Coluna Gustavo Almeida Política Dinâmica
EMPRÉSTIMO
“NÃO POSSO FALAR EM IRREGULARIDADES”

ACOMPANHANDO WELLINGTON DIAS EM EVENTO, PRESIDENTE DA CAIXA DIZ QUE NÃO PODE FALAR EM IRREGULARIDADES SOBRE USO DO EMPRÉSTIMO

01/06/2018 13:41 - Atualizado em 01/06/2018 13:57

Presidente da Caixa [à direita] não quis falar sobre suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos. Do lado esquerdo, o superintendente regional da Caixa no Piauí, Elizomar Guimarães (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

O presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, falou nesta sexta-feira (1º) sobre a liberação do empréstimo de R$ 315 milhões para o Estado do Piauí autorizada pelo ministro Edson Fachin, do STF. A Caixa informou que vai liberar o dinheiro em até cinco dias úteis após o protocolo da petição, feito na quarta-feira (30). Os recursos referem-se ao Finisa II e, segundo o governo, serão usados para obras de infraestrutura e mobilidade.

Já quando foi questionado sobre a segunda parcela do empréstimo de R$ 600 milhões, cuja liberação continua barrada devido às graves suspeitas de irregularidades na aplicação da primeira parcela, Nelson, que foi recentemente indicado para o cargo por Wellington Dias (PT) e Ciro Nogueira (PP), disse que não pode falar. Nesta sexta, ele acompanhava o governador na posse de Erivan Lopes para um mandato de sete meses na presidência do TJ-PI.

"Não posso falar em irregularidades até porque nós estamos em análise de prestação de contas. O que nós fazemos é uma análise do que se aquilo que foi desembolsado tem documento comprobatório. Se tem, nós falamos e resolvemos até aquele valor, libera até aquele valor. Se não for comprovado todos esses valores, é feita a glosa [devolução] desse valor que não tem", afirmou.

Perguntado, então, sobre quando essa análise vai ser concluída, Nelson Antônio disse que ainda não é possível dizer. "Isso aí são muitos documentos. Nós não temos ainda uma data definida. O certo é que com essa decisão do STF as coisas se encaminham e se encaminham da melhor maneira. Vai ser possível liberar a segunda parcela dos R$ 600 milhões quando tiver tudo resolvido", informou o presidente da Caixa.

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