Coluna Gustavo Almeida
  • 20 de outubro 2019

    domingo, 20 de outubro de 2019, às 10:39h

    Luciano Bivar estuda alternativas para o PSL (Foto: Agência Senado)

    O site da revista Época noticia neste domingo (20) que as conversas de fusão do DEM com o PSL estão perdendo força. Paralelo a isso, a publicação informa que Luciano Bivar sentou à mesa com outro cacique da direita: Ciro Nogueira, o poderoso chefão do Progressistas.

    Os dois políticos estão negociando uma eventual fusão entre Progressistas e PSL. 

    Segundo o colunista Guilherme Amado, da Época, Nogueira ofereceu a Bivar o domínio total da Fundação Milton Campos e o comando do diretório de Pernambuco, além de assento na Executiva nacional do Progressistas a deputados que migrassem com ele do PSL para a nova sigla nascida da fusão. Atualmente, o partido de Ciro tem a 3ª maior bancada da Câmara.

    Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    Conforme o colunista, Bivar ainda não topou porque teme perder poder demasiadamente. Entretanto, a tese da fusão como solução para a crise no PSL é bem vista por Bivar. 

    Os deputados federais hoje no PSL e que não queiram continuar na nova sigla não perderiam o mandato, mas teriam que deixar para trás o dinheiro do fundo partidário e o tempo de TV.

    O PSL vive uma grave crise interna provocada pela divisão entre o grupo ligado ao presidente da República Jair Bolsonaro e a ala de Luciano Bivar.

    CIRO DIZ QUE É MENTIRA

    O senador Ciro Nogueira rechaçou a notícia dada pelo colunista Guilherme Amado. Segundo ele, a informação publicada no site da revista Época é fake news.

    "Isso é uma fake news. Nunca tratei disso com o Bivar, que é um grande amigo meu. Não tratamos isso em hipótese nenhuma. Isso é uma fake news, uma invenção, falta de assunto e se cria essas coisas. Não existe veracidade nisso", reagiu.

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  • sexta, 18 de outubro de 2019, às 16:35h

    Elmano defende combate à impunidade (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O senador Elmano Férrer (Podemos) comentou nesta sexta-feira (18) sobre o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que vai decidir sobre as prisões após condenação em segunda instância. Ele é favorável à medida e diz estar na expectativa de que o Supremo se posicione pela manutenção da aplicação da pena após decisão em 2º grau.

    "Essa é a grande expectativa de todos nós. Eu sou favorável à prisão após decisão de segunda instância, do colegiado. Porque se não fizermos isso vai continuar a impunidade nesse país. Será um retrocesso se o Supremo Tribunal Federal não aprovar isso que a sociedade está querendo. É a sociedade que exige o fim da impunidade", falou o senador.

    No entendimento de Elmano, é preciso avançar muito no combate à criminalidade e à corrupção e por isso é necessário rigor na legislação. Ele citou a grande quantidade de homicídios que acontecem no Brasil todos os anos e disse que é importante fazer pressão para que a execução da prisão já na segunda instância seja ratificada pelo Supremo Tribunal.

    Senador defende que haja pressão da sociedade (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    "Nós temos que fazer uma pressão mesmo, no sentido de que consigamos fazer com que prevaleça essa grande decisão tomada anteriormente pelo próprio Supremo, de que a execução penal comece a partir da decisão em segunda instância. Em muitos países do mundo, a execução penal começa a viger a partir da decisão do juiz de 1º grau", lembrou.

    REAÇÃO DA SOCIEDADE

    Elmano ainda mostrou preocupação sobre uma possível decisão do STF no sentido de acabar com a prisão em segunda instância. Para ele, pode haver grande reação da sociedade.

    "[Se acabar com a prisão em 2ª instância] eu não sei qual vai ser a reação da sociedade brasileira e de muitos parlamentares, porque não podemos continuar com o que está aí. Há uma crise profunda e precisamos de reformas dentro do Estado brasileiro. Ou faz agora ou não sabemos o que pode acontecer nesse país", concluiu.

