Selo

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Coluna Gustavo Almeida
  • 19 de agosto 2017

    sexta, 18 de agosto de 2017, às 13:10h

    Lula chamou Wellington de gênio (Foto: Montagem/PoliticaDinamica.com)

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira (18) em entrevista à Rádio Metrópole de Salvador que o governador do Piauí, Wellington Dias, pode ser candidato à presidência da República caso ele seja impedido de se candidatar.

    Questionado pelo radialista Mário Kertész, Lula disse que trabalha firme para disputar a eleição, mas, caso seja barrado, atuará como o maior cabo eleitoral do país. Ele disse que existem bons nomes no PT e descreveu Wellington Dias como um gênio da política.

    “Podem ficar sabendo que eu vou voltar se Deus quiser ou alguém vai voltar. Aqui na Bahia temos bons candidatos. A gente tem o Jacques Wagner [ex-governador baiano] que tem pedigree político como ninguém nesse país, temos o Rui Costa [governador da Bahia] que está indo maravilhosamente bem, tem o Pimentel [governador de Minas Gerais], o Camilo Santana [governador do Ceará] e o nosso Índio no estado do Piauí que é um gênio da política. Na hora que for necessário escolher, se eu não puder ser, nós temos gente pra disputar e pra ganhar, todos com histórias maravilhosas”, disse Lula.

    A passagem do ex-presidente por Salvador marca o início da caravana que ele fará pelo Nordeste. O governador Wellington Dias viajou para a cidade e se encontrou com Lula na capital baiana. A caravana vai passar pelo Piauí nos dias 1, 2 e 3 de setembro.

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  • sexta, 18 de agosto de 2017, às 12:02h

    Ministra Laurita Vaz indeferiu pedido do governo do Estado (Foto: Nelson Júnior)

    A presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz, negou recurso do governo do Piauí e manteve a decisão liminar que suspende a licitação da Parceria Público-Privada da Central de Abastecimento do Piauí (Ceapi), transformada em "Nova Ceasa". O governo havia recorrido ao STJ na tentativa de derrubar a liminar concedida pelo desembargador Haroldo Rehem, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), após pedido da empresa baiana Ten Engenharia, que perdeu a licitação.

    Em sua decisão, a ministra Laurita Vaz entendeu que os argumentos utilizados pelo governo do Piauí são insuficientes para que a liminar oriunda do Tribunal de Justiça do Piauí seja derrubada. No recurso, o governo do Estado chegou a chamar a decisão de Haroldo Rehem de “afrontosa” e de “infeliz”, classificou o ato do desembargador como “desacerto inescusável” e disse que a decisão tomada por ele causa “consequências nefastas”.

    Conforme o argumento do governo do Piauí, a suspensão da licitação deixou a segurança alimentar da população piauiense em risco e disse que o acesso ao alimento, direito fundamental da pessoa humana, foi colocado em xeque. A argumentação do governo fala ainda que a ordem pública foi invertida e que o dever de bem escolher do Poder Executivo foi cerceado pela decisão liminar de Haroldo Rehem.

    Licitação organizada pela Superintendência de Parcerias Público-Privadas e pela Secretaria de Administração é questionada na Justiça (Foto: Divulgação/Sead)

    Na tentativa de convencer a ministra Laurita Vaz, o governo do Estado seguiu em tom duro contra a decisão do desembargador piauiense. Chegou a falar “lesão à saúde pública” oriundo do desabastecimento alimentar resultante na solução de continuidade na gestão da Central de Abastecimento. Falou ainda que, “reduzida a disponibilidade alimentar, advém a fome para as classes sociais menos favorecidas, sendo os demais estratos sociais perturbados pela inflação que alcançará os gêneros hortifrutigranjeiros”.

    Apesar de todos os argumentos, a ministra Laurita Vaz sustentou que é de interesse da coletividade que o procedimento licitatório transcorra dentro dos ditames legais para que atinja seu objetivo. Ressaltou que o alegado reflexo no abastecimento alimentar deixou de ser comprovado no pedido de suspensão e disse que não é imaginável que em apenas dois meses de contratação tenham sido implementadas medidas tão expressivas a ponto da respectiva paralisação possa prejudicar a consecução dos negócios comerciais na Ceasa.

