Coluna Gustavo Almeida Política Dinâmica
ALIANÇA
“INADMISSÍVEL E IMPENSÁVEL”, DIZ MARCELO SOBRE MDB FORA DA CHAPA

DEPUTADO FEDERAL ARGUMENTA QUE O MDB, COM SEU POTENCIAL ELEITORAL, NÃO PODE FICAR FORA DA CHAPA DE JEITO NENHUM

19/03/2018 11:57 - Atualizado em 19/03/2018 12:38

Partido se reuniu nesta segunda-feira (19) (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

A executiva estadual do MDB se reuniu nesta segunda-feira (19) na sede do partido em Teresina. No encontro, o ex-ministro João Henrique Sousa comunicou oficialmente aos colegas de sigla a sua desistência de pleitear uma candidatura própria ao governo. Ele confirmou a informação de que foi convidado pelo presidente Temer para coordenar nacionalmente a sua campanha de reeleição, o que se torna cada vez mais provável de acontecer.

O presidente regional do MDB, deputado federal Marcelo Castro, comemorou a decisão e considera que o partido agora está unido no propósito de reeleição do governador Wellington Dias (PT). Segundo ele, a pretensão de João Henrique em disputar o governo do estado era legítima, mas agora o partido está livre para tomar seu destino. O destino, lembra ele, é se coligar com o atual governador tendo Themístocles Filho como vice na chapa majoritária.

"O lugar na chapa majoritária o MDB acha que é inadmissível, é impensável que, pela sua história, pela sua importância e pelo seu potencial eleitoral, numa chapa que tem quatro vagas majoritárias, o MDB não venha a participar. Então nós temos como certo que participaremos dessa chapa. Se dependesse do MDB, já tínhamos definido isso há muito tempo. O MDB é claro, é transparente e quer participar da chapa majoritária. Qual é o cargo que nós reivindicamos? O de vice. Para quem? Para o deputado Themístocles Sampaio", falou.

Marcelo diz que MDB por Themístocles na vice (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

Apesar do entendimento, o ex-ministro João Henrique Sousa revelou que não vai participar da campanha de Wellington Dias. Ele destacou que vai respeitar a presença do MDB na chapa, mas que devido a sua ligação com Michel Temer e a sua postura no partido, não irá marcar presença na campanha. "Eu sempre digo que não tenho condição de subir no palanque do PT. Nós temos uma relação nacional do MDB muito distante do Partido dos Trabalhadores. Então eu não posso estar na campanha do PT", falou.

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