    Ao lado de Firmino, Elmano visitou obra (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    VISITA À OBRA

    Nesta sexta-feira (18), o senador Elmano Férrer visitou as obras do viaduto do Mercado do Peixe, na Zona Sudeste. Acompanhado do prefeito Firmino Filho (PSDB), ele afirmou que o viaduto é apenas parte de um conjunto de obras do contorno rodoviário de Teresina. 

    Segundo Elmano, o viaduto deve ser entregue em fevereiro de 2020. O senador destinou emendas para a obra e tem sido o grande entusiasta da construção.

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  • sexta, 18 de outubro de 2019, às 11:00h

    Ribamar Bastos, superintendente do Dnit (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (Dnit) vai repassar na próxima semana R$ 26 milhões para que o Governo do Piauí execute a obra de um trecho da BR-235 entre as cidades de Caracol, Guaribas e Bom Jesus. Os recursos são fruto de convênio e a obra deve começar em outubro, segundo o superintendente do Dnit no Piauí, Ribamar Bastos.

    "O governador Wellington Dias já assinou o plano de trabalho para o Dnit poder transferir esse dinheiro para o Estado. Essa transferência vai ser feita na próxima semana. Nós vamos fazer o aporte de R$ 26 milhões num primeiro momento e a Secretaria de Transportes do Estado já deu ordem de serviço para a construtora iniciar a obra agora no início de outubro", falou o superintendente ao Política Dinâmica nesta sexta-feira (18).

    Ribamar disse que o Estado ainda tem em caixa, de um convênio passado, R$ 4,5 milhões para esse mesmo trecho. Com isso, a obra vai iniciar já com R$ 30,5 milhões na conta.

    "Nós estamos repassando esses R$ 26 milhões, então ele [o Estado] tem agora R$ 30 milhões e meio para dar início a essa obra. Esse trecho de Caracol a Guaribas, de 53 quilômetros, custa R$ 80 milhões. Nós temos já R$ 30 milhões assegurados para iniciar", concluiu.

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  • sexta, 18 de outubro de 2019, às 9:39h

    Firmino conta que lista de nomes está grande (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Ao visitar as obras do viaduto do Mercado do Peixe nesta sexta-feira (18) na companhia do senador Elmano Férrer (Podemos), o prefeito de Teresina Firmino Filho (PSDB) foi perguntando sobre a possibilidade do secretário de Governo Fernando Said ser o candidato a prefeito de Teresina do seu grupo político. Nos últimos dias, tem aumentando entre membros da base do prefeito os comentários sobre uma eventual escolha de Said.

    Em tom bom humorado ao ouvir ser perguntado se Said está entre os "prefeituráveis", Firmino disse que não usaria o termo "prefeiturável", mas sim "candidatável".

    "Eu não diria prefeituráveis, eu diria candidatáveis [risos]. Candidatáveis podem ser todos aqueles que estão em pleno gozo dos seus direitos políticos. É muito cedo para falar nisso, mas enfim, a lista [de nomes] está muito grande. Graças a Deus que a gente tem uma lista grande, né. Se não tivesse lista nenhuma é que estava numa situação complicada", falou.

    O secretário de Governo Fernando Said (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Firmino voltou a dizer que o nome será definido entre janeiro e fevereiro. Ele afirmou que o momento é de ouvir a população, partilhar esse sentimento com os aliados e só assim poder tomar uma decisão. Para o tucano, ainda não é hora de definir quem será o candidato.

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  • sexta, 18 de outubro de 2019, às 8:51h

    Prefeito minimiza pesquisas de adversários (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O prefeito de Teresina Firmino Filho (PSDB) falou nesta sexta-feira (18) sobre as constantes pesquisas eleitorais feitas por grupos políticos adversários dele. Durante visita as obras do viaduto do Mercado do Peixe, o tucano afirmou que pesquisa feita há um ano da eleição é tão somente gasto de dinheiro e não faz o menor sentido.