    Além disso, Laurita afirmou que a eventual descontinuidade do serviço pode ser superada pela prestação direta pelo Estado do Piauí, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), ou por meio de contratação emergencial, até que o mérito da questão seja definitivamente julgado pelo Poder Judiciário. A decisão foi assinada no dia 10 de agosto e publicada na quarta-feira (16).

    Procurada pelo Política Dinâmica, a superintendente de parcerias e concessões do governo do Piauí, Viviane Moura, se limitou a dizer, por meio da sua assessoria, que a licitação da PPP da Ceapi já foi finalizada e que a decisão da ministra Laurita Vaz está equivocada.

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  • sexta, 18 de agosto de 2017, às 08:55h

    Objetivo é garantir a moralidade nas delegacias (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O secretário de Segurança Pública do Piauí, Fábio Abreu (PTB), baixou uma portaria estabelecendo normas para a afixação de cartazes, informes ou assemelhados nas unidades de segurança pública do Piauí. De acordo com o documento publicado na quinta-feira (17) no Diário Oficial do Estado (DOE), o objetivo é manter o patrimônio público estadual, bem como os princípios da impessoalidade, moralidade e economicidade.

    A portaria estabelece que ficam proibidos de serem afixados cartazes ou avisos com conteúdo que ofenda a moral, os bons costumes, a urbanidade ou o decoro. A nova norma estipula também que só será permitida a afixação de informes em murais de avisos devidamente instalados em cada unidade de segurança, sendo proibida a colocação em paredes ou balcões, por exemplo.

    Ainda conforme a portaria baixada por Fábio Abreu, todos os informes que não forem colocados em mural de aviso serão descartados e retirados. Os eventuais prejuízos decorrentes da retirada serão apurados e cobrados dos responsáveis. A Secretaria de Segurança Pública do Piauí informa na portaria que as unidades que não tiverem os murais de aviso devem notificar o órgão sobre a situação, a fim de que seja providenciado.

    Procurada pelo Política Dinâmica, a assessoria de imprensa da SSP/PI disse que a presença de cartazes que ofendam a moral e os bons costumes não é comum nas unidades de segurança do Estado e acredita que o destaque para esse fato na portaria pode ter se originado de algum caso isolado que por ventura possa ter ocorrido em alguma delegacia.

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  • quinta, 17 de agosto de 2017, às 12:59h

    Ex-gestor foi solto após quase dois meses (Foto: Gustavo Almeida/PoliticaDinamica.com)

    O juiz federal Pablo Enrique Baldivieso mandou soltar o ex-prefeito de Dom Inocêncio, Inocêncio Leal Parente. Ele estava preso desde 21 de junho, quando foi alvo da Operação Pastor, deflagrada pela Polícia Federal para combater desvios de recursos públicos em Dom Inocêncio e em São Raimundo Nonato. Inocêncio era o último dos investigados na operação que ainda permanecia custodiado.

    A soltura do ex-prefeito foi determinada na manhã desta quinta-feira (17) após o juiz Pablo Baldivieso acatar pedido de liminar em Habeas Corpus impetrado pela defesa de Inocêncio. O ex-gestor ganha o direito de responder aos processos em liberdade até que haja a sentença pelos crimes do qual é acusado, mas para isso terá que atender a medidas cautelares estipuladas pela Justiça.

    Conforme a determinação, Inocêncio Leal terá que se fazer presente em todos os atos processuais, comparecer mensalmente para justificar atividades e ainda fica proibido de manter contato com os demais denunciados. O ex-prefeito de Dom Inocêncio estava preso preventivamente na Casa de Custódia, na Zona Sul de Teresina.

    Além de Inocêncio, também haviam sido presos na operação mais sete pessoas: o empresário Décio Macêdo, solto na semana passada; o ex-vereador de Dom Inocêncio Erisvá Pereira da Silva; o ex-tesoureiro João Rodrigues Damasceno Neto; o empresário João Inocêncio Reis, conhecido como Teté; a contadora Ortina Carvalho; o ex-vereador de Porto Edgar Vaz e o empresário Solon Oliveira Ruben.

