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OPOSIÇÃO NO PIAUÍ NÃO TEM CABEÇA

COLUNA LÍDIABRITO: A OPOSIÇÃO AO GOVERNADOR WELLINGTON DIAS TEM VÁRIOS CANDIDATOS AO SENADO E NINGUÉM DISPOSTO A DISPUTAR O GOVERNO

25/05/2017 07:26 - Atualizado em 25/05/2017 07:50

Oposição tem dificuldades de encontrar um nome para disputar o governo com Wellington (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

SEM CABEÇA

A oposição no Piauí anda sem cabeça. Todo dia aparece um candidato a uma vaga no Senado. É o ex-governador Wilson Martins (PSB), o deputado estadual Robert Rios (PDT), o ex-senador João Vicente Claudino e muito outros, mas ninguém teve a coragem de se colocar como candidato a governador. Até agora, a chapa encontra-se sem cabeça.

CANDIDATO

O deputado Dr. Pessoa (PSD) é o único nome que demonstrar um certo interesse em enfrentar o governador Wellington Dias (PT) em 2018. O problema é que ele é visto com desconfiança dentro da próprio oposição. Ele tem a fama de ser um político instável, difícil de negociar e isso desagrada.

SENADO

Celso Barros Neto será candidato a uma vaga no Senado Federal. Ele anuncia a pré-candidatura antes mesmo de definir por qual partido político irá participar da disputa. Celso é procurador do Estado e membro do Conselho Nacional da OAB e neto do ex-deputado federal Celso Barros Coelho.

UBER

É difícil encontrar no Brasil um prefeito tão defensor da causa dos taxistas como o tucano Firmino Filho (PSDB). Ele se coloca contra o Uber de forma tão aguerrida como nenhum gestor em todo o país. Esse apoio incondicional tem contribuído para que a categoria se ache com poder para comandar a caçada ao Uber, que tem resultado em cenas lamentáveis de violência.

CONTRA

Em defesa dos taxistas, Firmino entrou na briga contra o Ministério Público. Ele afirma que o órgão está equivocado. Para o MP, a lei aprovada pela Câmara proibindo o Uber é inconstitucional. O tucano questiona e diz que a proibição irá continuar.

TRANQUILO

O deputado Júlio Arcoverde afirma que presença constante do nome do presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, em delações de presos na operação Lava Jato não desestabiliza o partido. Júlio afirma que Ciro irá provar que as doações foram legais. Ele desafia os delatores a provarem que o dinheiro era propina. 

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