    "Pesquisa agora é gasto de dinheiro. Tem gente que está com dinheiro sobrando e tá gastando para fazer pesquisa. Não faz o menor sentido fazer uma pesquisa para prefeito há um ano de distância [da eleição], porque não existe eleição, não existe pré-eleição e não existem candidaturas definidas. Portanto é só gasto de dinheiro", avaliou o prefeito.

    Na visão de Firmino, o que as pesquisas medem nesse momento não é a intenção de voto, mas tão somente a popularidade de algum ou nome. A resposta foi dada após o prefeito ser perguntado pelo Política Dinâmica se as pesquisas recentes que mostram adversários liderando a corrida pelo prefeitura lhe causam alguma preocupação.

    "Pesquisas como essas só podem medir o que os marqueteiros chamam de recall, o que nada mais é do que um teste de popularidade. Agora teste de popularidade é uma coisa e intenção de voto é outra coisa completamente diferente. Então, acho que tem gente que está com dinheiro sobrando para poder comprar e fazer pesquisa", falou o prefeito.

    Firmino voltou a dizer que só vai definir quem será o candidato a prefeito do grupo político dele em meados do final de janeiro para o início de fevereiro de 2020, quando, no entendimento do prefeito, se terá uma noção mais precisa do quadro político na capital.

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  • quinta, 17 de outubro de 2019, às 16:29h

    Em três anos, número de prefeitos de cada partido se alterou (Foto: José Cruz/Ag. BR)

    Desde as eleições municipais de 2016, a quantidade de prefeitos que cada partido elegeu no Piauí tem registrado grande alteração. Ao longo de três anos, algumas legendas perderam mais de 50% dos prefeitos, enquanto teve partido que já registrou aumento superior a 100%.

    Dos chamados grandes partidos, apenas Progressistas e PSD tiveram aumento. Enquanto isso, PT, PSB, MDB, PSDB e PTB viram suas quantidades de gestores diminuírem. Em termos práticos, a maior queda foi do PSB, sigla presidida pelo ex-governador Wilson Martins.

    Em 2016, o PSB elegeu 34 prefeitos no Piauí, ficando atrás apenas de Progressistas e PT. Passados três anos, o partido tem atualmente 16 prefeitos. O MDB também perdeu boa parte dos seus gestores municipais. Após ter conquistado 21 prefeituras, tem agora 14 prefeitos.

    Praticamente a mesma queda do MDB foi registrada pelo PTB, sigla presidida pelo ex-senador João Vicente Claudino. Em 2016 o partido conquistou 21 prefeituras e hoje tem 15.

    PSD subiu duas posições e agora é o segundo colocado (Foto: PoliticaDinamica.com)

    Já o PSDB perdeu quatro dos sete prefeitos que conseguiu eleger no último pleito municipal. Atualmente, os tucanos governam apenas as cidades de Teresina, Bom Jesus e Cocal.

    O PDT, que em 2016 elegeu oito prefeitos, tem atualmente cinco. No entanto, a direção do partido admite que alguns já estão de saída e devem se filiar a outras legendas em breve.

    PARTIDO DE WELLINGTON DIAS

    Embora não tenha registrado crescimento, o PT praticamente conseguiu manter a quantidade de prefeitos. Em 2016 foram 38 gestores eleitos. Passados três anos, a sigla tem 36.

    PERDEU O ÚNICO, MAS GANHOU TRÊS

    O Solidariedade, em que em 2016 elegeu apenas Mão Santa, em Parnaíba, agora tem três prefeitos. Todos são recém-chegados, já que Mão Santa deixou o partido e se filiou ao DEM, que em 2016 não havia feito nenhum prefeito no Piauí.