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  • quinta, 17 de agosto de 2017, às 12:00h

    Júlio diz que Mainha será o beneficiado (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O deputado estadual e presidente do Diretório Regional do PP, Júlio Arcoverde, disse nesta quinta-feira (17) que os cargos do deputado Rodrigo Martins (PSB) no governo federal devem mesmo ficar com o deputado Maia Filho (PP). Segundo ele, Mainha é o único parlamentar que não possui indicações federais e por isso deve ser o privilegiado.

    “Os cargos do Rodrigo Martins já estão pré-estabelecidos que vão ficar com o deputado Mainha, que era o único deputado que não tinha sido contemplado naquelas divisões [feitas no início do mandato]”, falou.

    Mainha vai ficar com cargos de Rodrigo (Fotos: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Rodrigo Martins votou a favor do prosseguimento da denúncia contra Michel Temer (PMDB) na Câmara e por isso vai perder os cargos no governo federal. No Piauí, ele foi responsável pela indicação de nomes para o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e para a Superintendência da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf).

    Mainha, que é suplente, votou de acordo com os interesses de Temer e ganhou a preferência.

    INTERESSE DE HERÁCLITO
    Questionado sobre um suposto interesse do deputado federal Heráclito Fortes (PSB) no Ministério da Saúde, atualmente sob o comando do PP, Júlio pensou, sorriu e disse: “Vamos passar essa pergunta”.

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  • quinta, 17 de agosto de 2017, às 08:47h

    Em reunião, Executiva Nacional confirmou a mudança (Foto: Divulgação/Assessoria)

    A Executiva Nacional do Partido Progressista (PP) decidiu pela retirada do prefixo “partido” e passará a se chamar apenas Progressistas. A decisão foi tomada na quarta-feira (16) em reunião realizada em Brasília.

    Todos os órgãos de representação estadual do partido foram ouvidos acerca da alteração no nome da agremiação. Além dessa mudança, também haverá modificação na identidade visual da legenda, que é presidente pelo senador piauiense Ciro Nogueira.

    Com a mudança, o PP segue a tendência de outras legendas que aboliram o “partido” de seus nomes. Já fizeram o mesmo o Democratas e o Podemos.

    A vice-governadora do Piauí, Margarete Coelho, se posicionou sobre a novidade. Segundo ela, “as mudanças são adotadas para que o partido se adeque às novas diretrizes a serem adotadas observando-se as novas vias de comunicação atualmente utilizadas pela cidadania”.

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  • terça, 15 de agosto de 2017, às 16:31h

    Parlamentar não poupou o prefeito João Dória (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O vereador Enzo Samuel (PC do B) foi um dos oito parlamentares que votaram contra a concessão de um título de cidadania teresinense ao prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB). Após o título ser rejeitado, Enzo gravou um vídeo e fez duras críticas ao tucano.

    “Felizmente esse decreto não foi aprovado, haja vista que o prefeito João Dória não possui qualquer serviço relevante em nossa capital. Ele representa hoje no cenário nacional o lado mais sombrio da política. Representa essa questão da raiva e do ódio, que nada contribui para que possamos superar a crise política que nosso país vem vivenciando”, disparou.

    O título de cidadania teresinense ao prefeito de São Paulo havia sido proposto pelo vereador Luís André (PSL), mas não obteve os dois terços necessários para ser aprovado. Caso fosse aceito pela Câmara, Dória já deveria receber o título na próxima quinta-feira (17), quando o tucano passará por Teresina numa série de viagens que está fazendo pelo país.

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  • terça, 15 de agosto de 2017, às 15:32h

    Parlamentar deixou claro a posição do PSD (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O deputado estadual Edson Ferreira disse que a intenção do PSD é apoiar a reeleição do governador Wellington Dias (PT) em 2018, mas condicionou esse apoio à presença do deputado federal Júlio César na chapa majoritária do petista. Do contrário, absolutamente nada está definido.

    Antes de fazer a afirmação, Edson Ferreira ainda lembrou que o deputado estadual Dr. Pessoa (PSD) está sendo requisitado por várias siglas partidárias para se candidatar a governador em 2018, num claro recado do PSD ao Palácio de Karnak.

