Coluna Gustavo Almeida
  • quinta, 25 de junho de 2020, às 15:48h

    W.Dias quer que prefeitos sigam recomendação (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O governador do Piauí Wellington Dias (PT) descartou decretar lockdown no Piauí, mas decidiu apertar as ações restritivas e anunciou novas medidas para tentar reduzir o avanço da Covid-19. 

    Nesta quinta-feira (25), o petista informou que o Governo do Estado vai decretar ponto facultativo na próxima sexta-feira (26) e na quinta e sexta-feira da semana que vem, dias 2 e 3 de julho, respectivamente. Aliado a isso, serão mais rigorosas as medidas nos fins de semana. 

    Wellington recomendou que a mesma coisa seja feita pelos prefeitos municipais. Os gestores não são obrigados a seguir, mas a recomendação é que eles também adotem ponto facultativo em suas cidades nessas datas para frear o avanço da doença no Estado.

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  • quinta, 25 de junho de 2020, às 12:13h

    Deolindo Moura, vereador de Teresina (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O vereador de Teresina Deolindo Moura (PT) deu entrada na quarta-feira (24) no Hospital Prontomed sentindo dores no peito e febre. Ele está internado na UTI.

    O perfil de Deolindo numa rede social postou nesta quinta-feira (25) que o quadro é suspeita de Covid-19. Ele fez exames onde foram constatadas alterações nas enzimas do coração e pulmão. 

    "Estou tomando medicação e seguindo as recomendações médicas. Estou bem! Nossa caminhada ainda tem muito trabalho e histórias a serem vividas. Peço que me coloquem em suas orações para que eu possa me recuperar logo. Com certeza, em breve, estaremos juntos novamente, com fé em Deus", escreveu o perfil do vereador.

    Deolindo tem 36 anos e está no primeiro mandato de vereador na capital.

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  • quinta, 25 de junho de 2020, às 9:18h

    Janaínna Marques está com a Covid-19 (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A deputada estadual e secretária de Infraestrutura do Piauí, Janaínna Marques (PTB) anunciou na manhã desta quinta-feira (25) que ela e uma das filhas testaram positivo para o novo coronavírus. Ela usou as redes sociais para dar a notícia.

    De acordo com a deputada, outros membros de sua família já haviam testado positivo para a doença. Janaínna explicou que ela e a filha Mariana estavam cumprindo as medidas de isolamento social e as orientações sanitárias, mas ainda assim contraíram a Covid-19.

    "Recebi ontem (24) a testagem positiva da Covid-19. Após a confirmação de alguns membros da minha família, eu e minha filha Mariana, apesar de estarmos cumprindo as medidas de isolamento e as orientações sanitárias, nos submetemos ao exame e, infelizmente, testamos positivo", escreveu a deputada.

    Janaínna disse que continua trabalhando de forma remota e pediu a todos que cuidem das suas família e se protejam. "O vírus não escolhe ninguém, mas atinge a todos. O susto inicial deu lugar a uma série de cuidados que prontamente iniciamos", falou.

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  • quarta, 24 de junho de 2020, às 21:30h

    Flávio Nogueira vai compor Frente Parlamentar (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O Congresso Nacional lança, na próxima segunda-feira (29), a Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa em favor da modernização das regras do funcionalismo público brasileiro. O grupo é formado por 226 parlamentares e o deputado federal Flávio Nogueira (PDT) é o único representante do Piauí.

    Flávio, que é coordenador da temática 'seleção e recrutamento' da Frente Parlamentar, se reuniu virtualmente nesta quarta-feira (24), com o professor Fernando Coelho, um dos principais pesquisadores do país no tema de carreiras e concursos públicos.

    "Discutimos sobre os métodos de seleção e recrutamento na administração pública, área que vou coordenar na Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa no Congresso Nacional", escreveu o deputado numa rede social.

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  • quarta, 24 de junho de 2020, às 14:18h

    ATUALIZAÇÃO
    Às 20h, um genro de Beth Cuscuz, identificado como pastor Edmesio, informou no perfil dela no Instagram que a live foi foi cancelada por conta da morte de uma pessoa próxima ao deputado estadual Themístocles Filho (MDB), avalista da candidatura de Beth e Dr. Pessoa. Essa informação sobre o cancelamento foi precedida de diferentes justificativas no perfil de Beth.