    PSB caiu para a quarta colocação no Estado (Foto: PoliticaDinamica.com)

    OS CAMPEÕES EM CRESCIMENTO

    Exceto alguns partidos pequenos que saltaram de um para dois prefeitos (aumento proporcional de até 100%), os partidos verdadeiramente campeões de crescimento são Progressistas e PSD. O primeiro, presidido nacionalmente pelo senador Ciro Nogueira, saltou de 40 prefeitos eleitos em 2016 para 85. Novas filiações vão acontecer em novembro.

    Em 2016, o Progressistas já havia sido o campeão de prefeitos eleitos. Com o aumento exponencial, a legenda amplia a vantagem e não vê ninguém pelo retrovisor.

    Já o PSD, que nas últimas eleições municipais tinha conquistado 26 prefeituras, pulou para 43. Atualmente, a legenda presidida pelo deputado federal Júlio César é a segunda com mais prefeitos no Piauí. Em três anos, o PSD ultrapassou PSB e PT, respectivamente.

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  • quinta, 17 de outubro de 2019, às 14:58h

    Luiz Júnior se afastou de Themístocles Filho (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O vice-prefeito de Teresina, Luiz Júnior (MDB), falou nesta quinta-feira (17) sobre seu afastamento político com o presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, Themístocles Filho (MDB). Trazido para a política partidária por Themístocles, os dois se afastaram quando o prefeito Firmino Filho (PSDB) rompeu com o presidente da Assembleia em 2017.

    Embora tenha sido cria política do deputado estadual, Luiz Júnior preferiu ficar alinhado com Firmino após o rompimento. Ao ser questionado sobre o assunto, o vice-prefeito se disse grato a Themístocles, mas destacou que a política é muito dinâmica.

    "Eu sou muito grato ao deputado Themístocles porque ele foi a pessoa que me enxergou como acadêmico e me convidou para colocar meu nome e ser candidato a vice-prefeito. Eu só tenho a agradecer, mas a política é muito dinâmica. Eu não poderia, jamais, depois de visitar famílias, pedir voto e conhecer o projeto do prefeito Firmino Filho, deixa de continuar", falou.

    Luiz Júnior ainda afirmou que na atualidade não dá mais para administrar um município colocando questões partidárias à frente. Para ele, é preciso priorizar o projeto de gestão.

    "Hoje em dia, tudo mudou. Não dá mais para administrar um município e, por ser filiado a um partido, por uma questão ou outra, você não dar prioridade ao projeto. Eu estou dando prioridade ao projeto. Depois que passar, aí então deve se discutir outras coisas", disse.

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  • quinta, 17 de outubro de 2019, às 14:05h

    Henrique pede foco em ações de impacto (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    No Piauí existe uma verdadeira farra do calçamento. Nos últimos anos, dinheiro de empréstimos milionários foram torrados em centenas de pequenas obras de calçamento, ação que o Governo Estadual enxerga como grande investimento público. Os deputados estaduais aliados do governador também adoram um calçamento. Aliás, quase todos eles.

    O "quase" se deve ao deputado estadual Henrique Pires (MDB). Nesta quinta-feira (17), ele chamou atenção para a situação. O parlamentar, que é da base do governador Wellington Dias (PT), comentou a morte de três homens no município de Guaribas na quarta-feira (16), quando eles cavavam um poço cacimbão numa comunidade rural.

    Para Henrique, é inadmissível que em pleno século 21 pessoas ainda morram enquanto trabalham duro em busca de água. Segundo ele, em vez do governo focar apenas em fazer calçamento, é preciso trabalhar para garantir abastecimento e vida digna para as pessoas.

    "Isso é uma vergonha para o Piauí, para a Assembleia Legislativa e para o Governo do Estado. Nós estamos em 2019 e ainda ter pessoas no Piauí buscando água. No Piauí que tem recursos para investimento em calçamento e outras ações que não são tão importantes. O mais fundamental que tudo é o abastecimento d'água, é a dignidade da pessoa", falou.

    Henrique Pires ressaltou que calçamento é necessário, mas que é preciso focar em ações mais impactantes que garantam a dignidade dos piauienses. No comentário postado em suas redes sociais, o parlamentar do MDB ainda escreveu um questionamento. "Que tal trocar o calçamento por abastecimento e saneamento?".