    “O Dr. Pessoa e todos nós defendemos a participação do deputado Júlio César na chapa majoritária. Se isso vier a acontecer tudo estará resolvido, se isso não vier a acontecer, evidentemente haverá uma grande discussão do processo eleitoral de 2018”, avisou.

    Ele fez questão de ressaltar que é preciso aguardar o andamento dos fatos, não fazer futurologia e também esperar a reforma eleitoral em discussão no Congresso Nacional. Segundo ele, a única coisa certa até agora é que o deputado federal e presidente do PSD, Júlio César, quer a vaga na chapa.

    “Temos que aguardar também a reforma eleitoral que está por vir, se é que vem, e esperar as mudanças. O Brasil está numa ebulição política que dorme de um jeito e pode amanhecer de outro. Fazer futurologia é muito arriscado, mas o que temos de certo é que o partido pleiteia uma vaga majoritária para o deputado Júlio. E o governador é sabedor disso”, afirmou.

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  • terça, 15 de agosto de 2017, às 14:17h

    Festa por obras incompletas incomoda o deputado (Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    Um Projeto de Lei de autoria do deputado estadual Dr. Pessoa (PSD) quer impedir que governantes inaugurem obras que não estejam 100% concluídas. O objetivo do deputado é acabar com a prática de gestores que inauguram empreendimentos públicos ainda carecendo de acabamentos ou detalhes necessários ao devido funcionamento.

    “O projeto versa que só deve ser inaugurado quando a obra já estiver pronta para pôr em funcionamento. O que se vê muito aqui é propaganda exagerada e as vezes até pré-eleitoral de obras inacabadas. Então essa lei diz que nem a propaganda e nem a obra devem ser externadas sem que estejam em condições de funcionamento”, explicou o deputado.

    Conforme o parlamentar, é comum ver gestores inaugurando obras que não foram totalmente concluídas e depois o gestor seguinte faz a entrega festiva quando a obra é finalizada, acarretando em duas entregas da mesma obra por gestores diferentes. Pessoa também pretende incluir no PL a proibição de propaganda de obras sem conclusão.

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  • terça, 15 de agosto de 2017, às 13:22h

    Título de cidadania a Dória foi negado (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A Câmara Municipal de Teresina rejeitou nesta terça-feira (15) a proposta de concessão de um título de cidadania teresinense ao prefeito de São Paulo, João Dória Júnior (PSDB). A proposta era do vereador Luís André (PSL), mas acabou rejeitada por não atingir o mínimo de votos necessários, que era dois terços do Parlamento.

    Dos 26 vereadores que votaram, 18 foram favoráveis à concessão do título ao prefeito paulistano e oito votaram contra. Para ser aprovado, era preciso pelo menos 20 votos a favor da proposta, total que atingiria os 2/3 da Casa. Os vereadores Ítalo Barros (PTC) e Joaquim do Arroz (PRP) estavam ausentes da sessão.

    Prefeito paulistano não será "teresinense" (Foto: Bruno Poletti/Folhapress)

    Votaram contra a proposta os vereadores Caio Bucar (PSD), Cida Santiago (PHS), Deolindo Moura (PT), Dudu (PT), Dr. Lázaro (PPS), Enzo Samuel (PCdoB), Graça Amorim (PMB) e Luiz Lobão (PMDB). Com o resultado, o prefeito João Dória até pode passar por Teresina em suas viagens pelo país, mas não vai receber a honraria.

    O vereador Luís André (PSL) tentou argumentar porque o prefeito de São Paulo merecia ser reconhecido como cidadão teresinense, mas a justificativa não convenceu.

    Luís André não convenceu os colegas (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    “Ele é prefeito da capital mais importante e inclusive o prefeito [Firmino Filho, de Teresina] já mandou técnicos daqui para trocar experiências lá. E é isso que é importante. Quantos teresinenses não moram em São Paulo para pegar experiência? Nós estamos dando esse título até para ele ter um ato de bondade e carinho por Teresina”, justificou sem sucesso.