    Antes disso, pouco depois das 19h, horário marcado para o início, o perfil postou que, "por motivos de força maior", a live tinha sido cancelada. Perto das 19h30, a postagem foi apagada e informaram que "houve um probleminha", mas que a live iria acontecer sim. 

    Ainda chegaram a iniciar a transmissão por alguns minutos. No entanto, somente às 20h foi anunciado o cancelamento definitivo alegando a morte da pessoa próxima a Themístocles.

    MATÉRIA ORIGINAL
    Seguindo a tendência das lives nesse tempo de pandemia, a ex-empresária da noite e pré-candidata a vereadora Beth Cuscuz (MDB) também anunciou a sua. Nesta quarta-feira (24), ela estará ao vivo em uma live com Dr. Pessoa (MDB), pré-candidato a prefeito de Teresina.

    Numa rede social, Beth convidou seus seguidores para participarem. Entre os temas que serão discutidos no encontro virtual, Beth e Dr. Pessoa vão tratar sobre o plano de governo do MDB para Teresina. Ambos têm biografias conhecidas na cidade e a live é uma oportunidade dos eleitores saberem o que a dupla pretende fazer por Teresina.

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  • quarta, 24 de junho de 2020, às 12:21h

    Wellington lamenta postura de algumas pessoas (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), usou as redes sociais nesta quarta-feira (24) para falar sobre o “novo normal”, termo criado para definir a mudança de rotina por conta da pandemia do novo coronavírus. Na postagem, o petista criticou a falta de consciência de uma parcela da população que insiste em não respeitar as orientações sanitárias.

    “Estamos vivendo um ‘novo normal’, em que as máscaras são acessório obrigatório, o distanciamento e o álcool em gel são grandes aliados. Muitas pessoas pedem a abertura do comércio. No entanto, uma volta na rua para uma atividade já me mostra a falta de consciência de alguns. Aqueles que insistem em não usar máscaras, conversando próximos, fazendo aglomeração. Digo e repito: a retomada depende da colaboração de cada um. Só assim, obedecendo todas as recomendações, teremos forças para lutar contra o coronavírus”, postou.

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  • quarta, 24 de junho de 2020, às 11:08h

    Prefeito Gilson Castro é alvo de ação do MP-PI (Foto: Reprodução/Facebook/Gilson Castro)

    O Ministério Público do Piauí, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de São João do Piauí, ingressou com ação civil pública contra o prefeito de João Costa, Gilson Castro (PSD), e mais nove pessoas. Eles são acusados de nepotismo. A ação foi protocolada na tarde da terça-feira (23) pelo promotor de Justiça Jorge Pessoa.

    Segundo o promotor, o prefeito Gilson Castro, após assumir a chefia do poder executivo municipal, ainda em janeiro de 2013, nomeou nove parentes para cargos na gestão sem comprovar que se eles tinham capacidade técnica. Ele foi reeleito em 2016.

    Ao longo desse período, o gestor fez sucessivas nomeações e exonerações, revezando os mesmos parentes em cargos diferentes. Ele nomeou a esposa, o pai, duas irmãs, duas cunhadas, dois tios e um primo para chefiar várias secretarias municipais e a direção de postos de saúde. 

    Todas as trocas nos comandos das secretarias foram feitas apenas entre esses nove parentes. A esposa, por exemplo, iniciou a gestão do marido como secretária de Assistência Social e depois foi exonerada e nomeada para a Secretaria de Administração e Planejamento. O pai começou como secretário de Transportes e posteriormente assumiu a Secretaria de Administração e Planejamento, mas foi exonerado. 

    O promotor de São João do Piauí classifica essas mudanças como verdadeira “dança das cadeiras”. Na ação, ele apresenta todas as portarias de nomeação e exoneração dos parentes do prefeitos. Além disso, explica que o grau de parentesco foi confirmado através de buscas feitas no Banco de Dados Integrados (BID), ferramenta desenvolvida pelo MP-PI. 