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  • quinta, 17 de outubro de 2019, às 13:21h

    A ex-secretária e deputada Rejane Dias (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A deputada federal e ex-secretária de educação do Piauí, Rejane Dias (PT), participou nesta quinta-feira (17) de um evento no cine teatro da Assembleia Legislativa do Piauí. Quem também estava lá era o secretário de Educação de Teresina, Kleber Montezuma.

    Ao sair, Rejane foi questionada pelo Política Dinâmica sobre recentes declarações de Montezuma. Na semana passada, ele disse que a Polícia Federal nunca entrou na Secretaria de Educação da Prefeitura, diferente do que aconteceu com a pasta da educação no Estado.

    "Rapaz. Entrega para Deus, né? Acho que a polícia está fazendo o dever dela, cumprindo a missão de investigar. Não pode julgar ninguém nesse momento. O governo do Estado e nem a Secretaria de Educação estão sendo investigados. Então vamos aguardar os fatos", falou.

    A Operação Topique, da Polícia Federal, investiga um robusto esquema de corrupção no transporte escolar da Secretaria de Educação do estado. Por conta da investigação, a PF já cumpriu mandados na Seduc e até mesmo no Palácio de Karnak, sede do governo estadual.

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  • quarta, 16 de outubro de 2019, às 20:42h

    Deputado do Piauí propôs arquivamento de processo (Foto: Reprodução/TV Câmara)

    O deputado federal Flávio Nogueira (PDT-PI) propôs nesta quarta-feira (16) o arquivamento do processo de quebra de decoro parlamentar contra o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ). Nogueira é o relator do caso no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.

    Glauber Braga pode ter o mandato cassado por ter chamado o ministro Sérgio Moro de "juiz ladrão" durante audiência na Câmara em setembro deste ano. O processo contra o parlamentar carioca foi movido pelo PSL, partido do presidente da República Jair Bolsonaro.

    Para Flávio Nogueira, a intenção do PSL visa tão somente "causar prejuízo" a Glauber Braga, declarado opositor do governo. "[As declarações] sequer configuram falta de decoro parlamentar. Não há que se falar em sua existência", afirmou o relator.

    Glauber Braga chamou Sérgio Moro de "juiz ladrão" (Foto: Reprodução/TV Câmara)

    Apesar de Flávio ter opinado pelo arquivamento, o relatório só será votado na próxima semana. O motivo é que a sessão do Conselho de Ética teve de ser encerrada porque o plenário da Câmara iniciou o período de votações, o que forçou o fim da sessão do Conselho.

    Glauber Braga segue afirmando que não vai pedir desculpas a Sérgio Moro porque entende que falou a verdade ao chamá-lo de ladrão. O caso terá um desfecho na próxima semana, mas o natural é que o parecer do relator Flávio Nogueira pelo arquivamento seja aprovado.

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  • quarta, 16 de outubro de 2019, às 19:51h

    Graça Amorim reclama de faltosos na Câmara (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A líder do prefeito na Câmara Municipal de Teresina, vereadora Graça Amorim, soltou os cachorros nesta quarta-feira (16) contra colegas faltosos nas sessões da casa. As críticas atingiram tanto parlamentares da oposição quanto vereadores da situação. Ela cobrou do presidente da Câmara que as faltas sejam descontadas na remuneração dos parlamentares.

    "Muitas vezes as votações ficam prejudicadas porque nós não temos o quórum exigido pelo regimento interno da casa. Existem vereadores que eu acho que já esqueceram até o caminho aqui da Câmara, porque faltam mais do que estão presentes. Pedi ao presidente apenas que aplicasse o Regimento, que diz que aqueles que faltarem sem justificativa plausível tenham o ponto cortado e consequentemente descontado do salário", afirmou.