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  • segunda, 14 de agosto de 2017, às 12:33h

    Parlamentar vê oportunidade para São Raimundo (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    O deputado estadual Edson Ferreira (PSD) viu com bons olhos a nomeação do piauiense Avelino Neiva para a presidência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Ele acredita que obras de enfrentamento à seca na região de São Raimundo Nonato podem sair do papel com a força de um piauiense no cargo.

    Edson lembrou que uma adutora de engate rápido no município deve, enfim, virar realidade e amenizar a problemática do abastecimento na cidade. A obra é cobrada pela população há algum tempo e nunca foi executada. Atualmente, a Secretaria de Defesa Civil do Estado é comandada pelo deputado estadual Hélio Isaías (PP), marido da atual prefeita do município.

    “Tem um projeto já há algum tempo de uma adutora paralela à que já existe para reforçar o abastecimento d'água em São Raimundo. É uma adutora chamada de engate rápido, em virtude da sua construção ser rápida. Agora, com o novo presidente Avelino Neiva, indicação do deputado Heráclito Fortes, que é votado na região, nós vamos pedir uma audiência imediatamente para ver se conseguimos agilizar a construção dessa adutora”, falou.

    De acordo com Edson, a obra é avaliada em torno de R$ 20 milhões, através do Ministério da Integração Nacional, pasta a qual a Codevasf é vinculada. Atualmente, a barragem Petrônio Portela, que abastece a zona urbana de São Raimundo Nonato, está com menos de 7% da capacidade e a nova adutora levaria água do povoado Serra Branca para a cidade.

    "Com essa indicação do deputado federal Heráclito Fortes, de um piauiense num cargo importantíssimo para o Estado, nós estamos com essa esperança que a adutora realmente saia do papel e venha para amenizar o sofrimento do povo de São Raimundo Nonato no tocante ao abastecimento d'água", finalizou o parlamentar.

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  • segunda, 14 de agosto de 2017, às 11:47h

    Suspensão foi publicada no Diário Oficial da União (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

    O Ministério da Saúde suspendeu a transferência de incentivos financeiros para programas da saúde em Teresina e mais 10 municípios do Estado. Conforme portaria publicada nesta segunda-feira (14) no Diário Oficial da União (DOU), a suspensão da transferência referente ao mês de maio ocorre por que os municípios apresentaram duplicidade no cadastro de profissionais no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).

    A suspensão é referente ao número de Equipes de Saúde da Família (ESF), Equipes de Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Além da Teresina, também foram suspensos incentivos financeiros de Parnaíba, Floriano, Ipiranga do Piauí, Avelino Lopes, Anísio de Abreu, Barras, Cristino Castro, Curral Novo do Piauí, São João do Arraial e Floresta do Piauí.

    Procurada pelo Política Dinâmica, a Fundação Municipal de Saúde de Teresina (FMS) disse que o Ministério da Saúde identifica, por meio de fiscalização rotineira, inconsistências nos cadastros de profissionais, entre elas a duplicidade nas Equipes de Saúde de Família (ESF). Explicou ainda que a suspensão publicada nesta segunda-feira (14) está relacionada à duas ESF que tiveram profissionais em duplicidade em municípios diferentes.

    A FMS ressaltou que possui uma portaria, de 8 de janeiro de 2014, que define que quando ocorre a suspensão de repasse federal por motivos inerentes ao servidor, haverá corte de repasse na gratificação da ESF até que se retire a inconsistência. A nota diz ainda que a FMS solicita ao Ministério o estorno dos recursos, com a justificativa adequada para cada caso.

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  • segunda, 14 de agosto de 2017, às 09:00h

    Nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda (14) (Foto: Jair Feitosa)

    O piauiense Avelino Neiva é o novo presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf). A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (14). Ele substitui Kênia Régia Anasenko Marcelino, exonerada do cargo pelo presidente Michel Temer (PMDB).

    O nome de Avelino Neiva ganhou o aval da bancada federal após indicação do deputado federal Heráclito Fortes (PSB). Outras lideranças do partido como o deputado Átila Lira e ainda o ex-governador Wilson Martins também participaram da articulação.

