum momento ela rechaçou a ideia que tem sido comentada.

"Eu sou uma soldada do meu partido. Digo isso sempre e é sincero quando eu digo. Meu nome está à disposição do partido. À mim, a minha parte é, trabalhar, ter um bom nome, me manter com um capital político e colocar essa capital à disposição do meu partido e à disposição dos movimentos sociais, dos movimentos de mulheres e dos demais partidos que estão na nossa base. Esse é o meu papel. Isso é o que me cabe", falou.

Ela lembra que prefeitos se preocupam com quem vai assumir o governo caso W. Dias saia para disputar o Senado em 2022. Por isso, eles cobram cautela do governador na escolha (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

Margarete sorriu quando o fato da sua irmã ter compartilhado a notícia da chapa com Luciano foi mencionado e admitiu o movimento de prefeitos. No entanto, ela disse que eles primeiro exigem a permanência dela na chapa de Wellington Dias, principalmente levando em conta que o vice a ser escolhido deve assumir o governo do Estado, caso Wellington seja reeleito esse ano e deixe o cargo em abril de 2022 para disputar o Senado Federal.

"O que que aconteceu? Aconteceu realmente um movimento de prefeitos, não só do meu partido, que, primeiro: reivindica a nossa permanência na chapa. Mais do que isso, eles querem ser ouvidos no processo. Eles acham que é uma decisão de muita importância, afinal nós não estamos só escolhendo o vice do Wellington Dias, mas há toda uma questão política, que nós sabemos, da possibilidade desse vice vir a assumir o governo no caso de um afastamento do governador. Então isso torna a questão ainda mais sensível", destacou.

Segundo ela, as lideranças do interior estão cobrando o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, por uma posição sobre Margarete Coelho ficar na chapa majoritária e que ele seja porta-voz dessa reivindicação. Sobre o pré-candidato a governador Luciano Nunes (PSDB), a vice-governadora fez elogios e disse que a oposição está muito bem representada com o nome dele na disputa pelo governo do Estado.

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