    TEVE TRETA NO GRUPO

    A indignação de Graça Amorim aumentou porque um vereador da base do prefeito Firmino Filho (PSDB) pediu a ela no grupo de WhatsApp dos parlamentares que avisasse a ele com antecedência sobre votações importantes. O pedido revoltou a líder do prefeito.

    "Eu disse que não sou secretária dele. Eu não cuido da agenda dele", reclamou.

    O Política Dinâmica apurou que o vereador que fez o pedido no grupo de WhatsApp é Ítalo Barros. No entanto, a revolta de Graça sobre as faltas também envolve outros parlamentares. A líder do prefeito ainda relatou que muitas vezes os faltosos estão na Câmara, mas não vão para o plenário acompanhar as discussões e participar das votações.

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  • quarta, 16 de outubro de 2019, às 15:31h

    Petista foi bastante elogiado por tucano (Fotos: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O deputado estadual Fábio Novo (PT) comentou nesta quarta-feira (16) os elogios que recebeu do vereador Edson Melo (PSDB). Na terça-feira, o tucano falou sobre a pré-candidatura de Novo a prefeito de Teresina e disse que o petista é um político inteligente e preparado para 2020. Para Edson, a presença do deputado na campanha engrandece o debate.

    Ao ser questionado sobre os elogios vindos de um político tucano, aliado de primeira hora do prefeito Firmino filho (PSDB), Fábio Novo se disse lisonjeado e destacou que sempre manteve relação respeitosa que todas as forças políticas, inclusive as que se opõem ao PT.

    "A minha relação com forças políticas que não são do meu campo, que não são do meu partido, sempre foi a mais respeitosa possível. Eu procuro, na minha atividade política e parlamentar, me relacionar bem com todo mundo, inclusive com setores da oposição. Então eu fico muito lisonjeado e agradecido pela manifestação do vereador Edson Melo", falou.

    Novo garantiu que vai continuar mantendo relação respeitosa com todos e avaliou que esse é seu estilo. "Quem me conhece sabe que o meu tratar sempre foi assim e será assim porque é da minha natureza. O meu nome está colocado à disposição e o partido vai decidir. Isso vai ocorrer dentro das regras da instância partidária e do estatuto do PT", concluiu.

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  • terça, 15 de outubro de 2019, às 18:07h

    Ciro postou vídeo ao lado de Átila e Kim do Caranguejo (Foto: Facebook Ciro)

    O senador Ciro Nogueira anunciou na tarde desta terça-feira (15) a filiação de mais um prefeito ao Progressistas. Numa postagem nas redes sociais, ele informou que Kim do Caranguejo, prefeito de Luís Correia, vai assinar a ficha do partido no dia 3 de novembro.

    "Acabo de receber uma excelente notícia dada pelo prefeito Kim do Caranguejo. Ele aceitou se filiar ao Progressistas. Agradeço também ao deputado Átila Lira, que com certeza contribuiu muito para essa decisão. Nós iremos fazer no próximo dia 3 de novembro uma grande festa em Luís Correia para celebrar essa filiação", falou Ciro.

    O gestor de Luís Correia deixa o PSB para ingressar no partido do senador. Em contato com o Política Dinâmica no início da noite, Ciro informou que a chegada de Kim do Caranguejo fará com que o Progressistas atinja a marca de 86 prefeitos no estado do Piauí.

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  • terça, 15 de outubro de 2019, às 17:19h

    Deputado piauiense critica postura do PDT (Foto: Divulgação/Assessoria Flávio Nogueira)

    Durante a entrevista coletiva em que deputados do PDT e do PSB anunciaram que vão entrar com ações na Justiça para poderem deixar seus partidos após terem sido suspensos, o deputado federal Flávio Nogueira fez duras críticas ao PDT, partido que ele preside no Piauí.

    Nogueira, um dos que vão à Justiça, condenou o fato da legenda querer impor a forma dos seus membros votarem. O político chamou de arbitrariedade a atitude da direção nacional do partido com relação a ele, que é presidente estadual do partido no Piauí há quase 20 anos.