    Neiva tem um longo histórico de participação nos últimos governos do Piauí. Ele trabalhou nas gestões de Mão Santa, Wellington Dias e Wilson Martins. Foi secretário de Transportes, de Infraestrutura, presidente da Companhia Energética do Piauí (Cepisa) e da antiga Companhia de Desenvolvimento do Piauí (Condepi).

    Em 2015, o nome de Avelino havia sido indicado para presidir a Codevasf, mas não foi aceito pelo Partidos dos Trabalhadores (PT) devido ele ter apoiado a candidatura de Zé Filho ao governo do Piauí em 2014. O novo presidente é pai do deputado estadual Gustavo Neiva (PSB), um dos principais opositores do governo Wellington Dias na Assembleia Legislativa.

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  • sexta, 11 de agosto de 2017, às 13:38h

    Estudante fala sobre o atual momento do país (Foto: Jailson Soares/PolitcaDinamica.com)

    Uma data especial e de muitos significados. No dia 11 de agosto celebra-se o Dia do Estudante e no atual momento de crise política enfrentado pelo país eles têm muito a dizer. O Política Dinâmica entrevistou a jovem Maria Clara Lima, estudante de escola pública e presidente da União Metropolitana dos Estudantes (UMES-Piauí), entidade estudantil fundada no último dia 4 em Teresina e cujo objetivo é reforçar a luta a partir das escolas.

    Ela escolheu receber a equipe na Praça da Liberdade, no Centro da capital. Com apenas 16 anos, Maria Clara ainda não era nascida em importantes momentos da política brasileira, mas nem por isso abdicou, ao se tornar adolescente, de adentrar ao mundo pujante dos movimentos estudantis. Com uma fala calma e sorriso sutil, a jovem falou sobre a crise política, a importância dos movimentos estudantis, a renovação na política e a necessidade de participar dela.

    A ENTIDADE
    Recém-criada, a UMES/PI não objetiva atuar de forma isolada, pelo contrário, defende a somatória de forças nas lutas estudantis e da sociedade. Para Maria Clara, é importante conscientizar os estudantes de que eles fazem parte da história e que podem ser responsáveis pelas mudanças tão sonhadas no país.

    Maria Clara fala sobre atuação da UMES (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    “Na UMES a gente tem alunos de escola pública, de escola privada, temos meninas que fazem parte de projetos culturais, de esporte e outros atores. São todos estudantes de ensino médio e temos essa variação de idade entre 16 e 18 anos. Nós temos um pensamento pra frente, de defender a Democracia e de defender os nossos ideais”, falou.

    O JOVEM NA POLÍTICA
    Maria Clara faz questão de destacar que os jovens precisam ter interesse pela política e que o desprezo pelo segmento apenas fará com que a situação piore. Ela explica que o discurso de desmoralização da política não contribui para o fortalecimento da Democracia e ressalta que a falta de interesse apenas beneficia os que estão contribuindo para a crise no país.

    “A gente quer que o jovem se insira realmente na política para que ele mesmo possa promover essa mudança. Não podemos ter esse discurso apolítico, porque tudo na vida é política, seja dentro da nossa escola, da nossa casa, tudo é política. Não tem como se desvincular e dizer que odeia política. Um dos debates mais necessários nesse momento é fazer o jovem enxergar o quão importante é a política na vida dele, até para que não aconteça o que está acontecendo”, falou.

    Ela defende a inserção dos jovens na política (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    CRISE POLÍTICA
    Maria Clara comentou o atual momento de crise e instabilidade. Sem demonstrar radicalismo, algo que volta e meia se observa em alguns movimentos, ela criticou o impeachment sofrido pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Para a estudante, o discurso das pedaladas fiscais não se sustenta após uma análise de todo o cenário que circundou a remoção da petista do Poder.

    “A gente vê assim: poxa, vão tirar a presidente por causa de quê? Ah tá, pedaladas fiscais. Legal. Mas a gente foi procurar todo um cenário que existe por trás e vê que isso não se sustenta. Existe todo um plano, um sistema para isso e começa fazendo que com a gente seja apolítico. Eles afastam o jovem da política e ninguém tem interesse que os estudantes aprendam política nas escolas. É um círculo que está se fechando. Eles se instalaram lá dentro e estão puxando tudo que puderem para eles”, falou.