    RESPOSTA DO PREFEITO NÃO CONVENCEU

    O representante do Ministério Público solicitou ao prefeito Gilson Castro documentos que pudessem comprovar a qualificação técnica de seus parentes para os cargos. 

    A gestão informou que apenas a mulher do prefeito tem formação no ensino superior e os demais possuem instrução de ensino médio. O município não encaminhou a documentação solicitada pelo MP-PI e justificou que não há exigência legal para que os secretários municipais tenham formação técnica.

    PROMOTOR DISCORDA

    Apesar da justificativa do prefeito, o promotor Jorge Pessoa explica que o Supremo Tribunal Federal (STF) entende que a qualificação técnica serve para verificar se esse tipo de nomeação, como a feita em João Costa, não fere a Súmula Vinculante nº 13 da Corte e o princípio da moralidade administrativa.

    O promotor pede ao Poder Judiciário a concessão de liminar determinando ao prefeito a imediata exoneração de todos os seus parentes que ocupam atualmente cargos em comissão na gestão. O titular da 2ª Promotoria de Justiça de São João do Piauí requer também que o gestor seja condenado por ato de improbidade administrativa e punido com as sanções previstas no artigo 12, III, Lei n° 8.429/92, a Lei de Improbidade Administrativa.

    Entre as sanções estão ressarcimento integral do dano, se houver; a perda da função pública; a suspensão dos direitos políticos; o pagamento de multa e outras.

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  • quarta, 24 de junho de 2020, às 10:04h

    Ciro queria prorrogação de mandatos (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O senador Ciro Nogueira (Progressistas) se manifestou na sessão do Senado que aprovou, na terça-feira (23), a mudança das eleições deste ano para o mês de novembro. Ciro chegou a apresentar um destaque à proposta sugerindo que os atuais mandatos fossem prorrogados até 2022, ano em que se realizaria eleições unificadas em todo o país.

    O destaque foi rejeitado por 53 votos a 16. O relator da PEC colocada em votação, senador Weverton (PDT-MA), se opôs ao destaque de Ciro e classificou como casuísmo a prorrogação de mandatos dos atuais prefeitos e vereadores por mais dois anos. 

    Ao defender seu destaque, Ciro argumentou que a prorrogação de mandatos não fere cláusulas pétreas da Constituição Federal. Para ele, a cláusula mais pétrea que existe é a vida. Na opinião de Ciro, não há condições para se realizar eleição este ano. Ele afirmou que, se pode adiar por pouco tempo, também pode adiar por muito tempo.

    “O grande objetivo desse destaque é respeitar a cláusula mais pétrea da nossa Constituição que é o respeito à vida. O respeito a vida humana, pois essa sim está sendo prejudicada por uma eleição esse ano. Se pode adiar por pouco tempo, pode adiar por muito tempo também”, falou.

    CENTRÃO AINDA PODE AGIR
    Conforme a votação no Senado, as eleições municipais vão acontecer em 15 de novembro [1º turno] e 29 de novembro [2º turno]. Prazos do calendário eleitoral também foram alterados. No entanto, a matéria ainda vai passar por votações na Câmara dos Deputados.

    Lá, o Centrão, bloco liderado pelo Progressistas de Ciro Nogueira, pode tentar mudar a questão. Conforme publicou na terça (23) o site O Antagonista, partidos como DEM, PSD, Progressistas e Republicanos pretendem não deixar passar a PEC do adiamento das eleições para novembro.

    O entendimento de alguns integrantes do bloco, inclusive Ciro Nogueira, é que se não for para adiar as eleições para 2022, que seja mantida a data original de 4 de outubro.

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  • terça, 23 de junho de 2020, às 21:20h

    Em sessão remota, mudança foi aprovada no Senado (Foto: Waldemir Barreto/Ag.Senado)

    O plenário do Senado aprovou em votação remota nesta terça-feira (23) o adiamento para os dias 15 e 29 de novembro, do primeiro e do segundo turnos, respectivamente, das eleições municipais deste ano. Inicialmente, os pleitos estavam previstos para outubro, em decorrência da pandemia de coronavírus.