    "Quanto a mim que sou presidente do partido no Piauí, nem sequer tenho o direito mais de exercer essa função de presidente. Fui cassado. Cassado numa arbitrariedade e por isso agora nós recorremos ao Tribunal Superior Eleitoral", falou o parlamentar.

    PDT VIVE A DÉCADA DE 40

    Flávio Nogueira afirmou que o PDT ainda vive a realidade das décadas de 30 e 40. Segundo ele, leis daquela época eram inovadoras porque o país entrava na era da industrialização. No entanto, critica o fato do partido até hoje viver apoiado numa legislação do passado.

    "O partido vive ainda a década de 30 e 40, do tempo de Getúlio Vargas, com leis que naquela época eram inovadoras. O Brasil saía de uma grande fazenda agrícola e entrava na era da industrialização. Por isso o Getúlio passou a formatar aquelas leis trabalhistas. O partido ainda vive apoiado nessas leis antigas, mas hoje tudo está moderno, a economia está moderna e precisamos de mais leis para flexibilizar a economia e empregar mais gente. Nós precisamos modernizar os partidos, principalmente os que se dizem trabalhistas", disse.

    A deputada Tábata Amaral, de SP, também vai à Justiça (Foto: Assessoria Flávio Nogueira)

    AÇÕES INDIVIDUAIS NA JUSTIÇA

    Nesta terça-feira (15), sete deputados (quatro do PDT e três do PSB) anunciaram que vão ingressar no TSE para poderem deixar os partidos sem perderem os mandatos. Eles alegam perseguição das legendas após terem votado a favor da reforma da Previdência na Câmara.

    As ações serão individuais, mas todas com um mesmo objetivo. Uma das alegações principais dos pedetistas é que o partido aplicou suspensão e, passados quase três meses, se nega a dar uma definição para cada um deles. Prejudicados, os deputados decidiram ir à Justiça.

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  • terça, 15 de outubro de 2019, às 16:03h

    Flávio Nogueira durante coletiva em Brasília (Foto: Divulgação/Assessoria Flávio)

    Os deputados federais do PDT que estão suspensos do partido desde que votaram a favor da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados vão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para poderem deixar o partido sem perder os mandatos. Serão ações individuais com o mesmo objetivo. Entre eles está o deputado piauiense Flávio Nogueira.

    Os parlamentares suspensos concederam entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (15) na Câmara dos Deputados. Eles condenam a atitude da direção nacional do PDT de suspendê-los e tratá-los com indiferença. Desde a suspensão, eles cobram uma posição definitiva da legenda, mas a direção nacional não se manifestou mesmo após os apelos.

    "Nós entramos com ação no Tribunal Superior Eleitoral para que resolva o nosso problema perante o partido. O PDT, há mais de dois meses nos suspendeu. E o prazo para definição no conselho de ética do partido, segundo os estatutos, encerrou. Mas até agora não houve manifestação. Então, nós sete, quatro do PDT e três do PSB, recorremos à Justiça Eleitoral para que possa nos dar o direito de sair do partido sem perder o mandato", explicou Flávio.

    O deputado considera ser perseguição a atitude do PDT com os parlamentares que votaram a favor da reforma. Ele lembrou que é presidente do partido no Piauí, mas está impedido de exercer qualquer função como dirigente estadual da legenda. Nogueira destacou que recorre à Justiça sem nenhuma alegria e que se viu obrigado a tomar essa iniciativa.

    "Essa medida é exatamente por essas perseguições, pelo fingimento e por estarmos impedidos de atuar na plenitude do mandato, principalmente dentro do partido. Nós não podemos usar a sigla. Sou presidente do partido no Piauí e estou sem função. Não posso criar diretórios justamente num ano importantíssimo que é o ano pré-eleitoral. Não tem outra saída, infelizmente. Ninguém faz isso com alegria, mas estamos recorrendo à Justiça", falou.

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