    Ao criticar a falta de interesse em instruir politicamente os jovens, Maria Clara citou a reforma do ensino médio e a aprovação da PEC 155, que limitou os gastos públicos, incluindo os da Educação, por 20 anos. Segundo ela, essas medidas só aumentam a precarização da educação pública no país. “Foi uma falta de honestidade dizer que estão fazendo isso para melhorar o padrão escolar, mas não investem nas escolas igual os governos de outros países investem”, declarou.

    Com 16 anos, Maria Clara preside a UMES (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    A IMPRENSA
    A presidente da UMES criticou também a imprensa e enalteceu a abertura de novos canais que permitem ecoar as vozes dos movimentos estudantis e sociais. Segundo ela, está mais fácil se informar, mas ainda predomina a mídia tradicional com seus interesses.

    “O sistema é assim. Não basta apenas você ter dinheiro, você precisa ter um pouco de poder. E a mídia oportunista faz isso. É uma vergonha para o jornalismo brasileiro a gente ter esse tipo de mídia. Eles têm o lado deles, têm dinheiro e têm poder, então vão puxar para o lado deles e manipular como quiserem. Eu vejo como positivo a mídia alternativa, dos portais, da galera que corre nas ruas e os blogs que cobrem manifestações. É isso”, falou.

    POVO GUERREIRO
    A estudante destacou que os jovens do interior do Piauí também precisam ser mobilizados. Ela diz que a luta dos movimentos não pode se concentrar apenas em Teresina ou nas cidades maiores e também fez questão de enaltecer a garra do povo piauiense que, segundo ela, é um orgulho para o Estado.

    Estudante diz admirar a garra dos piauienses (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    “Eu acho muito linda a história do Piauí. Nosso povo é um povo que luta desde o Brasil Colônia, da Batalha do Jenipapo, enfim. É um povo muito resistente que luta por sua autoafirmação. A luta que a gente fala não é só a luta política do dia-a-dia, mas é a luta do pai de família que sai de manhã para o trabalho e volta de tarde, é o pessoal da feira. É muito lindo isso. Nossa história me inspira muito mais a lutar. A gente tem muita luta pela frente e essa a nossa proposta enquanto movimento estudantil”, finalizou.

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  • sexta, 11 de agosto de 2017, às 08:54h

    Petista acha difícil mudanças já para 2018 (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica.com)

    O governador Wellington Dias (PT) considera o atual sistema eleitoral do Brasil como o pior do mundo, mas acha difícil que reformas profundas sejam feitas. Segundo ele, os políticos se acostumaram com o atual modelo e por isso têm medo de promover mudanças, mesmo sabendo que ele é bastante deficiente.

    “Nós temos o pior regime do mundo. Um sistema caro e que termina criando muitas dificuldades para os agentes da política, inclusive afastando muitas pessoas de qualidade da política. Eu creio que há a necessidade de uma reforma. Eu lamento, e afirmo como brasileiro que já esteve na Câmara e no Senado, que é uma das reformas mais difíceis que tem para se fazer porque nós se acostumamos a essa coisa ruim”, falou.

    Apesar de defender a reforma no sistema, Wellington disse que é muito complicado se promover mudanças já para o próximo ano. Ele destacou que a alteração mais provável que deve ocorrer para 2018 é apenas encontrar uma saída para o financiamento de campanha.

    “Se o financiamento não é privado, se não pode ser com arrecadação, como é que vai ser o financiamento? Tem que definir, afinal de contas temos um modelo que infelizmente é caro e que traz dificuldades”, disse.

    DISTRITÃO
    Na quinta-feira (10), a Comissão da Reforma Política na Câmara aprovou, por 17 votos a 15, uma emenda ao texto-base que já havia sido aprovado estabelecendo o chamado "distritão" nas eleições de 2018 e 2020 para escolha de deputados estaduais, federais e vereadores.

    A comissão também aprovou dobrar o valor previsto de recursos públicos que serão usados para financiar campanhas eleitorais. Segundo o texto, seria instituído o Fundo Especial de Financiamento da Democracia, que em 2018 levaria R$ 3,6 bilhões do Orçamento da União.

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