    O texto aprovado foi um substitutivo do senador Weverton (PDT-MA) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2020. A matéria segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

    Com a previsão das eleições ainda para este ano, fica garantido o período dos atuais mandatos. A data da posse dos eleitos também permanece inalterada. Prefeito, vice-prefeito e vereadores têm mandato de quatro anos e tomam posse em 1º de janeiro.

    A proposta torna sem efeito — somente para as eleições municipais deste ano — o artigo 16 da Constituição, segundo o qual qualquer lei que alterar o processo eleitoral só se aplicará à eleição que ocorrer após um ano de sua vigência.

    As emissoras podem transmitir programas apresentados ou comentados por pré-candidatos até 11 de agosto. A partir dessa data, esse tipo de transmissão fica proibido.

    A PEC define também o período entre 31 de agosto e 16 de setembro para a realização das convenções para escolha dos candidatos pelos partidos e a deliberação sobre coligações. Até 26 de setembro, partidos e coligações devem solicitar à Justiça Eleitoral o registro dos candidatos.

    Após 26 de setembro, inicia-se a propaganda eleitoral, inclusive na internet. A Justiça Eleitoral convocará os partidos e a representação das emissoras de rádio e de televisão para elaborarem plano de mídia.

    Partidos políticos, coligações e candidatos devem, obrigatoriamente, divulgar o relatório discriminando as transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, os recursos em dinheiro e os estimáveis em dinheiro recebidos, bem como os gastos realizados em 27 de outubro.

    Vai até 15 de dezembro o prazo para o encaminhamento à Justiça Eleitoral do conjunto das prestações de contas de campanha dos candidatos e dos partidos políticos e comitês, relativos ao primeiro e, onde houver, ao segundo turno das eleições.

    A diplomação dos candidatos eleitos ocorrerá em todo o país até o dia 18 de dezembro.

    TSE

    Weverton ainda optou por autorizar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a promover os ajustes no cronograma eleitoral de acordo com a situação sanitária de cada município. A decisão se aplica, inclusive, a definição de novas datas para o pleito, até o prazo limite de 27 de dezembro.

    Isso inclui também o atendimento às sugestões de alguns senadores, como a do voto facultativo aos eleitores com mais de 60 anos, considerados integrantes do grupo de risco da covid-19, e a de ampliação dos horários de votação com a fixação de locais específicos como forma de reduzir a aglomeração de pessoas.  

    Já quando se tratar de um estado, no caso de as condições sanitárias não permitirem a realização das eleições nas datas previstas, a definição de novo dia para o pleito caberá ao Congresso Nacional, por provocação do Tribunal Superior Eleitoral, instruída com manifestação da autoridade sanitária nacional e após parecer da Comissão Mista da covid-19.

    Fonte: Agência Senado

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  • terça, 23 de junho de 2020, às 17:26h

    Marden cobra atitude do governo estadual (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O deputado estadual Marden Menezes (PSDB) criticou nesta terça-feira (23) a atual situação dos profissionais de saúde do Estado. Ele denunciou que muitos desses trabalhadores estão sem receber o adicional de insalubridade no teto, o que segundo ele seria o justo e merecido.

    Marden repercutiu denúncias de entidades de saúde e apontou que muitos profissionais usam equipamentos de proteção individual de má qualidade nos hospitais regionais do Piauí. O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde Pública do Piauí (Sindespi) e o Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Piauí (Senatepi) anunciaram que suas categorias vão paralisar as atividades na próxima quinta-feira (25). 

    Em sua fala numa rede social, Marden Menezes alertou que se a situação persistir, o que já está difícil vai ficar ainda pior. “Caso não se resolva essa situação, o governador Wellington Dias e os gestores da saúde estadual estarão sendo responsáveis diretos pela exposição de milhares de piauienses ao risco de vida nos hospitais regionais”, desabafou o deputado.

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  • terça, 23 de junho de 2020, às 12:48h

    José James, presidente do TRE-PI (Foto: Divulgação/Assessoria/TJ-PI)

    O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI), desembargador José James, externou a posição do Poder Judiciário no sentido de que as eleições municipais sejam realizadas ainda em 2020. Ele avalia que o adiamento do pleito, como está sendo discutido no Congresso Nacional, não deve ser por muito tempo.

