FERNANDO COLLOR ANUNCIA FILIAÇÃO AO PROS

ATUALMENTE NO PTC, SENADOR ALAGOANO E EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA CASSADO EM 1992 JÁ PASSOU POR OUTROS CINCO PARTIDOS POLÍTICOS

16/01/2019 07:50 - Atualizado em 16/01/2019 08:04

Político alagoano anuncia nova filiação partidária (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)

O senador Fernando Collor de Mello (AL) anunciou nesta terça-feira (15) em uma rede social ter se filiado ao Partido Republicano da Ordem Social (PROS). Atualmente no PTC, Collor já foi filiado a PTB, PRTB, PRN, PMDB (atual MDB) e PDS.

"Convidado pelo presidente Eurípedes Junior, filiei-me ao Partido Republicano da Ordem Social. De forma coesa, o PROS atuará no Congresso Nacional em defesa das reformas, imprescindíveis para tirar o Brasil da crise e avançar na construção de um desenvolvimento sustentável", publicou Collor na internet.

Eleito em 1989 presidente da República, o primeiro eleito pelo voto popular após a ditadura militar, Collor comandou o país entre 1990 e 1992, quando sofreu impeachment. À época, o então presidente chegou a renunciar ao mandato antes de o Senado votar o impeachment. Mesmo assim, os parlamentares cassaram o mandato dele, o que levou a Collor a perder os direitos políticos por oito anos.

Em 2014, Collor foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) das acusações de peculato, corrupção e falsidade ideológica, o que, para o senador, "reescreveu" a história do Brasil. Em 2006, se elegeu senador por Alagoas e, em 2014, foi reeleito – o atual mandato vai até 2022.

Em agosto do ano passado, o PTC chegou a oficializar a candidatura dele ao governo de Alagoas, mas, um mês depois, Collor anunciou ter desistido da candidatura.

PROS
Fundado em 2010 em Planaltina (GO), o PROS teve o registro aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2013. Na eleição do ano passado, elegeu 8 deputados federais e 1 senador. Com a filiação de Collor, a bancada da sigla no Senado passará a contar com dois senadores.

Em 2018, o partido integrou a coligação que teve Fernando Haddad (PT) como candidato a presidente da República e Manuela D'Ávila (PCdoB), como candidata a vice.

Fonte: G1

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