    “A posição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é no sentido de que não se alterem as eleições por muito tempo e que aconteça ainda no curso deste ano. E se houver alguma alteração, que se faça até no máximo a primeira quinzena de dezembro”, disse o desembargador.

    O Senado deve votar nesta terça-feira (23) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do senador  Weverton (PDT-MA) que trata sobre o adiamento. O relatório apresentado pelo senador prevê a mudança do 1º turno para 15 de novembro e do 2º turno para 29 de novembro.

    No Congresso, segundo o senador, há consenso sobre o adiamento do pleito.

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  • terça, 23 de junho de 2020, às 11:15h

    Mão Santa é marcado pelo populismo (Foto: Gustavo Almeida/PoliticaDinamica.com)

    O ano era 1998. Mão Santa, à época no PMDB, disputava a reeleição para governador do Piauí contra o então senador Hugo Napoleão, do PFL. Unindo clientelismo, messianismo, populismo e humor, o piauiense ganhou destaque nacional pelo jeito de fazer campanha.

    Conforme matéria da Folha de S.Paulo publicada em 16 de agosto daquele ano, uma “mágica” feita por Mão Santa encantava rurícolas nos grotões do Piauí. Além disso, o jingle da campanha dizia que o governador era “a mão santa enviada por Deus para cuidar do povo".

    Para fazer a “mágica”, Mão Santa se valia da pouca ou nenhuma instrução de uma parcela do eleitorado. Segundo a matéria da Folha, ele andava pelos rincões do Piauí com uma máquina fotográfica do tipo Polaroid. Para impressionar eleitores que ainda não tinham chegado à era da TV, Mão Santa os chamava para tirar uma foto ao seu lado.

    Enquanto a fotografia era revelada instantaneamente, o governador passava as mãos por cima do papel e falava que ia "fazer uma mágica". Quando o rurícola via sua foto ao lado do governador impressa na hora, ficava estupefato, impressionado.

    Os próprios assessores de Mão Santa contaram à Folha sobre a “mágica” do candidato para impressionar os matutos que ainda não tinham acesso ao mínimo de tecnologia. 

    "Quando o matuto vê seu retrato ao lado do governador, fica certo que o homem é santo e explode de alegria. O retrato é guardado no canto mais nobre da casa e ali tem-se um voto que não há dinheiro no mundo que compre", disse Edmundo Moreira, um dos assessores à época.

    Mão Santa em campanha no interior do Piauí (Foto: Gustavo Almeida/PoliticaDinamica.com)

    A reportagem da Folha ainda descreveu o estilo popular de Mão Santa, que tinha no contato direto com o eleitor o seu grande trunfo político. Certa vez, os flanelinhas de Teresina foram recebidos no Palácio de Karnak, sede do governo estadual, com uma feijoada.

    Mas o encontro com carroceiros foi o mais polêmico. Mão Santa mandou eles estacionarem seus "veículos" nos jardins do palácio. A equipe esqueceu de mandar servir ração para os animais e o que se viu foi jegues e cavalos comendo a obra do paisagista Burle Marx.

    "Os meus adversários exploraram muito o episódio, mas os carroceiros saíram daqui contentes porque mandei colocar dois veterinários do Estado a serviço dos jumentinhos deles”, argumentou Mão Santa sobre o acontecido.

    Na eleição de 1998, Mão Santa, hoje prefeito de Parnaíba, no litoral do Piauí, derrotou Hugo Napoleão numa acirrada disputa no segundo turno e foi reeleito. Ele seria cassado em 2001 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acusado de abuso do poder político e econômico na eleição. 

    Foi o primeiro governador cassado da história do Brasil.

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  • segunda, 22 de junho de 2020, às 22:40h

    W.Dias decretou luto pelas mais de 500 vítimas (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O governador Wellington Dias (PT) decretou nesta segunda-feira (22) luto oficial de sete dias no Piauí por causa das mais de 500 mortes provocadas pelo novo coronavírus no Estado. 

    No decreto publicado do Diário Oficial do Estado, o Governo do Piauí cita o "doloroso sentimento de tristeza de inúmeras famílias piauienses pela perda de seus entes queridos".

    No documento, a administração estadual ainda menciona o "elevado espírito de solidariedade e profundo pesar do povo piauiense pelas vítimas da Covid-19". 

    Conforme boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) na noite desta segunda-feira (22), o Piauí chegou a 517 mortes provocadas pela doença.

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  • segunda, 22 de junho de 2020, às 18:57h

    País enfrenta um combinado de crises (Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo)

    O momento que o Brasil vive é muito delicado. Sem querer ser pessimista, mas ao mesmo tempo sendo (na verdade realista), é preciso reconhecer que o País está à beira da bancarrota. Temos um combinado de graves crises: política, econômica, sanitária, ética e moral. Crises fazem parte da história das nações, elas vêm e vão, mas essa combinação não é nada alentadora.

    Por incrível que pareça, a crise sanitária, a que mais preocupa no momento, é a que talvez tenha um fim mais próximo. A que podemos respirar fundo e dizer: tá difícil, mas logo vai passar. Já as outras não! As outras são resultado de um processo de degradação que não vem de agora. Quando nos livrarmos da pandemia da Covid-19, ainda teremos que enfrentar todas as demais.

    O estremecimento político, o radicalismo e a escalada do ódio são problemas graves que o Brasil vai precisar conviver. Pelo que temos visto desde meados de 2014, esse Fla x Flu não vai acabar tão cedo, embora nossa sensatez ainda alimente dentro de nós a esperança de que voltaremos aos tempos de paz política o mais breve possível. Ter esperança é algo positivo.

    Nesse cenário, o que mais preocupa é convicção dos radicais, a foba dos insanos e a disposição dos desalmados. Esse tipo de gente reúne todas as características que degradam um ser humano, mas mesmo assim bradam com a certeza de estarem certos e de serem absolutos. Não passam, a bem da verdade, de cegos, dominados pela pior das cegueiras.

    Santo Agostinho dizia que “tão cegos são os homens, que chegam a gloriar-se da própria cegueira”. Trazendo para o contexto brasileiro atual, a constatação reflete a realidade política do País. Vale para radicais admiradores e para certas figuras por eles admiradas. A cegueira transformou até mesmo pessoas outrora sensatas em seres tacanhos.

    Nesse cenário, uns se deixam usar como massa de manobra (e ainda orgulham-se disso) e outros usam os fanáticos. Os que usam, muitas vezes, também ficam cegos e todos acabam vivendo na mesma bolha. Santo Agostinho também definia bem essa situação ao dizer que “o homem que se sente especial e grandioso é, na verdade, um cego, pois as honras que recebe, sempre de outros cegos, ampliam cada vez mais sua cegueira”.

    No Brasil de hoje, vemos tanta gente se cobrindo com nossa bandeira e fobando-se da própria cegueira. Dividem o país, desacreditam instituições, contestam a ciência e reverberam arrogância para bajular quem se sustenta na cegueira alheia. As vezes é ignorância, falta de informação, mas muitas vezes é a cegueira nociva de quem briga para não enxergar. 

    Gustavo Almeida, jornalista

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  • segunda, 22 de junho de 2020, às 12:58h

    Para Rocha, adiar um ou dois meses não é solução (Foto: Marcos Oliveira/Ag.Senado)

    O senador maranhense Roberto Rocha, líder do PSDB no Senado, avalia que mudar a eleição de outubro para novembro ou dezembro é uma mudança inócua. Ao site O Antagonistaele afirma não concordar com a proposta de adiar as eleições municipais ainda para este ano.

    Roberto Rocha diz que a margem temporal é muito pequena. “De outubro para dezembro é inviável, porque não haveria tempo, até a posse, para o cumprimento dos prazos pós-eleição. De outubro para novembro me parece, a princípio, um tanto quanto inócuo”.

    Um dos argumentos do senador foi sobre a impossibilidade dos candidatos abraçarem os eleitores na campanha eleitoral. “Estamos em uma guerra mundial contra um inimigo invisível e ninguém pode afirmar como estaremos daqui 60 ou 90 dias. Como fazer eleição sem campanha? Como fazer campanha sem aglomeração, sem abraço, sem contato físico?”

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